sábado, 31 de julho de 2010

NESSE CIRCO PTBRASIL SOMOS TODOS PALHAÇOS!!!

ESCOLHER BEM, DEPENDE DE CADA UM, CERTO?
O PERIGO DO (NOSSO) SILÊNCIO

Diamantina, Interior de Minas Gerais, 1914.
O jovem ' Juscelino Kubitschek ', de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos.
Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu o curso de ' Medicina ' e se especializou em Paris. Como ' Presidente ', modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e; humilde e obstinado, era (E AINDA É) querido por todos.
Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não haver estudado. Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da vida', afirma.. E para ele basta. Meses depois, diz que ' ler é um hábito chato '. Quando era ' sindicalista ' , percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje .
Londres,1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá.
Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha entra no exército britânico;
como 'Tenente-Enfermeira ', e, sua função é recolher feridos nos bombardeios.
Hoje ela é a ' Rainha Elizabeth II '.
Brasília, 2005.
A "primeira-dama" (INÚTIL, que nada faz para justificar o título) Marisa Letícia, requer ' cidadania italiana ' - e consegue.
Explica, cândidamente, que quer ' um futuro melhor para seus filhos '.
E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS, CIDADÃOS E TRABALHADORES BRASILEIROS ?
Washington, 1974.

A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a
parede, e ele acaba confessando.
Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005.

Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete o 'eu não sabia de nada', e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi 'traído', mas não conta por quem.

Londres,2001.

O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia.
Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo...
Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso.
A polícia descobre e chama Blair, ' que vai sozinho à delegacia buscar o filho '.
Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005.

O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa, financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso.
O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu ' filhinho nessa sujeira'

Nova Délhi, 2003.

O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens.
Adquire um excelente, brasileiríssimo ' EMB-195 ' , da ' Embraer ' , por US$ 25 milhões.

Brasília, 2003.

Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio franco-alemão. Gasta US$ 80 milhões e, AINDA, manda decorar a aeronave de luxo nos ' EUA '. ' DO BRASIL NÃO SERVE ' .
E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos cinco minutos?
Copie esta matéria e repasse por e-mail para todos contatos de sua lista!
Vamos dar ao BRASIL uma nova chance! Ele precisa voltar para o caminho da dignidade.
Nós não merecemos o desgoverno que se instalou em nosso País e temos a OBRIGAÇÃO de acordar e lutar antes que seja tarde.
Gaste ALGUNS minutos e ENVIE para todos os seus amigos !
Nesse Circo chamado BRASIL você é o PALHAÇO.

'O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons.'

Martin Luther King.

do blog do Beto.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

DESTE MATO NÃO SAI COELHO

Por Arlindo Montenegro

Andrés Oppenheimer, falando das eleições na Venezuela, considera que nas leis eleitorais do candidato a ditador, privilegiam o partido bolivariano, mesmo que a oposição tenha mais votos. As leis dizem que mesmo que a oposição tenha 55% dos votos, isto é maioria, fica somente com a metade, 50%.
Enquanto a data das eleições não chega, o candidato a ditador nacionaliza empresas, prende opositores, aterroriza a população, deixa a bandidagem e suas milícias, treinadas por cubanos, agindo sem respeito às leis, agride a Colômbia, agride a Igreja Católica, promove políticas inflacionárias, carência de bens e alimentos...tudo quanto sufoca e polariza os venezuelanos.
Com cinismo e brutalidade, culpa os empresários, culpa o império norte americano, culpa a Colômbia pela existência de acampamentos das farc em território venezuelano e, para arrematar, manda o exército guarnecer a fronteira contra uma invasão colombiana, finge ser o agredido! O mundo aprecia a “autodeterminação” socializante. Mas se for autodeterminação democratizante é golpe. Não pode!

Na nossa política interna também vemos movimentos idênticos quanto se expõe a atuação mafiosa do Foro de São Paulo. O fato é que do modo como na Venezuela o rádio, televisão e jornais, contrários às políticas globalistas totalitárias são reprimidas, fechadas e os donos vão para a cadeia ou fogem, no Brasil temos um acordo para fingir que a opinião é livre. O que vai de encontro às sandices governamentais é distorcido, mentido e precedido da palavra mágica: "suposto"!
Suposto mandante do crime, suposto invasor, suposta terrorista, suposto culpado, suposto responsável pelo mensalão, suposto fazedor de dossiê, suposto desvio de verbas, suposto “não sabia”, suposto foro de são Paulo, suposto comunista, suposto pedófilo, suposto matador de aluguel... e vai por aí! Supõe-se tudo e nada se conclui. Imunidade do poder!

Desde antes de antigamente, os grandes guerreiros anexavam territórios. É só ver o infeliz Alexandre, o Grande. Passou a vida toda em guerras e morreu na flor da idade sem deixar herdeiros. Quando conquistou a Pérsia, tratou o rei Dario e sua corte com deferência e ganhou de presente um menino bonito e bem treinado, escravo para todos os serviços. A Roma Imperial foi mais longe.
Agora, a usura, violência, prepotência, ganância entre os reis modernos mudou de figura, além de meninos, meninas, cocaína, computadores, joias, os banquetes que reúnem cúpulas governamentais em encontros hierárquicos compartimentados dividem a própria terra e presenteiam as mesmas populações para servir como mão de obra escrava, no mesmo velho projeto do governo mundial.
E as reuniões de potentados são diárias. As diversas organizações que dizem trabalhar pela "pacificação e divisão do poder " se multiplicam. As armas utilizadas são mais sofisticadas: ameaças, imposição econômica, engenharia social, invasão de ongs, provocações bélicas, terror continuado sobre os que trabalham e tentam sobreviver em qualquer retalho da terra.

Estas organizações reúnem gente diariamente em “resorts” fechados, hotéis luxuosos ou centros de convenções, para decidir a nível planetário sobre tudo e mais alguma coisa. Umas se contrapõem às outras quando ninguém quer resolver nada. Se a Colômbia vai à OEA, as outras resolvem decidir no foro (de São Paulo) da UNASUL.

Em todo caso e em qualquer caso, existem tantas instâncias! A poderosa e dispendiosa ONU, a corte internacional de crimes de guerra, outra corte de direitos humanos, dos bichos...É gente reunida para tratar de grana (FMI, BIRD,BID...), para tratar de comércio, tratar de madeiras tropicais, anistia, controle de plantas e animais nocivos (sem incluir os mais nocivos animais governantes!)

Musicalmente, artisticamente no cinema e no teatro, na televisão, na literatura, nos deparamos com a linguagem que Edward Barnays, o Instituto Tavistock e outros disseminaram: a propaganda do poder político e econômico da aristocracia mundial, “esforço consistente e persistente para criar ou moldar acontecimentos” e enganar o público, mantido na ignorância da realidade, tangido como boiada para o matadouro.
É o mesmo Barnays quem constata: “nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas ideias sugeridas, por homens dos quais nunca ouvimos falar... Os que manipulam este oculto mecanismo da sociedade, constituem um governo invisível...” o verdadeiro poder deste império transnacional.

Para superar esta agonia seria necessário um Salomão, ou um ringue de boxe onde os potentados decidissem o campeonato do poder, ou consultas localizadas ao espelho da branca de neve, ao oráculo de Delfos. Seria necessário inventar uma ilha com muitas feiticeiras que nem Circe, uma ilha punitiva onde os castigados fossem transformados em ratos, porcos, cobras, minhocas, bichos de pé. Sem pedir a interferência de Deus, que Jesus já deu a receita, mas a nova ordem a detrata.

É só lembrar que John Lennon, hipnotizou meio mundo, pregando: “Imagine there's no heaven... no hell below us. Above us only sky. Imagine all the people living for today”.(traduzindo: "Imagine que não exista nenhum paraíso ... Nenhum inferno abaixo de nós. Acima de nós apenas o firmamento. Imagine todas as pessoas vivendo para hoje".) É isto aí! “Junte-se a nós”. Nada de responsabilidade ou compromisso. E o mesmo “ídolo” (Lennon) completou sua obra, escrevendo “Um espanhol no trabalho”, em que refere Jesus como “um covarde, bastardo, comedor de alho”.
É assim que cada governante considera cada um dos eleitores. Ainda tem dúvidas?!!

do blog ViVerdeNovo-(inseri imagens da Internet) (PVeiga).

quinta-feira, 29 de julho de 2010

LIGAÇÕES PERIGOSAS DO PT

Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS

“Os termos em que o Sr. Presidente da República apelou a José Serra, pedindo-lhe que pare de tocar na ferida das ligações PT-FARC, são uma obra-prima de tartufismo como raramente se viu na história do teatro universal”. (Olavo de Carvalho)

O filósofo, jornalista e ensaísta Olavo de Carvalho, nascido em Campinas, no dia 29 de abril de 1947, é, sem dúvida, um dos mais brilhantes intelectuais da atualidade. Polêmico, contundente nas suas críticas, Carvalho não poupa nem mesmo o Presidente da República a quem chama de patife, chantagista e tartufo (hipócrita) em recente artigo intitulado “Bandidos e poltrões”.

Olavo Luís Pimentel de Carvalho

Fonte: Pensadores Brasileiros

“O filósofo e professor Olavo de Carvalho é o mais importante pensador brasileiro da atualidade. Olavo conquista o leitor por suas idéias vigorosas, expressas numa eloquência franca e contundente que alia o rigor lógico e a erudição ao mais temível senso de humor. Nas palavras do poeta Bruno Tolentino, "a capacidade de desenterrar do pensamento antigo, novas idéias aptas a lançar luz sobre o presente é a marca do verdadeiro erudito; a capacidade de encarar os problemas do presente com aquela coragem radical apta a trazer à luz os fundamentos últimos do conhecimento é a marca de algo mais que o mero filósofo-padrão de hoje em dia.

Olavo de Carvalho é um iconoclasta de incontornável honestidade intelectual que tomou para si a tarefa ingrata de pôr a nu os falsos prestígios acadêmicos e expor as falácias do discurso político e intelectual vigente.

A tônica de sua obra é a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia ‘científica’. Para Olavo de Carvalho existe um vínculo indissolúvel entre a objetividade do conhecimento e a autonomia da consciência individual”.

Racismo

Fonte: Olavo de Carvalho

“O Brasil lida de maneira correta com o racismo, não através de medidas oficiais, mas, a partir do dia-a-dia do povo. Fui casado por dez anos com uma negra e tenho um filho de cabelo pixaim. Qualquer atitude racista me parece esquisita. Temos a cultura menos racista do mundo. Em São Paulo, o índice de rejeição pela cor de Celso Pitta, candidato à sucessão municipal, é de apenas 4%. Quando criamos legislações específicas para raças, estamos abrindo um precedente de direito racial, quando a Constituição assegura direitos iguais, independente de raças”.

Bandidos e poltrões

Olavo de Carvalho

“Os termos em que o Sr. Presidente da República apelou a José Serra, pedindo-lhe que pare de tocar na ferida das ligações PT-FARC, são uma obra-prima de tartufismo como raramente se viu na história do teatro universal.

Em vez de negar peremptoriamente que aquelas ligações existem - o que seria muito temerário, dada a abundância de provas -, ele tentou sensibilizar o coração do candidato, exigindo dele a omissão cúmplice que, na iminência da revelação de crimes escabrosos, se esperaria de um velho companheiro de militância para quem a solidariedade mafiosa deve estar, segundo os cânones da moral presidencial, acima da verdade, acima do respeito aos eleitores, acima dos interesses da pátria, acima do bem e do mal.

A chantagem emocional é o mais velho recurso dos patifes apanhados de calças na mão, mas o Sr. Presidente da República, mesmo sendo incapaz de abster-se desse golpe baixo, poderia ao menos ter tido a decência de usá-lo em privado, em vez de mostrar em público, uma vez mais, que não tem o menor senso de moralidade.

O autor desse apelo abjeto assinou, em 2001, como presidente do Foro de São Paulo, um voto de solidariedade integral às FARC e outras organizações criminosas, e deu provas em cima de provas de que seu governo e seu partido vêm cumprindo o compromisso à risca. Recusar-se a qualificar essas organizações como terroristas e narcotraficantes, que é o que elas são com toda a evidência, já é prova de solidariedade. Somem a isto as mobilizações políticas montadas instantaneamente pelo PT e outras agremiações de esquerda para libertar qualquer membro daquelas quadrilhas que seja preso no território nacional; a participação de ministros do governo Lula na propaganda das FARC através da revista América Libre; a contínua colaboração entre FARC e PT na formulação da estratégia esquerdista continental através das assembléias e grupos de trabalho do Foro de São Paulo; a recusa obstinada de levar em consideração as descobertas do Juiz Federal Odilon de Oliveira, que apresentou provas cabais da parceria entre as FARC e quadrilhas locais de assassinos e sequestradores (tornando-se por isso virtualmente um prisioneiro, enquanto os acusados continuam à solta); somem tudo isso e me digam se existe, além do instinto de autodefesa dos envolvidos na tramóia, alguma razão para não falar de ligações entre PT e FARC, entre PT e MIR, entre PT e ELN ou entre o PT e qualquer outra organização pertencente ao Foro de São Paulo.

Quanto ao próprio Foro, que, sob as bênçãos do nosso partido governante, continua todo mês gastando quantias consideráveis em viagens de centenas de seus membros entre as várias capitais latino-americanas, o Sr. Lula seria, mesmo quando ainda candidato, o primeiro a ter a obrigação de esclarecer qual o estatuto legal da entidade e de onde vem o dinheiro que a sustenta. Como ninguém teve a coragem de lhe perguntar isso em 2002 nem em 2006, ele se sentiu livre para não dizer nada. Com o tempo, a licença para silenciar, que então lhe foi concedida como um favor pela polidez covarde dos seus adversários, da mídia, das classes empresariais, dos militares e de ‘tutti quanti’, tornou-se, na cabeça dele, um direito adquirido. É em nome desse direito imaginário que ele agora exige dos candidatos oposicionistas a gentileza da omissão cúmplice, mesmo quando essa gentileza arrisque, uma vez mais, tirar das mãos deles a arma da verdade e da justiça, a mais poderosa em qualquer eleição presidencial.

Está na hora de mostrar que esse direito nunca existiu, exceto como conjunção momentânea de interesses vis entre bandidos e poltrões.

Se o PT insistir em querer processar o candidato vice-presidencial Índio da Costa, o que este e José Serra têm a fazer para desmoralizar por completo a fanfarronada petista é muito simples:

1. Inserir no processo as atas completas das assembléias do Foro de São Paulo, a lista dos membros da entidade e a coleção das revistas America Libre. Isso já basta para comprovar a ligação que o PT desmente.

2. Inserir nos autos os dois discursos em que o Sr. Lula reconhece, até com orgulho, o caráter secreto e clandestino das atividades do Foro de São Paulo.

3. Convocar o testemunho do Juiz Federal Odilon de Oliveira, provando que o PT continuou a relacionar-se em bons termos com as FARC enquanto a Justiça Federal já tinha provas suficientes de que essa organização criminosa colaborava com quadrilhas locais empenhadas em matar cidadãos brasileiros a granel.

Façam isso e não apenas vencerão o processo e as eleições: conquistarão a gratidão de todos os brasileiros honrados.

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB); Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS).

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

O PREÇO DA COMUNICAÇÃO

Por Pe. Zezinho

O mundo tem 40 mil empresas transnacionais, mas 0,3% delas são tão poderosas que detém a terça parte do estoque de capital do mundo. Das 100 maiores, 32 são americanas e 19 japonesas. A receita anual das 220 maiores corporações do planeta somam US $ 7,1 trilhões, isto é, mais do que 80% do dinheiro do mundo. As matrizes delas situam-se no grupo G-8. O campo da comunicação e dos direitos de utilizar (copy rights) é um dos que mais riqueza aportam a estes países. Vinte conglomerados faturam entre US$ 5 a 35 bilhões só com a indústria da mídia global. Dois terços das informações e do conteúdo cultural disponíveis no planeta são veiculados por estas vinte empresas que possuem estúdios, produtoras, gravadoras, distribuidoras, parques de diversões, TVs abertas e pagas, emissoras de rádio, revistas, jornais, serviços on line, portais e provedores de Internet, vídeos , videogames, jogos, softwares, CD-ROMs, DVDs,equipes esportivas, megastores, agências de publicidade e marketing, telefonia celular, telecomunicações, transmissão de dados, agências e noticias e casas de espetáculos. Só a VIACOM controla 40% da TV norteamericana e 150 estações de rádio. A MTV um de seus canais a cabo alcança 400 milhões de lares em 164 paises. A Simon & Schuster é a holding de 10 editoras que publicam por ano 2.100 títulos.
Estes dados se encontram no excelente livro “Por uma outra comunicação” organizado por Denis de Morais . Ler estes autores competentes e bem informados pode mudar nossa opinião a respeito de democracia. Alguém com enorme poder econômico está fazendo a cabeça da humanidade e não são as igrejas nem as escolas. É a indústria da comunicação que se vale da publicidade para quase tudo e por isso quer o lucro 400% acima do custo de seus produtos porque, divulgar uma canção ou uma marca custa caro. Nós pagamos também a divulgação do tênis ou da bebida que compramos.
Donos do dinheiro que não foram eleitos por nós, conseguem direitos de vender e negociar, num país onde os cidadãos que elegemos não têm outra escolha senão permitir que venham, porque caso contrário o país não terá a telefonia, a informação, os espetáculos, o conhecimento, ou aqueles bens que o que o resto do mundo possui. Saber alguma coisa hoje custa caro. E quem fornece conhecimento, diversão e comunicação aufere um lucro fantástico. O discurso da vida que por muito tempo esteve nas mãos dos religiosos e educadores está nas mãos desses homens. O que você quer saber passa por eles e custa muito dinheiro. É por isso que um livro que poderia custar 8 reais acaba custando 80 e um CD que pode ser vendido a 3 reais custa mais de 20. Aquele conteúdo tem preço!


O QUINTO ATO

Não foi decisão sua. Você não resolveu nascer, nem pediu para ser dado à luz. Por razões óbvias, alguém decidiu no seu lugar. E isso faz toda a diferença entre a individualidade e o individualismo. Quiseram você único, interagindo com os outros e vivo. Sua vontade não seria soberana em tudo. Na pior das hipóteses, aceitaram sua vinda. A vida é uma peça na qual você não é o personagem principal, mas sem a sua atuação o enredo perde a graça.
Glória e aleluia! Você não foi interrompido Deixaram você entrar em cena! Se foi amado, desejado e cuidado, mais glórias e aleluias! Você está vivo e atuando. E talvez faça a diferença. Afinal, você é inclonável e irrepetível. Não é “o” único, mas não deixa de ser único. Não houve, nem jamais haverá neste planeta, outro ser humano com as suas características. Você veio para conviver. Vive de contracenar e imagino que já saiba que contracenar não é encenar contra: é interagir. Para o resto da sua vida, você está fadado a ser você mesmo, no meio de outros que também são eles mesmos. Não há tragédia pior do que um ator perder de vista o self e o ego ao exercer o seu papel.
Pregadores e professores já lhe disseram isso. Dizer, muita gente o diz, mas a questão é se você entendeu qual é o seu papel neste mundo. Nasci, e daí? Sou quem? Sou o quê? Quem me quis aqui? Seguirei o meu projeto pessoal do qual jamais arredaria pé, ou o de quem escreveu o roteiro? Se creio que Ele existe, então já sei qual a minha resposta. Ele não escreveu palavra por palavra. Sou livre para dizer algumas coisas do meu jeito, mas deixou claro que não sou a razão principal da peça.
Eu e você somos coadjuvantes. Viemos depois da abertura das cortinas. Um óvulo acolheu um espermatozóide (1 dentre 300.000.000) e, milagre dos milagres: lá estava mais um ser humano numa estufa chamada útero e na fila para entrar em cena. Quando aparecemos, boa parte da peça já estava em progresso. Nem Deus nem outros interromperam o nosso momento no palco do viver. O que se espera é que eu e você também não o interrompamos. As coisas para você andam difíceis? Pense que numa peça de cinco atos, talvez o quinto seja o mais bonito e o mais longo. Arrisque-se a viver para ver o resto do enredo!

POR UMA IGREJA QUE PENSA

Leitores que não preparam as leituras.
Cantores que não ensaiam os cantos.
Coroinhas que não ensaiam sua parte.
Sacerdotes que não preparam seus sermões.
Catequistas que não lêem os documentos da Igreja.

Pregadores que não leram o catecismo.
Cantores de desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.
Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.
Cantores que dão show de uma hora
sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.
De quebra, também um dos solistas...

Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras,
antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.
Cantores que teimam em repetir uma canção
cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.
Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.
Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.

Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja,
práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário.
Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.
***
Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia,
permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.
Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia.
Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral.
E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça,
porque, entusiasmados com sua fama e sua repercussão,
acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.
Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou
durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!
Está faltando discernimento na nossa Igreja!
Como está parece a casa da mãe Joana,
onde todos falam e apenas uns poucos pensam no que falam.
Uma Igreja que não pensa acaba dando o que pensar!

PROFUNDOS E ENVOLVENTES

Procuram-se pregadores, locutores e apresentadores profundos, dinâmicos, envolventes.
Eles já existem, mas precisamos de alguns milhares.
Não precisam ser doutores, nem gênios da comunicação, mas precisam gostar de livros.
Mais do que isso, precisam gostar de livros profundos e ricos de informação.
Procuram-se pregadores e locutores que leiam muito e tenham sede de saber.
Tenham cultura razoável para passar informações seguras aos seus ouvintes e telespectadores.
Leiam muitos livros do seu movimento e muitos livros de outros movimentos da Igreja.
Leiam os grandes teólogos da Igreja e não apenas os da sua corrente de espiritualidade.
Conheçam História, Teologia, Filosofia, Sociologia, Pedagogia, Psicologia, Antropologia.
Com, ou sem diploma ou título, conheçam os livros mais indicados pelos estudiosos da fé.
Procuram-se pregadores, locutores e animadores católicos que não se repitam demais.
Não falem quase nunca de si mesmos e falem pouco de sua família. Há outros santos na Igreja!
Falem muito mais dos santos, dos mártires e dos que marcaram a História da Igreja.
Conheçam os principais documentos da Igreja e passem a informação ao seu público.
Fujam de elogios, bajulações, prêmios, chaves da cidade e títulos honoríficos.
Seus sermões ou programas sejam dinâmicos. Que o povo perceba que estão estudando!
Não digam, amanhã, as mesmas coisas do jeito que disseram hoje, ontem ou há cinco anos.
Haja novidade no seu discurso, porque material existe para cem anos, se o quiserem.
Ao invés de falar de si, gastem mais tempo lendo páginas interessantes de algum livro.
Valorizem os irmãos especialistas, cujos escritos aprofundam a cultura católica.
Transmitam a vasta riqueza espiritual da nossa Igreja: de toda a Igreja.
Gravem e revejam o que disseram nos últimos meses.
Assim saberão se são repetitivos demais e se, de fato, prepararam sua comunicação.
Verão se não improvisam demais e se vão para o trabalho com o sem bagagem e lastro.
Quantos livros leram no último ano? Que documentos estudaram? A quem convidaram?
Procuram-se apresentadores e apresentadoras, animadores e animadoras que estudam!
Não é que não existam. É que infelizmente, não são muitos...A estante deles os trai!
Corrijam-me se, por acaso, carreguei nas tintas! Falta leitura aos nossos comunicadores da fé!

PROPOSTA DE PAZ SOFRIDA

Jesus avisou que haveria paz e repouso para as almas que o seguissem (Mt 11,19), mas também haveria cruz no caminho de quem fosse com Ele. (Mc 8,34) O discurso era franco, aberto e sem mentiras ou falsas promessas de sucesso e de primeiros lugares. Que escolhessem!
Não dourou a pílula, coisa que o marketing do mundo faz com maestria. Com raras exceções, não se fala das dores, dos possíveis fracassos ou da imperfeição do produto oferecido. O cliente ou, no caso de igrejas que aderiram ao pesado marketing da fé, o futuro adepto terá poder, sucesso, milagres à disposição, ou coisas incríveis lhe virão caso aceite a proposta que lhe é feita. Compre! Adira! Seja um dos nossos!
Quantos entendem a pregação como cruz e quantas a vêm como trono? Vale o questionamento!

RÁDIO E RELIGIÃO

Falo como religioso que atua no rádio e na televisão. Não poderia falar contra colegas que fazem o mesmo, nem me exaltar porque negaria a fé cristã. Mas penso que depois de 45 anos na mídia e no púlpito devo, sim fazer uso do elogio e da correção fraterna, porque isso também tem a ver com os evangelhos. Jesus elogiou e corrigiu e os apóstolos concordaram e discordaram, sem um perder o respeito pelo outro. Nas igrejas é assim: quem viveu mais e sabe um pouco mais sobre determinado assunto ensina e quem sabe menos ou está apenas começando aprende, sem deixar de ensinar o que já sabe. Igrejas são escolas e todo aquele que deseja ser mestre precisa começar aprendendo. Para os católicos parece ser a essência da proposta do Documento de Aparecida. Aprender sempre, ensinar com o devido respeito, omitir-se, nunca!
Ultimamente, de uns 30 anos a esta parte, os pregadores da fé descobriram o rádio e a televisão. Investiram pesadamente nestes veículos e com resultados estrondosos. Os que agiram dentro da lei e com respeito aos outros nada mais fizeram do que seguir Mateus 10,27: O que vos digo em trevas dizei-o na luz; e o que escutais ao pé do ouvido pregai-o sobre os telhados. Acrescentemos ainda, de Marcos: Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto. (Mc 4, 22) Evidentemente Jesus quer que a sua mensagem se difunda pelo mundo. Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. (Mc 16, 15)
Mas aqui vem a parte mais delicada. O mesmo Jesus não disse que vale qualquer meio ou método. Certamente condenaria pregadores desesperados por audiência, que montam rádios piratas indo contra a lei e pondo em risco a navegação aérea. As estatísticas são tristes: consta que em São Paulo cerca de 80% das rádios piratas pertencem a pregadores que se dizem cristãos. Não vale, também, isso de qualquer um criar qualquer templo com qualquer nome e qualquer púlpito e ensinar uma doutrina qualquer, garantindo que ela é a verdadeira e as demais são erradas. Acabo de ouvir isso de um pregador que afirmou alto e bom som que só há duas igrejas: a certa, que é a deles e as erradas que são todas as outras... Quanta humildade!...
Imagine se qualquer um que jamais estudou Medicina montasse uma clínica ou um hospital e operasse pacientes incautos. Imagine se qualquer um que jamais estudou Direito montasse banca e se metesse a defender as pessoas sem ter os devidos conhecimentos das ciências jurídicas! Pois isso tem acontecido no rádio e na televisão! Pregadores com evidentes sinais de que não gostam de livros e com pouquíssimo preparo acadêmico, em mais de 400 programas noite à dentro, emissora após emissora, anunciam a verdade mais verdadeira sobre Jesus!
Evidentemente nenhum deles admite inaptidão para assumir aquele programa. Mas não estão preparados! Uma escola não os aceitaria como professores! Entre seus colegas de igreja há os estudiosos que certamente sabem do que falam. Mas eles, os despreparados, demonstram pouca intimidade com Bíblia, livros de História, de Teologia, de Antropologia, Psicologia e Sociologia. Seu discurso é o de um pretenso médico que não passou do curso de enfermagem. Jeremias reagiu duramente contra profetas que se passavam por tais, mas não eram profetas (Jr 14,14) Os capítulos 23 de Jeremias e 23 de Mateus combatem esse tipo de pregador.
Aceitamos que isso continue? Ou todas as igrejas tomarão as devidas providências, para que a televisão e o rádio religioso sejam lugar de gente preparada? Não tem que ser doutor, mas tem que ser leitor! Se está na Bíblia que Deus esconde revelações dos sábios e poderosos e as revela aos pequenos e humildes (Mt 11,5), está,também, na mesma Bíblia 2 Tm 3,15-16 e em Efésios 3,18 que o pregador deve ser homem que estuda e aprofunda seus conhecimentos.
Faço parte dos pregadores que nas mais diversas igrejas lutam por melhor preparo de quem enfrenta os microfones e as câmeras. Charme e entusiasmo são qualidades, mas não bastam. Pregador tem que estudar! Ou isso, ou a mesmice!

Pe. Zezinho, scj

O BURRO DO “ARNÔ”

Por Osvaldo Broza

Burro, um animal que quase todo mundo conhece, é definido no Dicionário Globo como um quadrúpede solípede, do mesmo gênero que o cavalo, porém menos corpulento, com orelhas compridas e crina curta.

Entre os humanos, essa palavra também é usada para qualificar, digamos, pessoas consideradas pouco inteligentes, ignorantes. Ou, quando praticam atos de burrice, que quer dizer: estupidez, asneira, equívoco...bobagens de um modo geral.

Mas, cuidado!, não leve isso tão a sério. E não subestime as pessoas consideradas burras, porque Ruy Barbosa já dizia: “Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência”.

Quem tinha – ou ainda tem – a mania de chamar os outros de burro é o ex-governador Roberto Requião. Certa vez, ao cumprimentar soldados do Corpo de Bombeiros em Maringá, ele chamou de burro o bombeiro que havia lhe enviado um e-mail solicitando aumento salarial de 226%. Se fosse ao Rubens Bueno, ele já teria sabido, naquela época, o que que é bom pra tosse. Quer dizer: Pro “zóio”.

Frequento há algum tempo o Bar do Miltinho, onde, além de sinuca e caxeta, também jogo conversa fora com amigos. E participo, pelo menos, de quatro ocorrências gastronômicas por semana, incluindo o buchinho aos domingos pela manhã, uma tradição de mais de 40 anos.

Entre os freqüentadores, está o engenheiro civil Arnaud Silveira, ou simplesmente Arnô, como é mais conhecido. Também é chamado de Arnaud Rodrigues (ator e comediante, já falecido), pelo seu lado brincalhão e sarrista.

Em certo dia, ele assistia a uma partida de sinuca e, ao ver uma jogada mal feita, dessas que não têm explicação, chamadas de “sem-vergonha” pelos sinuqueiros, uniu as virtudes descritas acima para criticar o autor da jogada: “Mais é burro!”. Arrancou risos da platéia.

De lá pra cá essa palavra vem sendo usada pelos frequentadores do bar. Toda vez que alguém comete um ato considerado errado, pouco inteligente, ou de “burrice”, mesmo, lá vem o: “Mais é burro!” Ninguém escapa. Mas, ninguém liga.

Duvido que alguém nunca tenha cometido um ato de burrice, por mais inteligente que seja. E que, de agora em diante, quando isto acontecer, não se lembre do Arnô.

Dias desses, cometi uma burrice sem tamanho - entre tantas outras - que não contei pra ninguém. Muito menos para o Arnô. Mas não tive como não me lembrar dele.

Numa tarde ensolarada e quente, deixei de ir a um compromisso na usina, a convite de um amigo, para assistir a uma sessão plenária da Assembléia Legislativa do Paraná através da TV Sinal. Das duas e meia até perto das seis horas. O pior é que não foi a primeira vez. Só para ver e ouvir as “nossas” excelências trabalharem (?). E eles trabalham “pra burro”, pude comprovar. E gostam – ou são obrigados, não sei – de chamar e ser chamados de “excelência”, porque esse é o tratamento dado às pessoas de alta categoria social, como definem os nossos dicionários.

Alta categoria social! Que chique!

Alguns deles, inclusive, além da social, têm alta categoria em outras coisas: fantasmas, gafanhotos, atos secretos, conchavos, perpetuação no poder, vantagens a qualquer custo – como usar funcionários da casa para fins particulares, são alguns exemplos de seus atributos.

Com raras e honrosas exceções, em todas as esferas, eles fazem isso aí - e muito mais - e ainda recebem os mais altos salários em relação aos políticos de todo o mundo. Por isso, é comum vermos os políticos enriquecerem ao longo da carreira. E vermos as nossas orelhas crescerem cada vez mais. Ainda bem que movimentos em todo o Estado pedem o fim da corrupção na nossa Assembléia (não é de Deus, com certeza). Em Campo Mourão, o movimento aconteceu na Praça São José, no dia 09/junho/2010, e uma das faixas dizia: “Vamos TROCAR os ladrões do poder”. Êpa! Isso não, pelo amor de Deus. Trocar não! Não aguentamos mais isso. Tenho certeza de que, com o povo já bem consciente, vamos é TOCAR os ladrões do poder e eleger só “excelências” honestas daqui pra frente.

“Mais é burro”!

A AGONIA DA VERDADE LULLO-PETISTA

Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS

"Tem de respeitar o direito do jornalista de expressar a sua crítica. Nunca dantes na ‘história deste país’ houve um governo que tenha recebido tanta crítica".
(Dilma Rousseff em entrevista ao programa ‘Três a Um’ da TV Brasil)

Escrevi, ontem, um artigo relatando o “vazamento” de documentos considerados sigilosos pelas autoridades norte-americanas. Os documentos que vieram a público mostram as inúmeras atrocidades cometidas pelos soldados do “Tio Sam”, no Afeganistão. A manipulação de dados referentes ao número de baixas nas suas fileiras e de civis trucidados pelas suas Forças Armadas, a ocultação de informações sobre o crescimento significativo do número de insurgentes Talibãs desde o início da guerra, dentre tantas outras. A ação do Pentágono limitou-se a tentar identificar a autoria do responsável pelo “vazamento” e não pela apuração dos inúmeros “Crimes de Guerra” patrocinados pelos “defensores da democracia”.

Aqueles que conhecem a “verdadeira” história das intervenções americanas ao longo dos séculos não se surpreenderam. As próprias lideranças norte-americanas sempre mentiram usando como justificativas, para suas operações, temas como lutas em favor da democracia, guerras revolucionárias, conflitos fundamentalistas, lutas étnicas ou religiosas. Em cada uma delas, porém, os americanos deixaram patente que a motivação para as ingerências era somente o retorno financeiro e a manutenção de sua formidável indústria bélica. Os assassinatos, envenenamentos e destruições causados em território estrangeiro são considerados meros “danos colaterais”.

‘Lei da Mordaça’ e a Moribunda Democracia Brasileira

"Se alguma coisa os militaristas americanos aprenderam com a guerra do Vietnã, é a necessidade - e a maneira - de controlar e manipular o noticiário”.
(Professor Chalmers Johnson)

Depois da experiência desastrosa com a mídia americana na Guerra Vietnã, os militares resolveram que havia necessidade de manipular as informações e mostrar uma “Visão Patriótica” dos acontecimentos. Graças a isso o povo americano não sabe que seus militares fizeram um número de vítimas inocentes, no Afeganistão, muito superior que aos da Al-Qaeda nas torres de Nova York.


Em 2003, durante a “Operação Tempestade do Deserto”, a censura ao noticiário da guerra contra o terrorismo, determinada pela Casa Branca, veio à tona com a revelação de que o Presidente da CNN, Walter Isaacson, havia baixado normas obrigando seus repórteres a dar uma versão mais patriótica às notícias. O memorando determinava que em todas as reportagens feitas no Afeganistão, deveria-se acrescentar “que é preciso ter em mente que os talibãs estão utilizando escudos humanos e que o regime abrigou terroristas responsáveis pela morte de quase cinco mil pessoas inocentes”, nos atentados contra Nova York e Washington.

“Dano Colateral"

Robert Fisk - março 2003 - jornalista irlandês - publicado no jornal mexicano La Jornada

Alguns jornalistas estrangeiros, porém, conseguiram mostrar ao mundo o clima de terror implantado pelos “libertadores” americanos.

“Foi um ultraje, uma obscenidade. A mão quebrada na porta de metal, o pântano de sangue e lodo na estrada, os cérebros humanos dentro de uma garagem, os restos mortais incinerados de uma mãe iraquiana e de seus três pequenos filhos no carro ainda fumegante”.

“Como é que se registra um acontecimento tão terrível? Talvez um relatório médico fosse mais apropriado. Mas, espera-se que o número final de mortos fique perto dos 30 e os iraquianos agora estão testemunhando essas coisas horríveis todos os dias: portanto, não há razão para que a verdade, toda a verdade, daquilo que eles vêem não deva ser contada.

Porque, ontem, uma outra questão me ocorreu enquanto caminhava por esse lugar de massacre. Se isto é o que estamos assistindo em Bagdá, o que não estará acontecendo em Basra e Nasiriyah e Kerbala? Quantos civis estarão morrendo lá, também, anonimamente, na verdade, sem registro, porque não há repórteres para contar o sofrimento deles?

Abu Hassan e Malik Hammoud estavam preparando o almoço para os clientes no restaurante Nasser, no lado norte da rua Abu Taleb. O míssil que os matou caiu ali perto, o deslocamento do ar destruiu a frente do café e rasgou os dois homens em pedaços - o primeiro com 48 anos, e o segundo de apenas 18. Um companheiro deles me levou por entre os escombros. ‘Isto foi tudo o que sobrou deles’, comentou, colocando na minha frente uma panela encharcada de sangue.

Pelo menos 15 carros pegaram fogo, queimando vários de seus ocupantes até a morte. Muitos homens tentaram desesperadamente abrir as portas de um outro carro em chamas no centro da rua que tinha sido sacudida pelo mesmo míssil. Eles foram forçados a assistir, impotentes, enquanto a mulher e seus três filhos dentro do carro eram cremados vivos diante deles. O segundo míssil atingiu a parte leste da rua, jogando estilhaços de metal em três homens que estavam do lado de fora de um bloco de apartamentos com as palavras: ‘Este é um domínio de Deus’, escrito em mármore na parede externa.

O administrador do prédio, Hishem Danun, correu para a entrada assim que ouviu a grande explosão. ‘Encontrei Ta'ar em pedaços, logo ali’, contou ele. Sua cabeça foi arrancada. ‘Eis aqui sua mão’. Um grupo de rapazes e uma mulher me levaram para a rua e lá, uma cena de filme de horror, estava a mão de Ta'ar, arrancada do pulso, os quatro dedos e o polegar agarrando um pedaço de ferro. Seu jovem colega, Sermed, morreu no mesmo instante. Seu cérebro jazia alguns metros adiante, uma massa vermelha e cinza atrás do carro queimando. Os dois homens trabalhavam para Danun. O mesmo aconteceu ao porteiro, que também morreu.

Enquanto cada sobrevivente conversava, os mortos voltavam a ganhar suas identidades. Havia o dono de uma loja de artigos elétricos, morto atrás do balcão pelo mesmo míssil que matou Ta'ar, e Sermed, e o porteiro, e a jovem em pé diante da central de reservas, tentando atravessar a rua, e o motorista de um caminhão, que estava a poucos passos do ponto de impacto, e o pedinte que regularmente aparecia para pedir ao sr. Danun pão e que estava saindo no exato momento em que os mísseis chegaram gritando através da tempestade de areia para destruí-lo”.

Americanos Matam Crianças e Jornalistas da Reuters no Iraque

12 de julho de 2007

http://www.youtube.com/watch?v=u2gmn3Lj-NE

A Censura Tupiniquim

Essas notícias, dentre uma infinidades de outras, consideradas atentatórias à Segurança Nacional, foram omitidas, na época, dos tablóides americanos por atentarem contra a segurança nacional. Voltando os olhos para o nosso Brasil observamos que aqui também a manipulação e a distorção das pesquisas, dados e fatos vêm surtindo igual efeito no seio da população ignorante e apadrinhada pelas “Bolsas Federais”. A censura ao artigo de Arnaldo Jabor, no site da CBN, é uma mostra disso.

“Art. 220º - A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. (...)

§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. (Constituição brasileira de 1988)

A Verdade Está na Cara, Mas Não se Impõe

Por Arnaldo Jabor – CBN

“O que foi que nos aconteceu?

No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, ‘explicáveis’ demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!

Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!

Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficarem no poder 20 anos!!!

Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!

Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz!!!

Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!!

Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de ‘povo’, consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações ‘falsas’, sua condição de cúmplice e Comandante em ‘vítima’!!!

E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF. Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser

escrito… Está havendo uma desmoralização do pensamento.

Deprimo-me:

Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?’ A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo. A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!

Pior: que os fatos não são nada – só valem as versões, as manipulações. No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política. (...)

Sempre que a verdade eclode, reagem. Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista’. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de ‘finesse’ do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando…

Mas, agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo. (...)

Alguns otimistas dizem: ‘Não… este maremoto de mentiras nos dará uma

fome de Verdades’!”

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB); Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS).

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

Imagens da Internet via Google (PVeiga).