domingo, 14 de junho de 2009

GALERIA DE PREFEITOS DE CAMPO MOURÃO

Prefeitos: José Antonio dos Santos, Pedro Viriato de Souza Filho, Devete de Paula Xavier, Joaquim Teodoro de Oliveira, Daniel Portella e Roberto Brzezinski.
Prefeitos: Paulo Vinício Fortes, Antonio Teodoro de Oliveira, Miltom Luiz Pereira, Rosalino Mansuetto Salvadori, Augustinho Vecchi e Horácio Amaral.
Prefeitos: Renato Fernandes Silva, José Pochapski, Rubens Bueno, Tauillo Tezelli e Nelson José Turek.
SUCESSÃO DE PREFEITOS
NOS PERÍODOS ADMINISTRATIVOS DO MUNICÍPIO

Com a criação do Município em 10 de Outubro de 1947, por ato do governador do Estado do Paraná, Moysés Lupion, datado de 18/10/1947, assumiu a chefia do Executivo Municipal de Campo Mourão, em caráter provisório, o senhor José Antonio dos Santos (período de 70 dias, de 18/10 a 26/12/47. Eleito prefeito, nas eleições de 16/11/47 (primeira), o Sr. Pedro Viriato de Souza Filho (Pedro Parigot), tomou posse no dia 27/12/1947. Circunstanciado por enfermidade na família, licenciou-se a 20/05/50, sendo substituído, interinamente, pelo então presidente da Câmara, Sr. Devete de Paula Xavier, que permaneceu no cargo até 16/03/51, data em que o pedido de renúncia do prefeito Pedro Viriato de Souza Filho, formalizado a 05/03/51, para assumir cargo no Governo do Estado, foi acatada pela Câmara, assumindo a Prefeitura o presidente do Legislativo, Sr. Joaquim Teodoro de Oliveira.

Interessante e curioso o desdobramento político que se deu nesse dia 16/03/51, a Câmara reuniu-se em sessão extraordinária, pela manhã, para apreciar o pedido de renúncia do prefeito Pedro Viriato de Souza Filho, oportunidade em que seu presidente, Daniel Portella, também comunicou aos membros da Casa renúncia de seu cargo, em caráter irrevogável, por motivos particulares. Realizando-se nova eleição, o Sr. Joaquim Teodoro de Oliveira foi eleito presidente, Augusto Mendes dos Santos, 1º Secretário e Waldemar Roth, 2º Secretário. Às 16h30min desse mesmo dia, foi realizada uma segunda sessão extraordinária pela Câmara, para tratar sobre a vacância do cargo de Prefeito. Consultando-se a Lei Orgânica dos Municípios e a Constituição do Estado do Paraná, os Senhores Vereadores concluíram pela posse do Sr. Joaquim Teodoro de Oliveira, presidente recém eleito do Legislativo, assumindo a presidência da Câmara o 1º Secretário, Augusto Mendes dos Santos, e o Sr. Devete de Paula Xavier, que até então ocupava a chefia do Executivo, interinamente, retornava às suas funções de Vereador.

Para o período de 05/12/51 a 04/12/54, foi eleito Prefeito, Dr. Daniel Portella, que cumpriu integralmente o mandato.

O terceiro Prefeito eleito foi o Sr. Roberto Brzezinski, que governou o Município de 05/012/55 a 21/09/59, mandato interrompido em conseqüência de seu falecimento por acidente automobilístico. Foi substituído pelo presidente da Câmara, Dr. Paulo Vinício Fortes, que completou o período administrativo, findo em 04/12/59.

O Sr. Antonio Teodoro de Oliveira foi o quarto prefeito eleito, que cumpriu o mandato integralmente, no período de 05/12/59 a 04/12/63.

Para o período seguinte foi eleito prefeito, Dr. Miltom Luiz Pereira, que governou o Município de 05/12/63 a 29/04/67, quando renunciou para assumir cargo na Magistratura Federal. Em substituição, assumiu o vice-prefeito (cargo criado em 18/03/64, pela Emenda Constitucional nº 6/64) Rosalino Mansuetto Salvadori, que dirigiu o Executivo Municipal no período de 29/04/67 a 19/01/68, renunciando também, por motivos de saúde, assumindo então o comando do Município, completando o mandato, de 19/01/68 a 31/l0l/69, o presidente da Câmara Sr. Augustinho Vecchi.

Na sequência, eleito, assumiu a Prefeitura Dr. Horácio Amaral, tendo como vice-prefeito Dr. Munir Karan, este renunciou assumindo cargo na Magistratura Estadual e aquele cumpriu a mandato integralmente no período de 01/02/69 a 31/01/73.

O sétimo prefeito eleito foi Dr. Renato Fernandes Silva e vice-prefeito Dr. Iris Antonio Mazzuchetti, cumpriu mandato integral no período de 01/02/73 a 31/01/77.

A gestão seguinte, no período de 01/02/77 a 31/01/83 (mandato de seis anos, por força de prorrogação de mandato, determinado pela Legislação Eleitoral), foi do prefeito Sr. Augustinho Vecchi, tendo como vice-prefeito Dr. Namir Alcides Piacentini.

Para o período iniciado a 01/02/83, foram eleitos, prefeito: Prof. José Pochapski, vice-prefeito: Sr. José Pedroso Fabri, cujo mandato, também de seis anos de acordo com a Legislação Eleitoral expirou-se no dia 31/12/88.

De 01/01/89 a 31/12/92, pela terceira vez, assumiu os destinos do Município o Sr. Augustinho Vecchi, tendo como vice-prefeito Dr. José Elmo Alvares Linhares.

Rubens Bueno foi o prefeito que administrou o Município no período de 01/01/93 a 31/12/96, sendo seu vice-prefeito o Sr. Tauillo Tezelli.

O período administrativo, de 01/01/97 a 31/12/2000 teve como prefeito o Sr. Tauillo Tezelli e vice-prefeito o Sr. Márcio Fernando Nunes.

Reeleito, o Sr. Tauillo Tezelli administrou o Município de 01/01/2001 a 31/12/2004, tendo como vice-prefeito o Sr. Getúlio Ferrari Júnior.

No período de 01/01/2005 a 31/12/2008 foi prefeito do Município o Sr. Nelson José Turek e vice-prefeito Dr. Moacir Ciulla Porciúncula.

O período administrativo iniciado a 01/01/2009 temos como prefeito, reeleito, Sr. Nelson José Turek e vice-prefeita Sra. Regina Massaretto Bronzel Dubay, mandato que deverá encerrar-se a 31/12/2012.

FONTE LIVRO:


sábado, 13 de junho de 2009

POR QUE DÓI TANTO?

Hoje faz três anos que o Maykon partiu.
Sentimos sua ausência, temos saudades de sua convivência.
Abaixo publicamos aquilo que era sua crença, o que nos traz consolo, confortando-nos.
MAYKON esteja na Paz de DEUS.

Não há quem caminhe pelas estradas da vida sem que cruze, em algum momento, pelos caminhos da dor. Em um mundo inconstante, onde as certezas são relativas, a dor é processo quase que inevitável.

Algumas vezes, ela vem carregando consigo a separação de quem amamos, pelo fenômeno da morte. Outras vezes é a doença que se instala, no nosso ou no corpo alheio.

Outras ainda, a dor é o revés financeiro, que nos perturba a mente e desfaz alguns planos.

Seja qual for sua origem, a dor vai sempre provocar momentos de reflexão e análise. Ela é o freio que a vida faz em nosso cotidiano, em nossos valores, em nossas manias mesmo, provocando o questionamento das coisas da vida e dos caminhos que percorremos.

Nesse questionamento, alguns optam pelo caminho da revolta. São os que maldizem a Deus, que se veem injustiçados, pois não mereciam tal desdita, que não veem utilidade nenhuma na dor, a não ser o sofrimento pelo sofrimento.

Outros utilizam a dor como aprendizado. São os que entendem os mecanismos de Deus como justos, e Deus como infinitamente amoroso para cada um de nós. Isso porque se Deus é a síntese maior do amor, certamente Seus desígnios são pautados pelo amor.

As perguntas: Por que comigo? Será que eu mereço isso? Ou para que tudo isso? São os anseios de nossa alma a tentar entender as Leis da vida.

É necessário que repensemos qual o papel da dor para cada um de nós. Ela não é simples ferramenta de castigo de Deus, ou ainda, obra do acaso. Um Deus amoroso jamais agiria por acaso, ou castigaria Seus filhos.

Toda dor que nos surge é convite da vida para o progresso, para a reflexão, para a análise de nossos valores e de nosso caminhar.

Sempre que ela surge, traz consigo a oportunidade do aprendizado, que não se faria melhor de outra forma, caso contrário, Deus acharia outros caminhos.

Não que devamos ser apologistas da dor, e buscá-la a todo custo. De forma alguma. Deus nos oferece a inteligência, e os recursos das mais variadas ciências, para diminuir nossas dificuldades e dores.

Assim, para as dores da alma, devemos buscar os recursos da psicologia e da psiquiatria. Para as dificuldades do corpo físico, os recursos clínicos ou cirúrgicos.

Porém, quando todos esses recursos ainda se mostrarem limitados, a dor que nos resta é nosso cadinho de aprendizado. A partir daí, nossa resignação dinâmica perante os desígnios da vida nos ajudará a entender qual recado e qual lição a vida nos está oferecendo.

Quando começarmos a entender que a dor sempre vem acompanhada do aprendizado, começaremos a entender melhor a música da vida, e qual canção ela está nos convidando a aprender a cantar.

Afinal, nada que nos aconteça é obra do acaso. Somos herdeiros de nós mesmos, desde os dias do ontem, e hoje inevitavelmente nos encontramos com nossas heranças.

As carências de hoje é o que ontem desperdiçamos, e as dores que surgem são espinhos que colhemos agora, de um plantio que se fez deliberadamente nos caminhos percorridos.

A dor é mecanismo que a vida nos oferece de crescimento e aprendizado. Porém ela somente será necessária como ferramenta de progresso enquanto o amor não nos convencer e tomar conta do nosso coração.

A partir de então, não mais a dor será visita em nossa intimidade, pois toda ela estará tomada em plenitude pelo amor, que, como bem nos lembra o Apóstolo Pedro, é capaz de cobrir a multidão dos pecados.

"OBRA-PRIMA" DO PAC EM CUIABÁ, SANTARÉM

'Não fizeram nada de novo' e 'para governar o País não era preciso ter diploma universitário', diz Lula sobre antecessores.

Em um discurso de improviso no município de Laranjeiras, em Sergipe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta sexta-feira, 12, inúmeras críticas a seus antecessores. "Este país tem que ser governado mais com o coração que com a cabeça", afirmou, ressaltando que quando venceu as eleições, queria provar que para governar o País não era preciso ter diploma universitário. Segundo o presidente, os que vieram antes dele "não fizeram nada de novo" e ainda "deixaram estragar o que tinha"...

Do blog da Santa

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O Brasil explicado em galinhas...

por Luis Fernando Veríssimo

Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram
para a delegacia.

D - Delegado
L - Ladrão

D - Que vida mansa, hein, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!

L - Não era para mim não. Era para vender.

D - Pior, venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!

L - Mas eu vendia mais caro.

D - Mais caro?

L - Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas galinhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

D - Mas eram as mesmas galinhas, safado.

L - Os ovos das minhas eu pintava.

D - Que grande pilantra... (mas já havia um certo respeito no tom do delegado...) Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega..

L - Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.

D - E o que você faz com o lucro do seu negócio?

L - Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

D - Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

L - Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

D - E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?

L - Às vezes. Sabe como é.

D - Não sei não, excelência. Me explique.

L - É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora fui preso, finalmente vou para a cadeia. É uma experiência nova.

D - O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.

L - Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!

D - Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...

Adoniran Barbosa e Elis Regina - Relíquia


Encontro de Adoniran Barbosa e Elis Regina. Músicas: "Iracema", "Um samba no Bexiga" e "Saudosa Maloca".
Bar da Carmela
Bairro: Bexiga
Cidade: São Paulo
1978

Recebi via e-mail do amigo Antonio Alvaro Massareto

DIA DOS NAMORADOS-MINHA HOMENAGEM

NICHOLAS WINTON - UMA LIÇÃO DE VIDA



Sir Nicholas Winton (19 de maio de 1909) é um britânico que organizou o resgate de 669 crianças judias na antiga Tchecoslováquia, salvando-as da morte certa nos campos de concentração nazistas antes do início da Segunda Guerra Mundial.

Comovente matéria exibida no programa Fantástico em 23/12/2007.
Recebido via e-mail do amigo Élio Simionato
com a seguinte observação:
Uma pena que se faça hoje tão poucos serem humanos como antigamente!...


quinta-feira, 11 de junho de 2009

SINTO SAUDADES

Clarice Lispector

Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades.
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro.
Sinto saudades do futuro, que se idealizado, provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!

De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre.
Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter! Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram.

Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia e que me amava fielmente como só os cães são capazes de fazer.
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar.
Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade...
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que... não sei onde ... para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi.
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades em japonês, em russo, em italiano, em inglês ... mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil, só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria espontaneamente quando estamos desesperados... para contar dinheiro... fazer amor ...declarar sentimentos fortes ... seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples “I miss you” ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua, nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas. E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis!
De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência...

CORPUS CHRISTI - RESUMO HISTÓRICO

“O nome vem do latim e significa Corpo de Cristo. A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

Acontece numa quinta-feira, em alusão à quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

A celebração teve origem no século XIII (em 1243), em Liège, na Bélgica, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.

Compôs o hino Lauda Sion Salvatorem (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes. A procissão com a hóstia consagrada (Eucaristia) conduzida em um ostensório (foto) é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica de Minas Gerais.”