sábado, 4 de fevereiro de 2012

HORÁRIO DE VERÃO PODE SER DECIDIDO EM PLEBISCITO


O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 541/11, em análise na Câmara dos Deputados, convoca plebiscito para decidir sobre a adoção do horário de verão no País. Conforme a proposta, do deputado João Campos (PSDB-GO), o eleitorado seria chamado a responder "sim" ou "não" à pergunta: "Você é a favor da adoção do horário de verão no território brasileiro?”
A proposta prevê que, no caso de a população se manifestar contra o horário de verão, caberá à Presidência da República editar decreto revogando a medida ou ao Parlamento aprovar projeto de lei com essa finalidade.
A consulta seria realizada pela Justiça Eleitoral, juntamente com a primeira eleição seguinte à aprovação do PDC, nos estados onde atualmente é adotada a medida. Hoje, o horário especial abrange os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia.
O projeto faculta à Justiça Eleitoral veicular campanha sobre o assunto nos meios de comunicação, destinando o espaço às manifestações favoráveis e contrárias.
Ainda conforme o texto, o plebiscito seria considerado aprovado ou rejeitado por maioria simples, de acordo com o resultado enviado pelos tribunais regionais eleitorais ao Tribunal Superior Eleitoral.
Instituído inicialmente em 1942, o horário de verão é adotado anualmente em parte do País, entre o terceiro domingo de outubro e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. Nos estados abrangidos, a hora é adiantada em 60 minutos em relação à hora legal, com o objetivo de economizar energia elétrica a partir do melhor aproveitamento da luz natural.

Polêmica

A medida gera polêmica entre os brasileiros, fato que motivou o deputado João Campos a sugerir o plebiscito. "Parcela aparentemente considerável da população das regiões onde o horário especial vigora abomina esse período do ano, porque é obrigada a se levantar mais cedo e a conviver com a sonolência, a fadiga e a irritabilidade por quatro meses", diz.
O deputado menciona ainda reclamação recorrente da falta de segurança durante a madrugada, quando muitos cidadãos estão a caminho do trabalho ou da escola.
Por outro lado, João Campos reconhece a importância da redução no consumo de energia, principalmente entre as 19 e as 20 horas, quando o uso de aparelhos de ar-condicionado e ventiladores atinge seu ápice. "De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), essa economia fica entre 4% e 5% do consumo de energia no horário de pico durante os meses do horário especial", afirma o parlamentar.
Fonte: Portal Bond

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

BATTISTI IN POA


Por * Percival Puggina em  ZERO HORA, 29/01/2012

Inevitável. A sensação da semana foi a presença do italiano Cesare Battisti em Porto Alegre. Tudo estava preparado para uma palestra de José Graziano, como evento do Fórum Social Temático, quando - surpresa geral! - o italiano, com cabelo de jogador argentino e vestindo camisa vermelha, apareceu pisando firme no tapete do Palácio Piratini. A bem da verdade, diga-se que o tapete já estava lá. Não foi desenrolado para recebê-lo. Mas celebridade é celebridade, holofotes e microfones foram atrás e Graziano ficou às escuras com suas teses. Battisti dominou o noticiário estadual nas 24 horas subsequentes.
Alinho-me entre os que ficaram perplexos com as imagens do governador do Rio Grande do Sul cumprimentando efusivamente o italiano e acolhendo-o sorridente, entre abraço, apertos de mão e um caloroso "Bemvindo ao Rio Grande do Sul!", como se pode ver e ouvir aqui: 
Embora considere o episódio constrangedor para nosso Estado, não quero discutir seu significado simbólico, conforme, aliás, foi percebido por muitas manifestações de leitores na edição de quinta-feira de Zero Hora e no programa Polêmica, da Rádio Gaúcha, na manhã do mesmo dia. O militante do "Proletários Armados pelo Comunismo", tendo ganho a liberdade, estava autorizado a circular livremente pelo país, vir a Porto Alegre e entrar no Palácio, mas, cá entre nós, nada justifica aquela acolhida afável.
Há antecedentes. Durante o anterior governo petista, um representante das FARC, Hernán Ramirez, foi recebido em audiência no Palácio Piratini. Nunca se soube do que tratou com Olívio Dutra. Articula-se nas FARC um naipe completo dos maiores flagelos da humanidade: comunismo, guerrilha, terrorismo, tráfico de armas e de drogas pesadas. Das pragas modernas só ficam de fora a bomba atômica, o câncer e o funk. O resto todo é operado por essa organização que, por afinidade ideológica, ganhou audiência no governo petista em 1999. Nos primeiros eventos do FSM em Porto Alegre, entre Josés Bovés e assemelhados, por aqui foram recebidas representações do IRA, do ETA, do governo cubano e outros apologistas da violência. Os estandes instalados junto aos locais de encontro só se disponibilizam adereços com ícones revolucionários e literatura marxista da pior qualidade. Até hoje não consegui saber se existe em Porto Alegre algo que a transforme em Jerusalém dessas romarias anuais, ou se isso acontece apenas porque aqui o contribuinte paga boa parte da conta.
A questão de fundo, no Caso Battisti é a natureza dos crimes. Políticos ou não políticos, os crimes? Se políticos, ele ficaria no Brasil, se não políticos, seria mandado para a Itália. O STF decidiu que os crimes não foram políticos e recomendou a extradição, mas atribuiu a providência ao arbítrio do presidente da República. Este seguiu a orientação do então ministro Tarso Genro e optou pela concessão do refúgio. Em certas correntes ideológicas, até mesmo crimes de sangue, se cometidos a serviço da causa, ganham proteção, indulgência e tratamento privilegiado. Isso é inaceitável! Não foram políticos todos os criminosos mais letais, todos os genocidas que a humanidade conheceu? Não são dessa natureza os crimes mais hediondos da história? Ademais, uma coisa é alguém obter refúgio por estar submetido a injustificada perseguição política. Outra, bem diferente, é tratar o criminoso comum com maior severidade do que o criminoso político. Como sociedade, será um desperdício se nada aprendermos com esse lamentável episódio.
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* Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.
Indicação do amigo Anatoli Oliynik

PRESIDENTE DILMA, A SENHORA NÃO TEM VERGONHA?


Dilma e Raul Castro, presidente de Cuba.Foto: O Globo
Sim “Presidente”! Uso esta palavra porque estudei em ótimas escolas públicas, que já não existem mais e nelas, como todos, aprendíamos independentemente do sexo de quem o exercia, essa é a palavra certa para esse cargo, apesar da senhora ter tentado, no início de seu governo, por mero capricho, ser chamada de Presidenta.
Os puxa-sacos de plantão – apesar de saberem que a palavra presidente é um substantivo de dois gêneros, válida tanto para o masculino quanto para o feminino – até tentaram ajudá-la a mudar a nossa língua, mas não conseguiram, pelo menos não na prática, pois, por coerência, teríamos que começar a chamar uma pedinte de pedinta e assim por diante. Mas os novos “doutores”, Presidente, estão saindo das centenas de universidades particulares sem sequer saberem conjugar corretamente os verbos empregados no seu teste para o primeiro emprego.
Nunca votei e jamais votarei em alguém do seu partido político e menos ainda em uma pessoa com o seu passado, pois as ideias defendidas por seus “companheiros” já foram desmoralizadas em todo o mundo, inclusive pelo ditador e assassino Fidel Castro, de Cuba, onde a senhora esteve agora. As ditaduras de esquerda só destruíram países e populações, com a ideia utópica de estatização geral e de que o Estado supriria a todos igualitariamente.
Mas este não é o tema central que pretendo abordar aqui. O meu questionamento refere-se ao fato amplamente noticiado de que em sua viagem a Cuba, o Brasil emprestou dinheiro àquele país.
Em sua volta não deve ter sentido nenhum problema de aterrissagem com seu avião, pois como Presidente teve o espaço aéreo temporariamente bloqueado para que o fizesse sem demora ou riscos. Mas não foi o que ocorreu com os outros brasileiros que naquele momento estavam voando com o mesmo destino e que por incapacidade do aeroporto já estavam circulando sobre a cidade esperando sua vez de aterrissar.
Já em nosso solo, mudou de aeronave e, de helicóptero, dirigiu-se tranquilamente à sua residência oficial, pois, caso contrário, teria sentido na pele o que é transitar pelas ruas e estradas brasileiras, todas esburacadas ou repletas de remendos de péssima qualidade, pois a diferença de dinheiro entre o bom e o mau produto teve de ser repassada aos corruptos de seu governo.
No período noturno, quando todos deveriam descansar, teria passado defronte a um posto de atendimento ou a um hospital conveniado do SUS, e visto filas enormes, com mães segurando filhos doentes no colo, esperando o dia amanhecer para, se tiverem muita sorte, conseguirem pegar senhas para serem atendidas naquele dia. Saberia, pela imprensa, que alguns morreram nessas filas, sem sequer chegarem a ser atendidos.
Determine, senhora Presidente, que lhe seja reservado, em rede nacional, um horário nobre da televisão brasileira, para que explique aos brasileiros que pessoas diagnosticadas com doenças graves esperam meses na fila para serem operadas porque o país não possui recursos suficientes para suprir sua população com o atendimento médico necessário, mas pode oferecer dinheiro emprestado ao Mercado Comum Europeu para sanar suas dívidas e emprestar dinheiro para Cuba.
Explique aos brasileiros, Presidente Dilma, porque todos os anos brasileiros morrem soterrados nas encostas dos morros em diversos estados, porque o governo não possui dinheiro suficiente para lhes financiar, com juros subsidiados, moradias dignas, construídas em locais seguros.
Que a educação brasileira é de péssimo nível porque o país não possui verbas suficientes para preparar melhor os professores e lhes pagar salários dignos, de quem tem a responsabilidade de ensinar aos que serão o futuro do país, mas pode construir uma embaixada brasileira em Tuvalu e perdoar dívidas de países africanos em troca de votos para conseguir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU como queria seu antecessor.
Explique coisas simples assim à população brasileira, Presidente Dilma, ou a senhora tem vergonha?

DR. ALCEU VENÂNCIO FALECEU!


Morreu na madrugada desta sexta-feira (3), o advogado e ex-vereador de Peabiru, Alceu Venâncio. Ele exerceu o mandato por seis legislaturas consecutivas entre 1956 a 1983. Depois, passou a morar em Campo Mourão onde atuou como advogado no INPS hoje INSS. O Sepultamento será amanhã às 9 da manhã em Campo Largo.(Coluna do Ely).
Dr. Alceu Venâncio, na foto, com a esposa era frequentador assíduo dos jantares do “Grupo dos Anos 50”, liderado pelo Prof.Ephigênio José Carneiro, que extinguiu-se após o seu falecimento.
Fotos de Pedro da Veiga

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

NOVO LIVRO DO EXORCISTA DE ROMA, GABRIELLE AMORTH!

fevereiro 2, 2012 por Wagner Moura
 
Senhoras e senhores, o polêmico exorcista de Roma, Pe. Gabrielle Amorth está com livro novo na praça no qual conta sobre os açoites que Bento XVI deu no capeta! Mais: o livro é escrito a quatro mãos, com o vaticanista Paolo Rodari. “L’ULTIMO ESORCISTA” – La mia battaglia contro Satana” (O último exorcista – Minha batalha contra Satanás) não tem edição em português, ainda, e conta com um capítulo dedicado ao atual Papa, cujo pontificado é um grande exorcismo contra Satanás.
Quer ler? Então baixa aqui um pdf, em português, com excerto do capítulo sobre Bento XVI. Segue um trecho do livro publicado no site Vatican Insider e traduzido pelos portugueses de É o Carteiro!
O jipe dá uma volta larga. Depois sobe à parte superior da praça, a poucos metros da porta da basílica vaticana. O Papa sai e cumprimenta as pessoas das primeiras filas. 
Giovanni e Marco, ao mesmo tempo, começam a uivar. Deitados no pavimento uivam. Uivam altíssimo. “Santidade Santidade, estamos aqui”, grita ao Papa uma das duas mulheres tentando atrair a sua atenção. Bento XVI volta-se, mas não se aproxima. Ele vê as duas mulheres e vê, no chão, os dois jovens gritando, babando, tremendo, enraivecidos. 

Ele vê o olhar de ódio dos dois homens. Um olhar dirigido para ele. O Papa não se perturba. Olha de longe. Levanta um braço e abençoa os quatro. Para os dois possessos é um açoite furioso. Uma chicotada que lhes sacode o  corpo todo. Tanto que os projeta três metros para trás e os deixa como que espancados, no chão.
Agora já não gritam. Mas choram e choram e choram. Gemem durante toda a audiência. Depois, quando o Papa vai embora,reentram em si mesmos. Voltam a si. E não se lembram de nada.
Bento XVI é muitíssimo temido por Satanás. As suas missas, bênçãos, as suas palavras são uma espécie de poderosos exorcismos. Julgo que Bento XVI não faz exorcismos. Ou pelo menos não consta. No entanto, acho que todo o seu pontificado é um grande exorcismo contra Satanás. Eficaz. Potente.  (…)
A maneira como Bento XVI vive a liturgia. O seu respeito pelas rubricas. O seu rigor. A sua atitude. São eficacíssimos contra Satanás. A liturgia celebrada pelo Pontífice é poderosa. Satanás fica ferido de cada vez que o Papa celebra a Eucaristia.
Satanás temeu muito a eleição de Ratzinger para o trono de Pedro. Porque via a continuação da grande batalha contra ele mantida ao longo de 26 anos e meio pelo seu antecessor, João Paulo II.

O ORGULHO DE NOSSOS ESTADOS

Valor Econômico-30/01/2012 às 00h00
Por Renato Janine Ribeiro
Há um traço curioso na sociedade brasileira: a maior parte das pessoas se orgulha de seus Estados. Num passado recente, passamos por um período de sérias crises econômicas e políticas, no qual se alternavam o orgulho e a vergonha de ser brasileiro. Ele findou graças em parte ao fim da inflação (governo FHC) e em parte ao avanço da inclusão social (governo Lula). Orgulhávamo-nos do país no futebol e nos envergonhávamos da inflação e muitas outras mazelas, a começar pela corrupção que, aliás, disputa com a miséria o título de maior vergonha nacional. Mas esse movimento ciclotímico, como era chamado, reduziu-se. Com a estabilidade monetária e os avanços sociais, ficamos mais estáveis em nossa nacionalidade, que hoje vivemos melhor do que na fase de inflação recrudescida, digamos, os quinze anos de 1979 a 1994. Tivemos um forte pessimismo em relação ao Brasil. Mas o curioso é que mesmo nos períodos máximos de instabilidade em escala nacional, no plano que os militares denominavam "psicossocial" (palavra que felizmente sumiu do vocabulário!) não foi ameaçado esse orgulho de que falei acima - um orgulho estadual. O Brasil podia gerar otimismo ou, em maior dose, pessimismo, a partir de suas realizações ou fracassos, mas os Estados passavam - e passam - incólumes por seu sucesso ou insucesso. Gostamos deles como são.
Isso é ainda mais curioso porque os Estados significam pouco, do ponto de vista do poder, num país cada vez menos federalista e mais unitário. Na verdade, a tradição que a colônia nos legou foi a da autonomia dos municípios, não das - então - capitanias. Pouco após a independência, foram criadas assembleias legislativas nas províncias, mas o poder executivo, nelas, era exercido por nomeação do governo sediado na Corte. Só com a República tivemos autonomia dos Estados - e, por razões difíceis de entender, talvez por importação de costumes norte-americanos, talvez para se contrapor ao centralismo imperial, ela foi exagerada. Basta ler o que Erico Veríssimo escreve sobre as guerras civis gaúchas da República Velha: enquanto tropas de um lado e outro se matam, as guarnições federais permanecem neutras. Hoje, é impossível imaginar que haja uma rebelião contra um governador e o Exército apenas assista, impassível, aos combates.
Desde 1930, vemos um gradual mas constante fortalecimento do poder federal às custas dos Estados. Nos períodos ditatoriais, com Getúlio Vargas ou sob o regime militar, obviamente foram afastados os governantes estaduais que divergissem do poder central. Mas mesmo nos períodos democráticos, como o que vivemos ininterruptamente desde 1985, as competências dos Estados diminuem. Enquanto o controle central se exercia, nas ditaduras, pela força, hoje ele passa pelo papel predominante da política econômica. Esta é competência da União, e determina quase tudo o que se pode fazer na Federação. Daí que a situação dos Estados se torne paradoxal. Por um lado, ser governador ou senador é importante. Aliás, uns e outros, escolhidos em eleições majoritárias, costumam trocar de posições. O Senado é uma casa de ex- ou futuros governadores - ou, pelo menos, eles assim se veem. Não é fortuito que o Senado seja tão mais importante que a Câmara. Lá, os Estados ou seus imaginários futuros ou passados governantes falam alto.
Mas, por outro lado, no poder legislativo brasileiro, haverá órgão menos importante do que as assembleias estaduais, justamente as únicas que portam "legislativo" no nome, mas  estranhamente, têm menos assuntos para regular sob forma de lei? O Congresso legisla sobre praticamente todos os assuntos. As Câmaras Municipais decidem o plano diretor e podem regular qualquer tema que afete a vida cotidiana, o que é muita coisa. Aos deputados estaduais, pouco resta. Algumas assembleias fazem esforços enormes de imaginação para ocupar um espaço político. É digno de nota que a assembleia do Rio de Janeiro seja, das 28 que há no Brasil, a que maior presença tem; realiza eventos e até dispõe de uma sigla conhecida de todos os fluminenses, Alerj. Nos demais Estados, a sigla é só para iniciados; no Rio, todos sabem o que é. É curioso que a popularidade da Alerj - onde foram, em junho de 2011, se manifestar os bombeiros revoltados contra o governo local - subsista embora o governador, como mostrou o "Valor", tenha reduzido a oposição a menos de 15% das cadeiras. A Câmara Distrital de Brasília é outra exceção, pois soma às competências estaduais as municipais e por isso conta com muitos assuntos para legislar. É só. Um vereador de capital perde em importância ao se tornar deputado estadual, a não ser que mostre, como os verdes Carlos Minc e Aspásia Camargo (não por acaso, ambos verdes, ambos do Rio), muita criatividade.
Então, por que o orgulho? Um Estado como o Rio Grande do Sul, que há anos enfrenta uma crise econômica e fiscal, é um dos mais altivos quanto a seu modo de ser. E eu, que já estive em praticamente todas as Unidades da Federação, senti em todas elas o orgulho de sua comida, de seu falar, de sua alegria - ou de sua seriedade. Evidentemente, há quem não compartilhe esse orgulho, mas falo de um sentimento majoritário. O curioso é que esse nativismo tardio mal tenha tradução política. É um fenômeno social forte, mas que não resulta em união pelo Estado, em posição única ante os problemas que enfrente, em nada disso - salvo em casos extremos, como o dos royalties que alguns Estados recebem pelo petróleo no mar. Por que será? Será justamente porque, do Estado, não esperamos política econômica e então podemos ser, gostosamente, bairristas?
Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na Universidade de São Paulo.

FRANCISCO CARLOS - AVENTUREIRA

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

FBI PREPARA SISTEMA DE VARREDURA E VIGILÂNCIA DA INTERNET

Federal Bureau of Investigation SealImage by DonkeyHotey via Flickr Atividades de monitoração do FBI abrangerão a internet inteira, principalmente redes sociais como Facebook e Twitter
Julio Severo
A polícia federal dos EUA, conhecida como FBI, divulgou quietamente detalhes de planos para monitorar continuamente as informações mundiais do Facebook, Twitter e outras redes sociais, oferecendo uma rara oportunidade de ver as atividades do FBI. Outros órgãos do governo americano estão também envolvidos na vigilância das mídias de internet, mas não divulgam nada de suas atividades nem revelam até que ponto estão monitorando os usuários.
Os planos do FBI, conforme foram divulgados, incluem a contratação de empresas que construam um sistema de monitoração que ajude o FBI a vasculhar tudo na internet.
O documento indica que o FBI quer usar a mídia social para mirar usuários ou grupos de usuários específicos, observando que os agentes do FBI precisam “localizar causadores de problemas… e analisar seus movimentos, vulnerabilidades, limitações e possíveis ações adversas”.
Quem será classificado como “causador de problemas”? Uma das políticas prioritárias do governo dos EUA é promover a agenda gay no mundo inteiro. Sendo um órgão federal, o FBI poderia se desalinhar dessa política? É evidente que sua monitoração favorecerá os interesses do governo americano em tudo — inclusive na proteção e promoção da agenda gay.
Já há casos do governo americano monitorando cidadãos cristãos nos EUA que não têm nenhum envolvimento com terrorismo:
* O FBI tem monitorado indivíduos e grupos cristãos opostos ao aborto e ao “casamento” gay.
* O FBI tem perseguido uma mãe cristã e sua filha exclusivamente porque ela abandonou o lesbianismo e porque sua ex-amante lésbica exige a posse da menina.
* O FBI foi denunciado pelo grande site WND por monitorar um pregador evangélico.
O perigo nessa tendência americana é que outras polícias do mundo poderão imitar o FBI. Se o FBI pode monitorar cristãos por suas opiniões contra o aborto e o homossexualismo, por que a polícia federal do Brasil não pode copiar?
Sem nenhum mau exemplo dos EUA, o Brasil já enfrenta sérias ameaças, com um governo dirigido por indivíduos com histórico criminoso e terrorista comunista. São indivíduos que interpretam a “democracia” como um regime onde eles têm liberdade de fazer o que bem entendem, inclusive calar seus inimigos.

É PESSOAL A CENSURA NA INTERNET COMEÇOU.
SE PREPAREM POIS A ELITE GLOBAL ESTÁ ACELERANDO A NOVA ORDEM MUNDIAL

E por pura coincidência, o PT descobriu que o maior obstáculo para a implantação de sua ditadura e controle sobre a mente e coração do povo é a mídia evangélica: programas de TV e sites que defendem os valores cristãos, se opondo ao aborto e ao homossexualismo.
Por questão ideológica, o governo do PT, assim como todo governo socialista fanático, dá preferencia para Cuba. Por isso, a nova lei brasileira obrigando as mulheres grávidas a serem registradas se inspirou em Cuba.

by Fahrenheit451list
Contudo, já que o FBI está demonstrando capacidade maior de monitorar os que ameaçam o governo americano com opiniões contrárias aos dogmas estatais do aborto e do homossexualismo, por que a polícia federal brasileira quereria ficar de fora desse controle?
O Brasil adora imitar lixo americano. Os grupos gays brasileiros, por exemplo, são imitadores fiéis dos grupos gays americanos.
O perigo é real, ainda mais que o governo americano, que anda obcecado pela agenda gayzista e abortista, tem tido um relacionamento com a ABGLT, a maior organização gay do Brasil.
Em 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton deu uma mãozinha para que a ABGLT fosse oficialmente credenciada dentro da ONU. Ela deu essa ajuda depois que todos os esforços do governo Lula em prol da ABGLT na ONU falharam.
Além disso, há uma informação obtida de que a ABGLT já está tendo contatos com o FBI.
Com a ajuda do governo do PT, a ABGLT quer calar no Brasil cristãos que denunciam a agenda gay. Com a ajuda do FBI e do governo americano, o que a ABGLT poderia fazer com brasileiros nos EUA que denunciam em português a agenda gay? Como se sabe, Silas Malafaia e eu temos estado na mira da ABGLT.
Se o governo brasileiro — que é amante da truculência ditatorial cubana — se interessar pelo monitoramento dos cidadãos através do sistema de vigilância do FBI, a imitação será o próximo passo.
Teremos pois um FBI para pegar brasileiros conservadores nos EUA e um FBI tupiniquim para imitar o lixo policialesco americano.
Será o Fim do Brasileiro Independente?
Com informações do New Scientist.