sábado, 24 de outubro de 2009

O ALERTA DE UM SOLDADO

por J. R. Nyquist

"Soldados" do Mundo: Unamos-nos contra o comunismo!


























Há mais de 160 anos, Søren Kierkegaard declarou que "a verdade é um poder". Mas é um poder que raramente é reconhecido de antemão, porque implica em sofrimento, o que a maioria das pessoas não quer. No entanto, ao fim a verdade vence e a maioria a aceita. "Por quê?", pergunta Kierkegaard. Não porque ela é verdade. "Eles aderem a ela", ele explica, "porque todo mundo mais também."

Vinte anos atrás o bloco socialista supostamente entrou em colapso. Mas quem está honestamente celebrando esse evento? Algumas pessoas imaginaram à época, completamente enganadas, que a verdade tinha vencido a mais viciosa mentira da história. O dissidente e ex-prisioneiro político russo Vladimir Bukovsky, falando no Fórum da Liberdade em Oslo no último 19 de maio, disse que o império socialista do Leste continua a existir. De algum modo ele sobreviveu: "Os que cometeram todos aqueles horríveis crimes nos países comunistas estão seguros no poder outra vez. Estas pessoas nunca se desculparam. Estas e aquelas que foram seus cúmplices no Ocidente, que foram apologistas e simpatizantes da opressão soviética por todas aquelas décadas... nunca disseram que sentiam muito, e nunca nos deram a chance de perdoá-las."

Bukovsky também alertou que o socialismo totalitário está em marcha. Não só reviveu no Leste. Está se espalhando pela Europa e América Latina. Bukovsky disse que "decorridos vinte anos, tudo o que podemos fazer é repetir a famosa frase de Mark Twain de que os rumores de sua morte são grandemente exagerados." Considere-se somente a situação nos Estados Unidos, onde os socialistas dominam o sistema educacional e controlam o governo. A idéia de que o comunismo morreu em 1989 é uma farsa. "Até agora," Bukovsky explica, "nenhum país ex-comunista consegui transcender sua experiência do passado... As instituições democráticas são sistematicamente destruídas... as eleições se transformaram em farsas, a repressão política é uma realidade diária outra vez, e mesmo novos países juntaram-se a esta lista de tiranias e sociedades repressoras, como a Venezuela."

Como isso aconteceu? Como pôde o socialismo totalitário recuperar em tão pouco tempo tanto terreno perdido e sem nenhuma significativa resistência? Como ele conseguiu fazer tanto progresso nos EUA? "Contrariamente às expectativas de alguns," Bukovsky lamenta, "o colapso dos regimes comunistas no Leste não trouxe qualquer sobriedade ao Ocidente para uma reavaliação de seus valores. Enquanto nós falamos, uma nova versão de União Soviética é forçada a uma maioria silenciosa das nações européias: a União Européia. É certo que é uma cópia muito empalidecida da União Soviética; mas de qualquer modo já uma cópia. Já nos disseram que haverá uma polícia, Europol, algum tipo de versão da KGB, que irá nos policiar em 32 acusações de crimes, duas das quais são particularmente interessantes porque não existem como crime no código penal de nenhuma nação: que são o crime de racismo e o crime de xenofobia. E já nos explicaram que aqueles de nós que se opuserem às políticas de imigração da União Européia serão acusados de crime de racismo, e quem se opuser à União Européia será acusado de crime de xenofobia. Bem, sempre vale saber sob qual artigo você vai pra cadeia."

O politicamente correto parece irresistível. A verdade não pertence à maioria dos seres humanos. Eles não são soldados para a verdade. Em vez, são vítimas da mentira. Somente uma minoria resiste, pelo processo do sofrimento - como a própria verdade sofre. Bukovsky disse no Fórum da Liberdade de Oslo que a utopia socialista é um empreendimento criminoso. Não pode ser de outro jeito. E como tal, ele explica, deveria ter sido posto em julgamento em 1992. Mas não houve nenhum julgamento.

Segundo Bukovsky, "(em 1992) Eu... tive acesso aos arquivos do Comitê Central do Politburo; e o que descobri lá explica porque o Ocidente estava tão inflexível contra um julgamento de Nuremberg em Moscou. Para começar, muitíssimas personalidades ocidentais da política, dos negócios e do mundo cultural mantinham colaboração secreta com Moscou, o que teria sido um imenso choque para o ocidente se fosse revelado. E ninguém queria esse choque. Mas mais importante, teria sido um choque ideológico. Durante todo o fim da União Soviética, segundo os documentos que vi, numerosos líderes do Ocidente, particularmente da esquerda, viriam à Rússia, à União Soviética, alarmados com a perspectiva do colapso. Agora pense nisto, nós trabalhamos toda nossa vida para ver aquele colapso e, no momento crucial quando ele estava por acontecer, o mundo inteiro estava tentando salvá-lo. E qual era a explicação? Por que eles foram tão inflexíveis apoiando o regime em desintegração? Oh, porque, como dizem, e eu cito: 'o colapso do socialismo no Leste pode levar à crise esta idéia no Ocidente.' Então o que eles estavam tentando salvar era sua própria ilusão, sua própria utopia de socialismo, condenando nossos países..."

A KGB e o Partido Comunista da União Soviética não estavam sem aliados em 1992, e eles não estão sem aliados hoje. Os socialistas soviéticos são parte de uma grande irmandade que inclui socialistas americanos e europeus ocidentais. O crime de forçar uma utopia socialista no mundo ainda é sua meta. Aqueles que "forçam uma utopia sobre as pessoas estão cometendo um crime," Bukovsky declarou. Este é legado do socialismo. Se não pudermos aprender com ele, então a gigantesca tragédia da opressão soviética "não terá qualquer significado."

No Fórum da Liberdade de Oslo, Bukovsky exigiu "rendição incondicional de nosso inimigo..." E então, ele disse, nós temos que submetê-los a julgamento. "Disseram-nos (em 1992) que nós estávamos tentando montar uma caça às bruxas," disse Bukovsky. "Bem, hoje as bruxas retornaram e nos estão caçando." O Kremlin está empenhado em um maciço programa de rearmamento. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos estão se desarmando. Aqueles que poderiam resistir foram neutralizados. Uma pequena minoria de organizadores, oficiais da KGB, agentes de influência e companheiros de viagem efetivamente viraram a mesa no mundo livre.

A crise final nos aguarda, e Bukovski nos diz que temos uma escolha: ser soldados contra o socialismo ou ser suas vítimas.

Tradução: Pedro Laini para o site "Mídia Sem Máscara".


Jeffrey R. Nyquist, é colunista, editor e um renomado expert em geopolítica e relações internacionais. Jeffery Nyquist é formado em sociologia política pela Universidade da Califórnia, é também o autor do livro "Origins of the Fourth World War". Tem também vários artigos de sua autoria publicados em web sites tais como: sierratimes.com, worldnetdaily.com, financialsense.com, e newsmax.com. Nyquist defende o ponto de vista que a queda da União Soviética foi uma ação premeditada para incentivar o ocidente a se desarmar, e que os comunistas estão no controle até hoje. Este ponto de vista foi primeiramente exposto pelo desertor soviético, Anatoly Golitsyn, em seu livro "New Lies For Old: The Communist Strategy of Deception and Disinformation". J.R. Nyquist mantém também o site "JRNyquist.com".

Coluna Semanal: Publicada no site "FINANCIAL SENSE".
Veja: Bootlead

O PERIGO DO "MST"!

Enquanto o MST e o governo agem, as instituições e o povo continuam indiferentes ao crescimento desse monstro que um dia fatalmente irá devorá-los impiedosamente.
Meta do MST: tomar o Poder e transformar o Brasil em nova União Soviética :
Ainda há quem acredite que o MST deseja de fato resolver um problema de terra para o trabalhador rural! E tal idéia esquisita existe até em não poucos dirigentes do País. Entretanto o movimento alardeia, para quem quiser ver e ouvir, estar alinhado a uma internacional de esquerda, que trabalha para tomar o Poder e impor ao Brasil um regime de tipo marxista. Um "Curso de capacitação de militâncias do Cone Sul" foi realizado de 19 de abril a 8 de maio, em Sidrolândia (MS), contando com a presença de brasileiros, argentinos, chilenos, paraguaios e bolivianos. Promovido pelo MST juntamente com uma tal de CLOC (Coordenadoria Latino-Americana de Organizações do Campo), o Curso teve como palco um antigo seminário dos padres capuchinhos, atualmente dirigido por dois frades, sob o nome de Centro Cultural São Francisco de Assis. Ali estavam reunidas as várias siglas da esquerda: CUT, CONTAG, PT, CPT e algumas ONGs internacionais. Presente na inauguração o governador do Estado, conhecido como Zeca do PT. Temos em mãos o documento final que emitiram (*). Embora se apresente como um documento do MST e seja uma análise (marxista) da realidade brasileira, é quase todo ele escrito em língua espanhola, o que é muito suspeito.
Dinheiro para tomar o Poder e apoio das paróquias :
Entre as normas e diretrizes ministradas no Curso, estava a de que "dinheiro não é nem será problema para bloquear estradas, promover invasões em todo o País". Visam ainda "a tomada dos bens de produção". Os caminhos a trilhar para "a libertação do proletariado" são "a Reforma Agrária e o socialismo". Para isso são válidas "todas as formas de luta possível, tendo sempre em mente o poder". Assim, os militantes "devem saber combinar táticas para atacar em diferentes pontos do País". Os frades forneciam café da manhã, almoço e jantar. Comida farta e diária barata: R$ 8,00 por pessoa. Aliás, a imensa importância logística de milhares de paróquias espalhadas por todo o território nacional, interligadas e conectadas, "muito contribuiu para desenvolver o MST, através de suas pastorais", reconhece a organização. Poder-se-ia acrescentar ainda que a "esquerda católica" é a verdadeira mentora ideológica do MST e sua contínua inspiradora e propulsora. A colaboração da imprensa é indispensável: "a necessidade de promover ações para aparecer na imprensa". Confissão estarrecedora: as verdadeiras intenções
A chamada luta contra o latifúndio, outra coisa não é senão a velha luta de classes marxista. Pois o MST "é também um movimento político, porque ao lutar pela Reforma Agrária no Brasil, atinge diretamente os interesses da oligarquia rural e do Estado". E ainda: "a luta adquire um caráter político e de classe".
As lições de marxismo se sucederam durante o Curso:
Confessam agora que a Reforma Agrária não é feita para melhorar a condição econômica do lavrador pobre e sim por razões político-ideológicas: "A luta pela terra" passou "do plano da conquista econômica para a luta política contra o Estado e não simplesmente contra o latifundiário". Por isso, "apenas ocupar a terra para trabalhar é uma posição já superada que não se sustentará". "Os dirigentes possuem um sonho revolucionário, que é construir sobre os escombros do capitalismo uma sociedade socialista". Uma verdadeira inquisição deve exercer cuidadosa "vigilância para evitar desvios ideológicos; por menores que estes pareçam, deve-se procurar eliminá-los, pois poderiam pouco a pouco ganhar força e transformar-se em tendências dentro da organização". Seria uma ingenuidade perigosa achar que os assentamentos de Reforma Agrária são planejados para que agricultores neles produzam. Antes de qualquer coisa, eles constituem uma base de operação para o MST, uma rede capaz de agir em todo o País num momento dado. Daí "a organização dos núcleos, os grupos-motores, dentro dos assentamentos, onde está constituída a base do MST". É preciso promover "a organização social dos assentados". Apresentam ainda, em 15 páginas, "um resumo geral sobre a história da Humanidade desde os tempos das cavernas", onde tudo é interpretado segundo a ótica marxista. Talvez em nenhum outro lugar do documento se possa apreciar uma junção tão extravagante entre a parcialidade ideológica e o ridículo. O pobre leitor se vê arrastado através das várias épocas da História até chegar à "luta dos trabalhadores rumo ao socialismo". Dessa luta são apresentados marcos importantes como a Revolução comunista de 1917 que criou a União Soviética, incluídas nela, em 1945, várias nações. Só que, curiosamente, a cronologia que começara com a criação do mundo, pára de repente em 1979, de modo que o leitor não fica sabendo que o socialismo fracassou rotundamente em todos esses países e que a União Soviética caiu de podre! Mais ainda, o marco final, de 1979, é a tomada do governo da Nicarágua pelos sandinistas. Oculta-se, pois, que estes há muito tempo foram apeados do poder pelo voto popular. Será que os autores desse "resumo geral sobre a história" querem incutir em sua massa de manobra a idéia de que o mundo acabou em 1979!? Viveríamos agora no limbo? Ou talvez no purgatório?
Trabalho... junto ao povo para obter seu apoio :
O fato de que a opinião pública (a "massa") não concorda com a ideologia dos dirigentes do MST também vem aludido no documento final. Propõe-se então desenvolver uma ação que vise mudar as convicções das pessoas para torná-las revolucionárias: "A massa pode não ter consciência dos problemas que tem" por isso "os dirigentes precisam saber formular propostas e ter capacidade de convencer a massa de que estas propostas são as melhores". "A massa por si só não se organiza", então deve haver um "grupo" que a dirija: "as tarefas de massa devem ser preparadas e discutidas no grupo .... os grupos dão forma e corpo ao trabalho de massa". "Muitas vezes as aspirações dos dirigentes não são as mesmas da massa. Nesse caso, é preciso desenvolver um trabalho ideológico para fazer com que as aspirações da massa adquiram caráter político e revolucionário". Há nesses textos uma confissão indireta mas preciosa de que as tais aspirações das massas, das quais os revolucionários se fazem porta-vozes, não passam de uma balela para enganar otários. Na verdade, trata-se de uma "elite" (melhor se diria uma anti-elite), intoxicada de princípios marxistas e que deseja fazer a opinião pública engolir esses princípios de qualquer modo: se não o consegue pela persuasão, é pela propaganda ou pela força. O fato é que a Reforma Agrária continua sendo imposta à revelia da população brasileira. A maior parte dos brasileiros desconhece o assunto. Pesquisa feita pela MCI-Marketing constatou que 64% dos entrevistados desconhecem inteiramente o tema Reforma Agrária. Ademais, 91% dizem que "o governo deveria divulgar mais informações" sobre o assunto. É impossível não lembrar aqui a lucidez de visão do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que com tanta antecedência e em numerosas ocasiões, denunciou esse divórcio existente entre as cúpulas revolucionárias e a opinião pública. Divórcio que é sentido na própria carne tanto pelos dirigentes da guerrilha colombiana, do Sendero Luminoso, como do MST ou de qualquer outro movimento que anseia tomar o poder para impor regimes de índole comunista. E no fim do Curso, vem uma afirmação que equivale a um aviso para todos os brasileiros: "Os audazes sempre prevalecem sobre os medrosos". Ou seja, se houver um acovardamento daqueles que não concordam com o MST, as teses marxistas do movimento dominarão o Brasil, como a minoria comunista tomou conta da Rússia em 1917. A transparência das intenções do MST é total, diz um diário paulistano: a sensação é a de uma "declaração formal de guerra ao Estado Democrático". Apesar disso, o MST "não é perturbado pelas autoridades do governo"//.
(GregórioVivancoLopes).
Fonte: CPI BRASIL

COMPANHEIRO ISCARIOTES

Dora Kramer

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio da Silva pode ser, e é, um político ardiloso. Mas não é um homem corajoso. Tampouco é um líder renovador. Não bate de frente com ninguém que possa vir a lhe ser útil amanhã, não enfrenta questões polêmicas, não compra brigas difíceis nem aceita disputa com igualdade de condições, só entra em conflitos protegido por escudos e, sobretudo, não confronta paradigmas.

Na dúvida, prefere a rendição. E pior, na condição de chefe da Nação, não hesita em classificar o Brasil como um país fadado a fazer política ao rés do chão e de mãos sujas. Na entrevista publicada na Folha de S.Paulo de quinta-feira, Lula pretendeu demonstrar pragmatismo, mas o que exibiu mesmo foi um imenso conformismo, incurável conservadorismo e oceânica indiferença em relação a qualquer coisa que não tenha a ver com sua pessoa. “No Brasil, Jesus teria que se aliar a Judas”, disse, como justificativa à sua tolerância para com a ausência de limites entre o público e o privado na operação da política brasileira.

Não é a primeira vez que o presidente se põe no patamar de divindade nem é inédita a manifestação de complacência em relação às piores práticas e seus praticantes. O exemplo, porém, agora foi mais infeliz do que nunca.

Desrespeitoso do ponto de vista religioso – ainda mais para quem preside a maior nação cristã do mundo – e ignorante do que tange ao registro histórico. Jesus, bem lembrou o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Dimas Lara Barbosa, não se aliou aos fariseus e penou exatamente por se manter fiel aos seus princípios.

Não se imagina que um político, nem mesmo um presidente da República, possa se conduzir por parâmetros santificados. Daí não ser aceitável também que dê ares sagrados aos seus atos. Contudo, espera-se de lideranças políticas – principalmente daquelas detentoras da admiração popular e que tenham feito carreira apresentando-se como arautos da mudança – que não se acomodem. Não compactuem, que usem seus melhores atributos para melhorar os defeitos que os fizeram crescer no imaginário da população como a materialização do bem contra o mal.

Em Lula, a figura do progressista, um mito alimentado por duas décadas de ofício oposicionista, não resistiu ao poder. Bem como o símbolo da luta em prol da depuração dos costumes e defesa da ética mostrou seus pés de barro ao adentrar o Palácio do Planalto.

Antes de se especializar como comandante das tropas do mau combate, sempre se alinhando às piores causas, jamais vocalizando os melhores valores, Lula abandonou as reformas.

Algumas delas apresentou pró-forma ao Congresso, como a tributária, a política, a previdenciária, mas ou não lutou por elas ou as deixou pelo meio do caminho. Outras, como a trabalhista e a sindical, simplesmente ignorou. Para não arbitrar conflitos e, assim, correr o risco de se confrontar com setores que lhe poderiam ser úteis.

Lula não é um homem que tome posições e brigue por elas. Não gosta de perder. Talvez considere que já tenha dado ao país sua cota nas três derrotas eleitorais antes de conseguir se eleger presidente. Uma vez conquistado o poder, usa seus instrumentos como um fim em si mesmo.

Ao longo de dois mandatos quase completos, o presidente Lula em nenhum momento sequer sinalizou disposição de empregar suas energias para ajudar a política brasileira a se modernizar. Ao contrário, valeu-se do atraso e apostou em seu aprofundamento.

Ao ponto de, na mesma entrevista, ter atribuído ao presidente do Senado, José Sarney, alguém a quem não hesitava ofender chamando de “ladrão” quando atuava como oposicionista, a condição de guardião da “segurança institucional” do Brasil.

Segundo ele, sustentou Sarney no cargo, a despeito de denúncias e mentiras confessadas, porque representava uma “garantia” ao Estado brasileiro. Não, significava uma caução para o controle do Executivo sobre o Senado, como admite na frase seguinte. A oposição, afirmou o presidente, faria “um inferno” no país, caso Sarney fosse afastado dando lugar ao vice, Marconi Perillo, cujo grande defeito foi ter dito de público que havia alertado Lula sobre a existência do mensalão no Congresso.

“Não entendi por que os mesmos que elegeram Sarney um mês depois queriam derrubá-lo”, declarou, fingindo-se de ingênuo, pois não faltaram fatos para propiciar a sua excelência perfeito entendimento a respeito da situação, perfeitamente compreendida pela bancada de seu partido no Senado.

O presidente, que outro dia mesmo reclamava dos políticos de “duas caras”, de novo encarnou a simbologia do mau exemplo. Convalidou, pela enésima vez, as práticas nefastas que passou a vida dizendo que precisavam ser combatidas.

Isso é pior do que ter duas caras: é jogar no lixo uma trajetória, enterrar uma biografia, é trair uma legião de brasileiros que o elegeu acreditando nas promessas de mudança.

Gazeta do Povo

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

PELÉ: O REI DO FUTEBOL

Há exatos 19 anos, o Jornal do Brasil prestava homenagem a aquele que é considerado ainda hoje, no dia em que completa 69 anos e 32 anos após sua despedida dos campos, o mais famosos futebolista do Brasil e do mundo: Pelé, o Rei do futebol. Antes de alcançar a fama e fazer história no esporte, Pelé nasceu Edison Arantes do Nascimento, na pequena cidade de Três corações, Minas Gerais. Filho de Celeste Arantes e de João Ramos do Nascimento, um conhecido futebolista no sul de Minas, Pelé manifestou sua vocação para jogador de futebol quando ainda era criança. Por isso, sua carreira futebolística começou cedo e, aos 15 anos, com a ajuda de um antigo jogador da seleção brasileira chamado Waldemar de Brito, o menino entrou para seu primeiro clube profissional, o Santos Futebol Clube. No dia do teste do menino, Waldemar profetizaria aos diretores do clube: “Este garoto ainda será o maior jogador de futebol do mundo”. Dez meses depois, Pelé já disputava sua primeira partida pela seleção brasileira e marcava seu primeiro gol pelo Brasil.
No Santos, Pelé jogou por quase 18 anos e foi artilheiro do campeonato paulista 11 vezes. Pela seleção, participou de quatro Copas do Mundo, sagrando-se campeão mundial em três delas: 1958, 1962 e 1970. Em 1975, Pelé foi para os EUA, para jogar no time norte-americano New York Cosmos, onde encerrou sua carreira, em 1977, numa partida amistosa contra o Santos, jogando em cada tempo em um dos time. Entre 1995 e 1998, foi ministro dos Esportes no Brasil. Hoje, ainda é considerado uma das principais autoridades do mundo dos esportes, tendo auxiliado na candidatura do Rio de Janeiro às olimpíadas de 2016.

O melhor jogador do mundo
Durante sua brilhante carreira, Pelé participou de 1.375 partidas, marcou 1.284 gols e recebeu inúmeros prêmios, mesmo depois de sua aposentadoria dos campos. Em 1981, o jornal francês L’Equipe lhe concedeu o título de Atleta do Século de todos os esportes. Pelé voltou a obter o título em 1999, dessa vez concedido pelos jornalistas da Agência de Notícias Reuters. O título de Jogador de Futebol do Século veio em 1999, pela UNICEF, pela revista France Football, pela Federação Internacional de Estatística e História do Futebol e, em 2000, pela Federação Internacional de Futebol (FIFA).(JBlog).

DIA DA AVIAÇÃO

1906 - Santos Dumont faz, em Bagatelle, vôo de cerca de 50 metros com o 14-Bis, conquistando a Taça Archdeacon, sendo considerada a primeira vez que uma aeronave desliza e decola utilizando apenas suas próprias forças.

Alberto Santos-Dumont nasceu em 20 de julho de 1873, no sítio Cabangu, Distrito de Palmira, atual Santos Dumont-MG. Filho de Henrique Dumont, de ascendência francesa, engenheiro e cafeicultor e de Francisca de Paula Santos.
Tendo dedicado sua vida à aviação, Santos-Dumont foi o primeiro aeronauta a alcançar, definitivamente, a dirigibilidade dos balões e a voar num aparelho mais-pesado-que-o-ar com propulsão própria.

Alberto Santos-Dumont é considerado o Pai da Aviação. A Lei 3.636, de 22 de setembro de 1959, concedeu-lhe o posto honorífico de Marechal-do-Ar.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O JUDAS


Sarney é questionado sobre contratação de servidores

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

Parlamentares de diversos partidos pediram explicações nesta quarta-feira ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sobre proposta em discussão na Mesa Diretora da Casa que permite a contratação de novos servidores para a instituição sem concurso público.

Apesar de Sarney negar que o Senado esteja disposto a contratar servidores sem concurso, parlamentares consideraram estranho o fato estar em discussão na Mesa.

A polêmica teve início depois que o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) questionou Sarney sobre reportagem, publicada no jornal do Senado, com a informação de que o Conselho de Administração da Casa havia elaborado uma minuta de projeto com mudanças nos gabinetes dos parlamentares --o que incluiria contratar novos servidores ou chefes de gabinetes sem concurso.

Suplicy pediu explicações publicamente a Sarney, num gesto que foi seguido por outros parlamentares.

"O Conselho de Administração, que não possui como membros efetivos funcionários da carreira que trabalham nos gabinetes, tem legitimidade para propor projeto de resolução que altere a conformação de pessoal nos gabinetes de senadores? A matéria pode ser aprovada pela Mesa Diretora sem que os senadores possam discuti-la?", questionou Suplicy.

Sarney disse que não haverá a criação de novos cargos na Casa, mas prometeu submeter o estudo em execução pela Mesa Diretora aos demais parlamentares. "Essa é uma orientação que a Mesa tomou. Na hora que definirmos o projeto, deve ser na próxima semana, vamos submeter o estudo a todos os parlamentares, os quais terão tempo para opinar sobre isso. Depois de receberem essa contribuição, teremos uma sessão administrativa, só administrativa, para a votação da reforma", afirmou.

Segundo Suplicy, a mudança na estrutura dos gabinetes dos parlamentares está sugerida no relatório da FGV (Fundação Getúlio Vargas) que fez uma espécie de raio-x na Casa Legislativa. Sarney prometeu executar uma ampla reforma administrativa no Senado depois da crise que atingiu a instituição com base nas propostas apresentadas pela fundação.

Entre as sugestões, estaria a de permitir aos senadores contratar chefes de gabinete sem concurso público, o que abriria brechas para indicações políticas ao Senado. Também estaria prevista, na proposta, a criação de 102 cargos comissionados nos gabinetes de senadores e líderes, com salários em torno de R$ 9 mil.

Para o senador Papaléo Paes (PSDB-AP), o Senado não deve criar novos cargos depois de ter sua imagem desgastada junto à opinião pública nos últimos meses. "Sou a favor que permaneçam os servidores da Casa. Como justificar se eu trouxer alguém do Amapá para ser meu chefe de gabinete? Isso não se justifica", afirmou Paes.

O líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse que foi procurado por chefes de gabinetes preocupados com a suposta mudança na estrutura da Casa. "Pensar em contratar 102 pessoas a essa altura seria insensatez. Todos nós conhecemos os nossos chefes de gabinete, são todos funcionários da melhor qualificação. Não há porque mexer em time que vai bem", disse Agripino.


O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O MAIOR MOURÃOENSE DA HISTÓRIA

O engenheiro agrônomo, líder empresarial, diretor-presidente e idealizador da Coamo Agroindustrial Cooperativa, José Aroldo Gallassini, recebeu na manhã de segunda feira passada no salão do Paraná Palace Hotel, o título de “Maior Mourãoense da História”. A honraria foi outorgada pelo jornal Tribuna do Interior, em comemoração aos seus 41 anos de fundação e também aos 62 anos do Município de Campo Mourão, completados este ano.
O diretor do jornal Tribuna e presidente da Associação dos Jornais do Interior do Brasil, Nery José Thomé, disse que a eleição do presidente da Coamo foi merecida e justa em função dos relevantes trabalhos a frente da Coamo e da Credicoamo, e da sua participação nas ações em prol do Município de Campo Mourão.
"Agradecemos aos 61 jurados e os leitores que votaram pela Internet dando a credibilidade necessária a este projeto através de votação espontânea sem lista prévia de nomes para serem votados. Precisamos ver as coisas boas que a nossa cidade tem, lembrar do passado e de quem fez e faz a nossa história, e ajudou transformar a nossa Campo Mourão. Com isso, mostramos aos mais novos os exemplos positivos visando o desenvolvimento da nossa cidade. O doutor, Aroldo eleito o Mourãoense mais importante na história de Campo Mourão, dispensa comentários, por se tratar de uma pessoa íntegra, honesta, idealista e comprometida com as causas sociais e o desenvolvimento do nosso Município", justifica Thomé.
Na foto, Gallassini ao lado de Ricardo Calderari, Nery Thomé, Nelson Tureck, Dorlly Thomé e Jair Elias. Ele agradeceu a iniciativa e lembrou um pouco da sua história e das ações na comunidade. "Já tenho 42 anos de Campo Mourão e aqui recebei com muita emoção o título de cidadão honorário, estou emocionado novamente por receber esta honraria concedida por um júri de 61 pessoas e mais um voto da internet. Agradeço e partilho com todos os nossos cooperados, diretoria e funcionários este prêmio que é concedido pela comunidade de forma espontânea. Aqui participamos de muitas ações ao longo desses anos, do Colégio Afirmativo, da Santa Casa e da melhoria em diversas áreas. Sozinho ninguém faz nada, mas juntos somos muito mais forte. Moramos numa cidade que tem boa qualidade de vida e pessoas interessadas e voltadas para o bem comum.". Fotos de Vanderlei Camargo, da Assessoria Coamo.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NINGUÉM NASCE BANDIDO


OS FILHOS DA FRAUDE DA ABERTURA DEMOCRÁTICA


Ninguém nasce para ser bandido. É a degradação moral da sociedade a universidade aberta dos criminosos.
Assim como o menino que foi arrastado durante bairros – assim como centenas de assassinatos brutais de inocentes incluindo dezenas de policiais que tombam no combate ao crime – o que aconteceu no Rio nesta semana será esquecido, pois a sociedade não tem mais esperança de que o país sofra alguma transformação que nos livre do risco, cada vez maior, de sairmos às ruas e não voltarmos para casa.
Nossa indignação não tem mais limites a começar pelo presidente que em um discurso, como sempre, eleitoreiro-leviano, anuncia a liberação de uma verba que já estava prevista no orçamento e, mesmo assim, levará mais de seis meses para ser disponibilizada para o desgoverno do Rio.
E o nosso governador, também um palhaço do Circo do Retirante Pinóquio, e seu prefeito que se vendeu ao petismo para se eleger? – Fazem troca de gentilezas com o mais sórdido político de nossa história. Seus pais devem estar se revirando nos túmulos pelo tipo de político em que seus filhos se transformaram.
Dinheiro para o MST não falta.
Dinheiro para as compras sem fiscalização dos cartões de crédito corporativo do poder executivo não falta.
Dinheiro para doar aos pobres de outros países no suborno internacional do petismo não falta.
Dinheiro para pagar os melhores salários do mundo para os “executivos públicos” dos podres poderes da República não falta.
Dinheiro para remunerar os mais bem pagos senadores, deputados e vereadores do mundo não falta.
Dinheiro para bancar a bilionária propaganda política do desgoverno petista não falta.
Dinheiro para o suborno incontrolável dos patifes esclarecidos não falta.
Dinheiro para obras faraônicas de ampliação das instalações dos covis de bandidos oficiais não falta.
Dinheiro para bancar o milionário turismo internacional do presidente não falta.
Dinheiro para financiar o mais grotesco assistencialismo comprador de votos de nossa história não falta.
Dinheiro para construir túnel para proteger os políticos dos eleitores não falta.
Dinheiro para pagar as mais altas taxas de juros do mundo para os investidores da explosiva dívida interna do desgoverno petista não falta.
Dinheiro para pagar o maior agigantamento do poder público de nossa história não falta.
Enfim, não falta dinheiro para bancar as canalhices contra os cidadãos que trabalham mais de cinco meses por ano para sustentar as patifarias do poder público.
O que a sociedade, na verdade, está presenciando é um lento processo de tomada do poder, uma luta que de um lado estão os que trabalham por um país mais digno e justo. Do outro uma classe de patifes esclarecidos que se aproveitaram da fraude da abertura democrática para, junto com os canalhas do submundo comuno-sindical, minarem as raízes das relações sociais para efetivarem um golpe de tomada do poder.
Os sinais desse golpe são evidenciados em um artigo de Ana Prudente:
“Invasões pelo MST e Via Campesina no Brasil inteiro, com ilimitados recursos financeiros do poder público e estrangeiro
Sabotagens a hidroelétricas, sendo que por pelo menos duas vezes já conseguiram apagar vários estados do país simultaneamente.
Índios do Brasil inteiro, que sempre viveram em paz passaram a invadir prédios, seqüestrar funcionários, fechar rodovias.
Bloqueio de estradas são constantes pelo MST, em todos os estados.
Rebeliões em favelas no Rio e SP incendeiam ônibus, colocando sempre a culpa na força pública pelas mortes resultantes.
Corriqueiras apreensões de drogas e armas entrando pelas fronteiras no Brasil.
Arrastões em condomínios da classe alta tornaram-se frequentes no eixo Rio/SP
Libertação de presos, assassinos, estupradores, por não ter mais vagas nas cadeias.
Diminuição de penas, liberdade condicional regime semi-aberto sem critérios ou avaliação profissional.
Implantação de cotas, incentivando o racismo . Escolas ensinando o ódio entre raças me classes.
Completo descaso com a saúde, pessoas morrendo sem atendimento, sem vagas nos hospitais, sem médicos, sem remédios.
Tentativa de controle da mídia (oficializar), embora em sua maior parte o Executivo já dite as regras.
E mais, muito mais...”
“Tudo isso, sem se mencionar o, também, quase total apoio do poder Executivo nos poderes Legislativo e Judiciário (esta última frase foi alterada para dar mais ênfase ao seu objetivo).”
Acrescento: depósitos de armas no interior do país para serem utilizadas do dia do golpe final do PT para enfrentar qualquer arroubo patriótico da caserna apodrecida.
Uma visão aérea do Rio de Janeiro evidencia que viramos um município em um processo incontrolável de formação de guetos residenciais onde foram entulhados seres humanos vítimas das CANALHICES dos políticos, esses sim os maiores responsáveis pelo genocídio que se alastra no país por absoluta responsabilidade do poder público que apodreceu e virou um covil de bandidos, ricos, bem armados, com seguranças particulares e mantendo-se distante de levar uma bala perdida nas suas cabeças criminosas.


NINGUÉM NASCE PARA SER BANDIDO!

O bandido assim é formado pela omissão e covardia de uma sociedade de patifes esclarecidos irresponsáveis e inconseqüentes que se associaram à canalha da política pela ação do suborno para praticar o ilícito como valor fundamental de suas vidas nojentas e criminosas de colarinho branco.
OS MENOS FAVORECIDOS NÃO NASCEM BÁRBAROS.
Os bárbaros assim são feitos por influência direta da degradação moral da sociedade, da falência da educação, da falência das condições sociais para se viver, morar e trabalhar.
Quem consome droga? – O pobre ou o trabalho honesto? – NÃO!
Quem consome mais de 90 % das drogas são as classes “médias e altas”, as classes onde vivem a maior parte dos PATIFES ESCLARECIDOS, especialmente o meio artístico, que tem grandes consumidores dos produtos do narcotráfico, e que dão absoluto apoio ao desgoverno do mais sórdido político de nossa história.
Esses canalhas da política e seus cúmplices patifes esclarecidos deveriam ser confinados dentro de uma favela e viver sob suas condições para entender o que acontece na mente de jovens e adolescentes que escolhem o caminho do crime como forma de sobrevivência, diante das agressões que sofrem e das limitações impostas às realizações de seus sonhos por falta de dinheiro, moradia digna, família estruturada, trabalho, educação, enfim, por falta de tudo o que diz respeito a uma vida digna.
À noite sentam-se diante de suas televisões e, depois de assistirem as estúpidas cenas das telenovelas da TV Globo – como, por exemplo – que evidenciam sempre a deformação do caráter como meio de sobrevivência e do sucesso financeiro, consolidam suas disposições para a busca do crime como solução de suas dificuldades de vida.
PATIFES, CANALHAS, CRIMINOSOS são os canalhas da política e seus cúmplices, os patifes esclarecidos.
O bandido que mata um policial, um cidadão inocente, ou derruba um helicóptero, é uma vítima desses desgraçados da política prostituída que fizeram da abertura democrática uma absurda fraude para chegar ao poder absoluto, agora nas mãos do mais sórdido e canalha político de nossa história.
Escutei de um adolescente: “vou fazer uma faculdade de direito para fazer um concurso público, pois lá é onde se ganha dinheiro fácil e vou ficar rico. O negócio é ser advogado, juiz, promotor ou fiscal. Se não der certo vou ser político, pois esse fica rico muito fácil e rápido”.
Observa-se uma frase estruturada, clara e objetiva demonstrando a grotesca deformação de valores presente no meio estudantil sob o comando da UNE.
Essas e muitas outras barbaridades se escutam nos points de reunião de adolescentes após suas aulas nas escolas ou nos campus universitários onde “cheirar” e colar para se livrar das avaliações de mérito é lugar comum.
Os ovos da serpente do submundo comuno sindical liderado pelo mais calhorda político de nossa história já tiveram suas cascas quebradas e os filhotes do decálogo de Lênin estão em todos os lugares assumindo o controle da sociedade, especialmente espalhados dentro do poder público.
ACORDA SOCIEDADE ESTÚPIDA!

UNAM-SE CIVIS E MILITARES, HOMENS E MULHERES DE BEM, PARA LIVRAR O PAÍS DESSA GERAÇÃO DE CANALHAS DA POLÍTICA E SEUS CÚMPLICES OS PATIFES ESCLARECIDOS, OU CONTINUEM CHORANDO SEUS MORTOS AGORA E DEPOIS DE 2010 À BEIRA DE UMA COVA COLETIVA ESCAVADA SEGUINDO AS ORDENS DADAS PELAS GANGUES DOS QUARENTAS QUE TOMARAM CONTA DO PODER PÚBLICO.

Mas, em vez de revolta nas ruas, deveremos ter uma passeata pela paz comandada pela Igreja e pelos ideólogos calhordas do desarmamento da sociedade refém dos bandidos, seguida pelos otários e imbecis dos contribuintes, enquanto os canalhas da política e seus cúmplices continuam roubando sem limites.
Não adianta o Retirante Pinóquio preparar um verdadeiro aparato de segurança para ex-presidentes pago pelos otários e imbecis dos contribuintes. Quando os “bárbaros” da revolução contra o comunismo petista perderem o controle e a paciência não haverá esquema de segurança suficiente para evitar a punição exemplar dos canalhas da fraude da abertura democrática e seus cúmplices e mandantes. Nem o passaporte para a Itália e a cidadania preventiva já obtida. Quem tem, tem medo.

Geraldo Almendra

20/outubro/2009

O CAMINHO PARA A TOMADA DO PODER

Sinais de uma guerra eminente que está sendo armada pelo Estado brasileiro


Diariamente recebo muitas mensagens (entre 300 e 400) e ultimamente algumas delas estão me chamando atenção. Elas falam de um sentimento muito forte de impotência ante as manobras pelas quais o Estado brasileiro vem se colocando justamente contra as pessoas de bem, que trabalham, que pagam seus impostos em dia, que não infringem as leis. Quero dizer que eu também estou me sentindo assim, um cansaço sem precedentes. Num túnel sem fim e sem luz. Precisamos nos preparar porque teremos dias piores pela frente. O que exponho a seguir não são meras coincidências. Por Ana Prudente

A revista Caros Amigos deste mês, que adora enaltecer Marx, Lênin, Chávez, Lula, MST e a bandidagem, traz uma entrevista exclusiva com um cidadão de codinome Ferréz, que se autodenomina um escritor marginal, com muito orgulho.

Nesta entrevista ele conta como o processo de criminalização da população pobre da periferia tem contribuído para acumular o ódio e faz um alerta: "Vai chegar um dia que uma agressão a um menino ou a uma menina vai virar uma revolução em São Paulo inteira".

Ele conta que nas favelas há regras fixadas e toda uma norma de conduta e de respeito que o Estado nunca conseguiu impor e afirma que quem impõe estas regras é o crime. Diz que as cadeias já estão neutralizadas por eles faz tempo. Em um de seus livros escreveu que é buscador de autoestima e incentivador do ódio no caos moderno. Que para levantar uma bandeira de paz de um lado, precisa levantar uma bandeira de ódio do outro - "A Bíblia ensinou isso pra gente. O senhor das batalhas que foi Jesus Cristo ensinou isso pra gente - você levanta uma espada com uma mão para poder coordenar a massa para um certo tipo de guerra".

Em outra citação na entrevista ele diz: "Então, aonde não chegou o poder público o crime chegou. Quando o poder público está cuidando da elite, o crime está cuidando de outra parte da cidade que é dele". Ele afirma também que o crime ainda não está organizado na cidade e que, quando não tem organização, aí a elite tem que ter medo.

Apenas relembrando algumas passagens registradas pelo Brasil, focando mais o eixo Rio/SP nas pontuais constantes:

Invasões do MST e Via Campesina no Brasil inteiro, com ilimitados recursos financeiros do poder público e estrangeiro
Sabotagens a hidroelétricas, sendo que pelo menos por duas vezes já conseguiram apagar vários Estados do país simultaneamente.
Índios do Brasil inteiro, que sempre viveram em paz passaram a invadir prédios, sequestrar funcionários, fechar rodovias.
Bloqueio de estradas pelo MST, em todos os Estados.
Rebeliões em favelas no Rio e SP; incendeiam ônibus e colocam a culpa na força pública pelas mortes resultantes.
Corriqueiras apreensões de drogas e armas entrando pelas fronteiras no Brasil.
Arrastões em condomínios da classe média alta tornaram-se frequentes no eixo Rio/SP
Libertação de presos, assassinos, estupradores, por não ter mais vagas nas cadeias.
Diminuição de penas, liberdade condicional, regime semi-aberto sem critérios ou avaliação profissional.
Implantação de cotas, incentivando o racismo. Escolas ensinando o ódio entre raças e classes.
Completo descaso com a saúde, pessoas morrendo sem atendimento, sem vagas nos hospitais, sem médicos, sem remédios.
Tentativa de controle da mídia (oficializar), embora em sua maior parte o Executivo já dite as regras.

E mais, muito mais.......Tudo isso, sem falar do quase total comando do poder Executivo sobre os poderes Legislativo e Judiciário.

Marcantes
- Maio de 2001 - prisão de Fernandinho Beira-mar, ligado às FARC e que abastece até hoje o tráfico de armas e drogas de dentro da prisão.
- Outubro de 2005 - Falharam na tentativa de desarmar o cidadão de bem, o que daria mais poder aos criminosos e ao tráfico de armas. Continuam tentando.
- Maio de 2006 - ataques do PCC na cidade de São Paulo com armamento pesado - com risco de se abrirem os portões das prisões.
- Agosto 2007 - prisão do narcotraficante Juan Carlos Abadia, que abastecia tráfico de armas e drogas.
- Outubro 2008 - Policia Militar é jogada contra Policia Civil por ordens do governador. Clima de guerra entre amigos.
- Outubro 2009 - ataques no RJ e queda de helicóptero da policia com armamento pesado provavelmente vindo da Bolívia.

Denúncias anônimas nem sempre são irrelevantes. Pesquisando sobre o MST, encontrei esta, bastante recente: Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Governistas retiram assinatura e CPI mista do MST"

"Tenho um primo irmão participa das reuniões do MST, eu sou bancário e nunca fui com a cara do Lula. Meu primo contou que o Brasil vai mudar muito, não existira mais escolas particulares e nem empresas. As escolas serão todas misturadas com MST, desde o 1 grau até Universidade. Quem chiar vai morrer ou apanhar. Os deputados sabem disto e não querem ficar sem suas empresas. Os senhores que são jornalistas, mandem alguém entrar nesse meio e descobrir os planos que são marginais. A reunião se deu em MG, e no RGS há um mês".

Eu sei que daqui uns 10 minutos, estarei com mais uma lista de ocorrências e arrependida de não tê-las listado aqui. Mas ficaria longo demais e não quero cansá-los. Minha intenção é apenas alertá-los para as ações em andamento, que começaram desde que este bando de defensores do comunismo se instalou no poder. Já vimos isso acontecer no século passado, o mesmo caminho para o qual estão nos guiando. Para dominar as massas, basta mantê-las em estado de medo, anestesiadas. Já está em andamento um verdadeiro genocídio, basta prestar atenção.

Se precisamos reagir? Claro que sim! Mas quando, onde, quem, como?

BOLSA FAMÍLIA: A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA COMPRA DO VOTO

O governo anuncia que vai inflar o Programa Bolsa Família. Mais recursos e mais beneficiados. Sobre as denúncias de irregularidades e desvio do dinheiro público na execução do programa, nenhuma providência. O objetivo agora é a eleição de 2010. A distribuição dos valores obedece estratégia eleitoreira. É a institucionalização da compra do voto. O Lula de ontem diria o mesmo. Veja o vídeo e confirme:

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O ARQUITETO DA MENTIRA

"Os mais nocivos mentirosos
são os que resvalam na orla da verdade.”
J. L. Hare, Guesses at Truth

Waldo Luís Viana (*)

A mentira, sem dúvida, possui uma estética, um ritual. A palavra “estética” vem do grego e significa “eu sinto”. Por conseguinte, a estética da mentira, o seu sentido, tem como propósito afetar diretamente nossa sensibilidade e nos convidar a não resistir...Um cultor da mentira como estética era Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler, que aconselhava: "uma mentira, repetida mil vezes, acaba se tornando verdade", no que relembrava Voltaire, que, no século XVIII afirmava: "caluniai, caluniai, alguma coisa fica."


Contra essa estética viciosa, insurgiu-se, por sua vez, Sir Bertrand Russell, quando assinalou: “uma mentira, repetida por 50 milhões de pessoas, continua sendo uma mentira.”

No Brasil, temos hoje um povo que só deseja acreditar, sem reservas, em Lula. É atraído profundamente pela figura carismática do presidente, que entra pelos sentidos, participa do dia-a-dia de todos e procura afirmar-se como um pai, como Getúlio Vargas desejou ser no passado.

O presidente fala sem intermediários ao povo, que, sem nenhum exagero, procura se ajoelhar diante dele, como se fosse um mito, mesmo que aquele lhe ofereça apenas promessas, mentiras e migalhas.


As elites, por seu turno, também adoram Lula, lavando as mãos diante dele, porque “nunca na história deste país” ganharam tanto dinheiro, beneficiando-se com as políticas do governo, que jamais remexeram nos juros altos, capitais voláteis, superávits primários e no poder dos bancos. Já se disse, inclusive, que o governo Lula não passa de um governo Fernando Henrique com cesta básica...

Somos testemunhas de que quem já mentiu antes (“eu não sabia de nada!”), mentirá com muito mais convicção depois, tentando inclusive se convencer da própria mentira. Lembram-se da frase já clássica de José Dirceu: “estou quase convencido de minha inocência”? Nem Goebbels, em pleno regime nazista, faria melhor...

O povo, porém, embora soberano e pretensamente sabedor do que quer, percebe por intuição que tudo o que começa errado pode, um dia, terminar errado.

Afinal, existe cura para as patologias de nosso Congresso e de nossas elites?

Certamente que não.

Do mesmo modo, se aplicarmos as leis da entropia ao mundo social, sabemos que tudo muda preferencialmente para pior, quando as condições permanecem como estão.

E a situação real do povo, a desesperança e o desalento, acabarão por predominar a longo prazo, apesar da propaganda.

A mentira não sobrevive aos enormes períodos!

Mesmo que venham por aí – como sempre – o Natal, o Carnaval e a Copa do Mundo (e as eleições gerais no país coincidem de propósito com o certame mundial!), as eleições de 2010 repetirão o mesmo modelo viciado e alienante que manterá tudo como está: serão eleitos deputados e senadores que têm muito dinheiro, domínio da mídia (o que é a mesma coisa) e representem os interesses das elites que neles investem.

A estrutura de corrupção permanecerá intacta, montadinha e sem fissuras, apesar da Polícia Federal, do Ministério Público e da Receita, que são instituições beneméritas do Estado, mas não têm força para combater o que está estabelecido e estabilizado no país.

Após as eleições, os corruptos ficarão em paz, cortando a carne do povo para se ressarcirem do que gastaram com os seus candidatos, completamente convencidos de que os homens bons foram extintos e que eles poderão dialogar, novamente, entre iguais.

O governo planeja construir uma eleição plebiscitária, na base do sim ou do não, que é melhor para os negócios. Lula pretende manter com o sucessor a política de externalização de capitais, que entram no país atraídos por juros altíssimos (ainda os maiores do planeta) e retornam gordos e remunerados para alentar o jogo especulativo do cassino mundial.

Todo esse dinheiro, que enriquece os rentistas externos, sustenta por sua vez a estabilidade política do governo no plano interno. Esta é a fórmula mágica da governança lulista para se manter indefinidamente no poder através de um preposto.

E o povo apenas deve ser chamado a legitimar esse quadro, só alcançando o jogo através da lógica de mocinho (o governo) e bandido (a oposição), como se a situação do país se resumisse a isso.

Lula sustentará a mentira de que não existe alternativa a não ser a continuação do seu governo através do candidato que ele escolher. Nem importa o nome, porque o projeto é o mesmo. A mentira repetida à farta torna-se verdade, basta ser dilatada por gigantesca máquina de convencimento com recursos internos e externos.

Para alcançar tal intento, Lula, contudo, precisa de um dócil adversário, que faça exatamente o que ele deseja. A provocação do governo está montada em torno de José Serra, o candidato mais fácil de derrotar, caso prevaleça a estética de falsa polarização.

Facilmente o candidato será confundido com o passado nebuloso dos tempos de Fernando Henrique, com crises, privatizações e apagões, deixando-se para perto do pleito as tradicionais mentiras de que o povo irá perder o bolsa-família, os direitos trabalhistas, garantidos desde Vargas, e as conquistas de inclusão pelas quais tanto lutou o governo Lula.

É talvez por isso que o governador de São Paulo exiba tanta indecisão em se fazer candidato: avalia os horizontes para não ser simplesmente usado, porque é muito difícil enfrentar a gigantesca máquina de propaganda e de mentiras do governo federal!

Os marqueteiros, devidamente azeitados por dinheiro vindo do exterior, ao estilo de empresas como Dusseldorf Company, Trade Link Bank, BAC Florida Bank e outras sediadas nas ilhas Cayman e Madeira, que já serviram como biombo em 2002 e 2006, farão a festa com caixa 2 e 3 ilimitados e impossíveis de rastrear em 2010, repetindo os padrões de corrupção a que todos estão acostumados.

Assim, os nossos tempos de mentira e corrupção institucionalizados com certeza predominarão, porque não existem forças no país capazes de se contrapor ao atual estado de coisas. Seria preciso um grande cataclismo, algum sofrimento brutal que despertasse ou aglutinasse o povo contra o governo, fenômeno muito difícil de ocorrer.

O brasileiro gosta desse clima de banho-maria, de otimismo injustificável, esperando um bem-estar que nunca vem, mas é posto sempre no futuro.

Nosso povo adora mentiras e ser sempre enganado para depois, reclamar dos impostos, das filas dos bancos e dos hospitais, do estado precário das estradas e dos transportes, da falta de saneamento e de habitações, sem falar nos salários de fome, na violência nas cidades e no desemprego dos jovens.

Quando vota, não se lembra que ficará à mercê dos mesmos políticos por quatro anos, num casamento indissolúvel renovado no período posterior, com os mesmos argumentos e mentiras. Afinal, a luta continua...

E Lula condensa em sua figura tudo isso: é o arquétipo dos sonhos do brasileiro comum que com ele se identifica. É adorado também pelas elites que precisam mentir para sobreviver. É o arquiteto da mentira e tem serviços prestados aos rentistas nacionais e internacionais. Tornou-se, portanto, um ser invulnerável como fiador de qualquer eleição.

É por isso que ninguém deseja enfrentá-lo.

Quem resistirá à mentira antecipada e esteticamente vitoriosa?

(*) Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e gosta de admirar o panorama, de seu exílio distante...
Resistência Democrática.