terça-feira, 26 de outubro de 2010

VOU VOTAR NA DILMA

"Vote você também em Dilma 45
Se aparecer a cara do Serra, não ligue e aperte CONFIRMA.
Isso é coisa dos hackers do PSDB"
.


Escrito pelo companheiro Rodrigo Guedes

Olha, sinceramente, cansei do candidato José Serra e decidi votar na Dilma.

Cansei desse papo de ética. Que papo mais ultrapassado! Quero mesmo é votar na Dilma pros aliados dela, Maluf, Sarney, Collor, Jader Barbalho, José Dirceu, Delúbio, Erenice, Genoíno, Edir Macedo, Marcos Valério, Renan Calheiros continuarem mandando no nosso dinheiro. Nós Brasileiros, temos a obrigação moral de sustentar suas estupendas fortunas, casas, carros, iates, festas, etc. Quem sou eu pra prejudicar qualquer um deles?

Aliás, em 1985, o PT apoiou o Maluf pra presidente contra o Tancredo. Imagina quanto mais justo, desenvolvido e sem corrupção seria o Brasil com o Maluf Presidente.

Cansei dessa Lei de Responsabilidade Fiscal que o FHC e o Serra fizeram. Ela dificulta muito a vida dos corruptos. Isso não se faz com os coitados.

Terminantemente não admito votar no Serra, um candidato que tem mais de 40 anos de vida pública e nunca esteve envolvido em nenhum escândalo. Cansei dessa história de ficha limpa.

Nós fizemos o maior movimento de cidadania da história do Brasil para aprovar o projeto ficha limpa, mas queremos mesmo é os ficha-sujas no poder, afinal de contas, somente 5 meses do ano que trabalhamos para pagar imposto.

O Paulo Preto foi acusado de roubar dinheiro da campanha, mas o Serra que é o culpado, afinal de contas, o sonho de todo candidato é que roubem dinheiro da sua campanha. Cansei de saber que isso foi o máximo que acharam pra atacar a ética do Serra: Um assessor, supostamente, roubou o dinheiro da campanha dele.

Cansei da estabilidade e do controle da inflação que o Plano Real possibilitaram.

Cansei de saber que carrinhos de supermercado cheios só são possíveis por que o Plano Real controlou a inflação. Bom mesmo seria se a intenção do PT de impedir a existência do Plano Real tivesse prevalecido.

Tiraram-nos, violentamente, aquela "emoção gostosa" de ir à padaria de manhã comprar o pão, o café e o leite e o preços estarem um e quando você ia a tarde já estavam mais caros. Fernando Henrique e o Serra não tinham o direito de fazer isso com o povo. Bom mesmo era aquela inflação excitante de 5% ao dia e não essa ridícula de 5% ao ano. Aquela maquina de etiquetar de preços anda entediada, coitada.

Foi essa mesma estabilidade inútil que fez com que o Brasil crescesse tanto, inclusive no Governo Lula. Por isso não gosto dela, nem de quem as criou.

Cansei dessas privatizações do Governo FHC e Serra.

Eu não suporto ver a Vale do Rio Doce privatizada sendo hoje a maior produtora de ferro do mundo, a 33a maior empresa do planeta, gerando mais de 60 mil empregos, que hoje vale mais de 273 bilhões e que com seus impostos, são pagos programas sociais como o Bolsa-família. Preferia mil vezes aquela Vale estatizada que gerava só 10 mil empregos e valia 8 bilhões. Esses 50 mil pais e mães de família que passaram a trabalhar na Vale deviam mesmo era estar na linha de pobreza, recebendo bolsa família em casa. Que droga !!!

Ainda sobre as privatizações, cansei dessa história de elas terem permitido todo mundo hoje ter um celular e uma linha de telefone em casa a preços acessíveis. Fala sério. Foi uma baita besteira isso. E o pior de tudo é saber que essa mesma privatização da telefonia está permitindo que a internet banda larga invada o Brasil.

Bom mesmo era aquele Brasil que o povo só tinha acesso ao orelhão e que uma linha de telefone durava até 1 ano pra ser liberada. Internet banda larga? Nem se fala.

Cansei de acreditar na opinião dos maiores economistas do mundo sobre a necessidade da privatização nos setores que foram feitos . Agora vou acreditar no PT que condena as privatizações, mas não tentou desfazer nenhuma delas e ainda privatizou outras.

Apesar do Serra já ter dito que não vai privatizar, cansei de acreditar nele, prefiro acreditar no PT que nunca mentiu para o povo e não teria nenhum interesse em mentir.

Cansei da Política ambiental do Serra em São Paulo ser reconhecida e elogiada inclusive na COP 15.

Acreditem, Cansei desses genéricos. Cansei dessa história de todos os brasileiros poderem pagar até 532% a menos em um remédio quando está doente só por que o Serra criou esse programa inútil. Oras, o remédio quase não pesa no bolso do Brasileiro.

Não sei nem o que dizer desse maior programa de tratamento de Aids do mundo que o Serra fez. Soropositivo não merecia um tratamento tão digno assim, não é ?! Programa Saúde da Família que possibilita unidades de saúde perto das casas do povo? Besteira !! Vacina de graça para os idosos ? Nossos pais e avôs não merecem isso.

E esses Mutirões de Saúde que o Serra fazia?! Desnecessários. Quase não existia fila pra transplante no SUS.

Me da náusea só de pensar que todo o Brasil pode ganhar transporte de qualidade como São Paulo ganhou. Metrô Moderno? Arghh. Quanto aos aeroportos, todos estão ótimos. Cada vez que o Serra propõe melhorá-los eu fico extremamente irritado. Eu vejo aquele Rodoanel uma das maiores obras viárias da América Latina e percebo o quanto ele é incompetente.

Cansei dessa história de os cargos públicos serem ocupados por pessoas qualificadas. Quero é que continue com a política correta de divisão de cargos entre os filiados dos partidos. Quero a Petrobras entre os apadrinhados do Collor. Afinal de contas, o brasileiro fica meses de porta em porta entregando currículos mas acha justo os cargos públicos serem ocupados por pessoas sem currículo.

Acho tão medíocre a diplomacia do Governo FHC. Dar orgulho ver o Brasil se aliar a Hugo Chavez, Almadinejad, Evo Moralez, Fidel Castro. Esses governantes estão na vanguarda da defesa dos direitos humanos.

Cansei desse papo de aborto. Ora, criança no útero não tem direito a vida mesmo. Por isso vou votar na candidata que “acha um absurdo não haver descriminalização do aborto”. Da mesma forma, não acho que uma pessoa que quer presidir um país precisa acreditar em Deus, então votarei na candidata que “se equilibra” na questão se Deus existe ou não e depois, por que está em campanha, vai até a igreja, mesmo errando até o sinal da cruz.

Por último, cansei de raciocinar. Vou, a partir de hoje, acreditar na Propaganda do PT na qual a Dilma foi uma pessoa sofrida, lutou bravamente contra a ditadura, teve uma infância pobre, foi a grande responsável por absolutamente tudo de bom que houve no Governo Lula.

A Erenice era seu braço direito, mas cansei de acreditar que a Dilma tinha alguma coisa a ver com isso. Vou crer que estão em disputa o Lula contra o FHC e não a Dilma e o Serra, não preciso nem comparar a experiência deles e muito menos quem tem mais capacidade pra governar nosso país.

Cansei, vou votar na Dilma!!!
Do blog: Comunistas Caricatos - acrescentei a intenção de voto abaixo:
POR ISSO Vote você também em Dilma 45
Se aparecer a cara do Serra, não ligue e aperte CONFIRMA.
Isso é coisa dos hackers do PSDB.

PRONUNCIAMENTOS EXCLARECEDORES - VALE A PENA VER E OUVIR

Veja abaixo os vídeos de Paulo Brossard, FHC, Almir Pazzianotto, Hélio Bicudo, José Gregori e Bruno Daniel sobre nosso movimento que não pára de crescer.


HÉLIO BICUDOHélio Bicudo

Fábio BarbosaFÁBIO BARBOSA

FERNANDO HENRIQUE CARDOSOFernando Henrique Cardoso

PAULO BROSSARD


ARISTIDES JUNQUEIRA

ALMIR PAZZIANOTTO

Hélio Bicudo

HÉLIO BICUDO

JOSÉ GREGORI

BRUNO DANIELBruno Daniel

Decreto do Presidente Lula ameaça a democracia”

Do site: Manifesto em Defesa da Democracia.


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ADEMAR TRAIANO SERÁ O LÍDER DO GOVERNO BETO RICHA NA ASSEMBLEIA

O deputado Ademar Traiano (PSDB) assumirá as funções de líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa. Traiano, que ocupa atualmente a liderança do PSDB na Casa, foi convidado pelo governador eleito nesta segunda-feira (25).

“Aceito como uma convocação e como um desafio. O governo Beto Richa fará transformações fundamentais em toda a estrutura do Estado e precisará de uma sólida base de sustentação na Assembleia Legislativa”, disse Traiano. “Vou assumir estas funções bastante motivado para contribuir com o nosso governador e com o desenvolvimento social e econômico do Estado do Paraná”.

Para Richa, “Traiano tem o perfil apropriado para a posição, que será de grande relevância no governo”. O deputado é membro da Comissão de Transição nomeada no início do mês por Beto Richa, e uma de suas principais atribuições é acompanhar a tramitação de mensagens enviadas à Assembléia pelo atual governo. Outro compromisso do futuro líder é encaminhar à Assembleia as propostas do governador eleito para o orçamento de 2011, que já está em tramitação legislativa.

Como líder escolhido pelo governador Beto Richa, Traiano deve conduzir ainda as conversas para a formação da nova base de apoio parlamentar e participar das articulações para a eleição da futura mesa diretora da Assembleia.

Ademar Luiz Traiano, de 57 anos, nasceu em Francisco Beltrão e foi eleito em outubro para o seu sexto mandato na Assembleia. Antes, foi vereador e prefeito de Santo Antonio do Sudoeste. Integrou várias comissões técnicas da Assembleia e é um dos mais experientes parlamentares da Casa. Formalmente, assumirá as funções de líder do governo no dia 1º de fevereiro de 2011, quando começa a próxima legislatura.

O deputado é o segundo nome definido por Richa para ocupar funções no futuro governo. O outro é o do vice-governador eleito Flávio Arns, que já foi anunciado como o futuro secretário da Educação.


Flávio Costa e Luciano Patzsch

NÓS O MERECEMOS!

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS >>>

“O PT é um partido orientado por intelectuais que estudam e não trabalham, formado por militantes que trabalham e não estudam, comandado por sindicalistas que não estudam nem trabalham e suportado por eleitores que trabalham pra burro e não têm dinheiro pra estudar”. (Anônimo)

Quando alguém, nos dia de hoje, sai em defesa do PT eu recordo, com saudade, que há pouco mais de uma década o partido era modelo de probidade.


Convivi com familiares, amigos e conhecidos que eram militantes convictos e, na época, discordávamos por questões puramente ideológicas. Hoje, grande parte deles, frustrada, migrou para pequenos partidos que defendem as mesmas idéias que o antigo PT defendia. O PT com o passar do tempo foi se corrompendo pelas tramas do poder perdendo a identidade e a compostura. Quando me perguntam qual é o meu partido, respondo que é o BRASIL, nunca fui animal de rebanho, sempre tive idéias próprias e não vai ser agora, atingindo a melhor idade, que vou mudar. Não voto nos partidos e sim nos candidatos após analisar seu currículo, suas realizações anteriores sem me preocupar com a cor das bandeiras que defendem. Promessas de campanha viram fumaça tão logo os candidatos tomam posse e só seu passado pode assegurar que realmente cumprirão os compromissos eleitorais. Aqueles que não gostam do que escrevo e me acusam de reacionário eu afirmo que jamais empunhei armas, matei ou mutilei civis inocentes nem assaltei bancos em nome de ideologias alienígenas e muito menos reivindico a famigerada bolsa terrorismo.

Não sou apenas eu que denuncio os desmandos ou impropriedades petistas, são antigos militantes, clérigos e outros cidadãos de bem. Vejamos dois deles:

PT, “Partido da Morte”

"O PT é o partido da mentira, o PT é o partido da morte. O PT descrimina o aborto, aceita o aborto até o nono mês de gravidez. Isso é assassinato de ser humano que não tem nem o direito de se defender".
(Dom Luiz Gonzaga Bergonzini)

A afirmativa contundente é do bispo diocesano de Guarulhos Dom Luiz Gonzaga Bergonzini que mandou distribuir dois milhões de cópias de um folheto intitulado “apelo a todos os brasileiros e brasileiras”. O panfleto não trata apenas de uma manifestação contra a interrupção da gravidez ele recomenda taxativamente que “nas próximas eleições dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários ao aborto”.

"Eu tenho uma palavra só, eu não tenho duas ou três palavras como a dona Dilma tem. Ela apresentou três planos de governo, o segundo mascara o primeiro e o terceiro mascara o segundo". (Dom Luiz Gonzaga Bergonzini)

O PT não perde tempo e há uma semana a Polícia Federal apreendeu um milhão dos polêmicos folhetos seguindo determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Os padres devem notificar ao povo a orientação do bispo. Eu não vou arredar o pé, não importa as consequências que eu venha sofrer, mas o que importa é minha consciência e seguir o Evangelho. Eu não tenho medo. O que pode acontecer? Deus saberá.” [Dom Luiz Gonzaga Bergonzini em entrevista à Folha de São Paulo].*

Nosso Problema é a Falta de...

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Brasília, DF, 23 de outubro de 2010

Ultimamente, a “nossa excrescência” esbraveja contra tudo e contra todos, e posa de perseguido, vítima de uma urdidura para desmoralizá-lo e arrebatar das mãos de seu fantoche, o galardão da presidência. Ardilosamente, engendra inimigos sem contornos definidos, a imprensa, as elites, os juízes... travestido, descaradamente, de cordeiro enquanto manipula os cordéis ao seu bel prazer.

Os esqueletos que habitam nos armários do PT, da canalhada de acólitos e dos marqueteiros que assessoram o “poste sem luz”, mal e porcamente, aparecem na grande imprensa e, quando colocados na vitrine, é por pouco tempo; logo surgem as maciças negativas e as esperadas distorções dos fatos. Para desmentir as acusações do “todo poderoso”, acerca da má vontade da imprensa, basta acompanhar a evolução das denúncias; quando expõem as vísceras do desgoverno, de pronto são desmentidas, e rebatidas com acusações contra o candidato Serra.

Maledicências sem qualquer embasamento e reles boatos soltos pelos marqueteiros da candidata adquirem, e são difundidos pela mídia como foros de verdade. Elas proliferam, crescem tornam-se frondosas arvores de frutos podres, que alimentam a fúria da canalha. A tática é exitosa, pois o plácido candidato Serra, de certa forma, submisso aos ditames de seus adversários, vive em posição defensiva, esgrimindo canhestramente para desvencilhar-se.

Nada mais escandaloso do que o manto invisível que encobre o “enviado” e a sua pupila. Ambos esmeram-se em distorcer os fatos, em enunciar dados e desconcertantes números para corroborar os êxitos do impune desgoverno mafioso. Mas o Serra, nada, ou pouco mais do que nada. Por vezes, aguardamos que uma luz celestial recaia sobre o cocuruto dos brasileiros, que aparvalhados com o futuro, reflitam, como pode um mandatário, que realmente nada fez pelo Brasil, que nada produziu de significativo, que não construiu absolutamente nada em oito anos, mas que viajou à beça, que inaugurou a FALTA de compostura no cargo, atingir padrões de popularidade que denigrem a população?

A FALTA de sobriedade da “impune metamorfose” tornou-se tão comum que não arrepia a ninguém, muito menos a dita mídia, que poderia repassar para a opinião pública, para o judiciário e para o TSE o seu clamor de indignação, e sob pressão teriam a coragem de tomar alguma providencia, por modesta que fosse.

Na verdade, por FALTA de dignidade, por FALTA das mínimas condições que compõem a imparcialidade dos homens, da justiça e por FALTA total de cidadania, por FALTA de coragem permitimos que declarados canalhas adquirissem um invólucro protetor de impunidade.

É, meus preclaros, com nossa complacência, conivência, FALTA de atitude, vestimos os patifes com a capa da impunidade. Assim, não adianta, quanto pior o desempenho da candidata, em quaisquer circunstâncias, somos atropelados no dia seguinte com uma estrondosa e maçiçamente divulgada pesquisa de que ela aumentou a diferença. É o milagre da multiplicação das intenções de votos.

Acreditamos, pelos resultados divulgados, posteriormente as gafes e as derrapadas da candidata, que será inútil qualquer debate. Não importa o seu ridículo desempenho, está escrito nas pesquisas, que ela sempre obterá os melhores dividendos. Não assistimos a uma disputa eleitoral, somos espectadores de uma baixaria, de um massacre. Isto não é um duelo de idéias e propostas, é o embate da máquina estatal com todos os seus recursos, com todas as suas armas, inclusive com o aval e a nefasta e virulenta FALTA de vergonha do “grande embusteiro”, contra um candidato.

É a FALTA total de respeito ao regime democrático.

É mais ou menos por aí, que o Chávez, democraticamente, vem tiranizando a Venezuela.

Nós merecemos.

* Depoimento que acrescentei-Imagens da Internet-Fotoformatação (PVeiga).

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS); Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB); Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS); Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional.

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E–mail: hiramrs@terra.com.br

SE VOCÊ VOTA NA DILMA, ADICIONE SUA FOTO E JUNTE-SE A QUADRILHA!

domingo, 24 de outubro de 2010

LULA VAI EMBORA. SARNEY E COLLOR NÃO

“O FEIO DA ELEIÇÃO É SE PERDER”

Por José Eugênio Maciel

“A esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados”

Aparício Torelly (Barão de Itararé

Se alguém disser que um senador, qualquer um deles, não tem coração, esse alguém estará totalmente enganado. Todos os atuais senadores e os que já passaram pelo Senado têm um ótimo coração! O bom coração deles se caracteriza pela bondade em abundância. Claro, a bondade abundante das nobres excelências é para eles mesmos e se estende aos familiares de cada parlamentar.

Oito anos de mandato de um senador é fixinha - limpa ou suja – e não é nada ante aos incontáveis privilégios inerentes ao Senado Federal. Como são muitos, basta citar um fato para estarrecer. O senador Romeu Tuma (PTB-SP), quando fazia campanha para tentar se reeleger, teve agravado o estado de saúde, tanto é assim que prossegue internado. Dada a gravidade do problema cardiológico, ele recebeu um coração artificial que auxiliará nos batimentos. O coração artificial veio da Alemanha e custou 700 mil reais.

Para seis milhões de brasileiros que sofrem de problemas semelhantes ao do senador certamente é muito dinheiro, pois se não fosse o valor elevado esses mesmos brasileiros também mandariam vir do exterior um coração artificial e pagariam 700 mil.

Aí que vem o detalhe, os seis milhões e todos nós demais brasileiros, pagaremos a conta do senador. O Senado, com o dinheiro do contribuinte, bancará toda esta conta, como aliás paga os ex-senadores quando eles têm problemas médico-hospitalares.

Tuma faz parte de uma elite de 400 brasileiros que inclui os atuais 81 senadores, quem já foi, além dos familiares deles. O plano de saúde do Senado nem de longe lembra o SUS e apenas este ano o Poder Legislativo já pagou 32 milhões de reais com despesas médicas.

A palavra privilégio, que etimologicamente se origina do latim privilegiu, junção da palavra légis, privilégio são leis privadas típicas da nobreza. Privilégio é o direito exclusivo, a regalia, a imunidade individual e, como tal, para poucos. Portanto a vantagem concedida aos senadores, como o Tuma, é sustentada pela gente pobre que morre nas filas de hospitais tantas vezes caindo aos pedaços, (ambos) à míngua, pessoas abortadas pelas elites econômicas e políticas que predominam no Senado. Os detentores dos privilégios senatoriais chegam lá pelo voto do povo, um povo envolto pelo sorriso dos belos dentes e de generosos corações, bem tratados pelo Erário.

Imagens da Internet - fotoformatação (PVeiga)>

A CONQUISTA DO PARAÍSO NA VOZ DE DANA WINNER


"A Conquista do Paraíso", de Vangelis com a voz magnífica de Dana Winner cantora belga. Esta música é poderosa, sublime, inspiradora e as letras lembra-nos do "Paraíso" estamos vivendo, o poder dentro de cada um de nós, o poder de "amor"!
Ele está em nossas mãos se este belo planeta será destruído, ou por outro lado, se iremos contribuir para a sua preservação em prol da dos nossos filhos e o futuro de seus filhos!
Letra:
Hmmmmmmmmmm.
Hmmmmmmmmmm.
Hmmmmmmmmmm.
Hmmmmmmmmmm.

Uma luz brilha no coração do homem
Que desafia a escuridão da noite
Um raio que brilha dentro de cada alma
Como asas da esperança levantando vôo

Um dia ensolarado, quando um bebê nasce
As pequenas coisas que dizemos
Um brilho especial nos olhos de alguém
Presentes simples, todos os dias

Em algum lugar há um paraíso
Onde todos encontram libertação
É aqui na terra e entre os seus olhos
Um lugar onde encontramos nossa paz

Venha - abra seu coração
Alcançar as estrelas
Acredite no seu próprio poder
Agora, aqui neste lugar
Aqui nesta terra
Esta é a hora
É apenas um lugar que chamamos de paraíso
Cada um de nós tem o seu próprio
Não tem nome, não, não tem preço
É apenas um lugar que chamamos de lar
Um sonho que alcança além das estrelas
O azul infinito do céu
Sempre nos perguntando quem somos?
Sempre questionando por quê?

Venha - abra seu coração
Alcançar as estrelas
Acredite no seu próprio poder
Agora, aqui neste lugar
Aqui nesta terra
Esta é a hora

Uma luz brilha no coração do homem
Que desafia a escuridão da noite
Um raio que brilha dentro de cada alma
Como asas da esperança levantando vôo
Como asas da esperança levantando vôo
Recebi via e-mail do amigo Juma Durski - (tradução literal pelo Google Tradutor)

sábado, 23 de outubro de 2010

LULA PARECE CONHECER BEM OS AGRESSORES DE SERRA!

EXTRA! Dois dos agressores de Serra são amigos do peito de Lula

Lula cus cumpanhero agressores de Serra (o da direita é Sandro Mata Mosquito)

 Desde o tumulto durante a caminhada do presidenciável José Serra no Rio, um assunto mobilizou jornais, revistas, a Internet, as redes sociais, o escambau: qual a natureza do objeto que atingiu a cabeça do tucano? Tudo porque uma edição suspeita das imagens do barraco, feita pelo SBT, buscava provar que o candidato forjara a razão pela qual teria ido ao médico finda a batalha, já que não teria sido atingido por uma bobina (rolo) de fita crepe (ou de adesivos) mas sim por uma bolinha de papel.

Denunciei a edição de má-fé do SBT aqui no blog, antes do Jornal Nacional fazê-lo, porque já tinha visto várias imagens do tumulto e observado que a cena, onde o candidato é atingido por uma bolinha de papel (pelo que parece) não era a mesma onde ele surge protegendo a cabeça com as mãos. Na verdade, no meio da pancadaria, vários objetos foram lançados contra o candidato e sua comitiva, incluindo bolinhas de papel, paus e pedras, além da famosa bobina de fita crepe. A repórter da Globo, Mariana Gross, inclusive, levou uma pedrada. Que não tenha havido mais feridos deve-se a ajuda divina.

E aí entramos no X da questão, que já havia comentado antes, mas nunca é demais repetir: mesmo se não tivessem sido lançados objetos contra Serra e seus aliados, o tumulto causado pelos petistas seria violento de qualquer forma. A tropa de choque petralha foi à caminhada do adversário com a clara intenção de impedir que ela acontecesse, o que é uma violência em si mesma, já que Serra tem todo o direito de fazer campanha sem ser molestado ou agredido nem verbal muito menos fisicamente.

Lula, canalhamente, como lhe é de costume, tentou desviar a atenção das ações de sua milícia para a questão bizantina sobre a natureza do artefato, acusando Serra de ter armado uma farsa, pois bolinha de papel não fere ninguém (relativo, né?, porque se bater no olho da pessoa pode sim machucar). A questão principal, que foi a organização do tumulto para impedir a caminhada, ficou de lado e, até agora, inclusive, os programas da candidata de Lula continuam batendo na tecla da farsa, embora as declarações de Lula e dela própria tenham pegado bem mal.

Agora, para emporcalhar ainda mais as já muito sujas falas e atitudes desse senhor, que ocupa a Presidência sem merecê-la, eis que aparece foto dele abraçado com os meliantes do PT que lideraram a baixaria contra Serra (foto no início do post). Um deles foi identificado como Sandro Mata Mosquito, deputado estadual pelo PT não-eleito; o outro, não consegui encontrar identificação. Agora vejam abaixo os amigos do Lula em ação no dia 20. Quem trouxe a notícia à baila foi o blogueiro.

Do blog Contra o Coro dos Contentes.

O PT E SEU LEGADO MALDITO

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS

“Esse é o legado dos oito anos de governo Lula: uma época de corrupção,

onde quem deveria dar o exemplo não dá”.

(Senadora Marisa Serrano)

Outro dia um dos professores do CMPA perguntou-me em quem eu iria votar no segundo turno e não se conformou quando eu disse que jamais votaria na Dilma ou em qualquer político que desse continuidade à série de desmandos, falcatruas e assalto aos cofres públicos que esses meliantes vem promovendo, em todos os níveis da administração pública, em benefício próprio ou de seus correligionários e familiares. Só os omissos, alienados ou interessados em participar do espólio nacional é que podem se deixar seduzir pela cantilena da antipática e despreparada guerrilheira e os impropérios vociferados pelo seu alienado presidente marqueteiro. Como bom PeTista que não gosta de ouvir falar mal de sua horda obscena ficou muito revoltado com minhas observações ao que retruquei que ele é que havia dado início ao diálogo perguntando-me a respeito de minhas intenções de voto e não eu. Os quadrilheiros usam a democracia para atingir seus fins, mas não a respeitam ou a defendem quando ela não os favorece. Acho que a reeleição em um país como o nosso dá oportunidade para que bandoleiros se instalem nos corredores palacianos e promovam os disparates que diariamente vêm a público.

A revista VEJA revela que o braço direito de Lulla, Gilberto Carvalho, e Dillma Rousseff tentaram usar o Ministério da Justiça para, dentre outras irregularidades, criar dossiês comprometedores de adversários políticos. A máquina revolucionária petista é mestre em utilizar os órgãos oficiais do governo para seu próprio benefício, a Casa Civil, por exemplo, vizinha da sala do presidente da República foi transformada em um verdadeiro balcão de negócios.

Intrigas de estado

Gustavo Ribeiro – Revista VEJA 23/10/2010

Diálogos entre autoridades revelam que o Ministério da Justiça, o mais antigo e tradicional da República, recebeu e rechaçou pedidos de produção de dossiês contra adversários

RELAÇÕES PERIGOSAS: As conversas às quais VEJA teve acesso mostram que o braço direito do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e a candidata à Presidência Dilma Rousseff tentaram usar o Ministério da Justiça para executar “tarefas absurdas”.

VEJA já havia demonstrado nas reportagens “O polvo no poder” e “A alegria do polvo” como a Casa Civil fora transformada em um balcão de negócios, em que maços de dinheiro vivo apareciam nas gavetas de escritórios a poucos metros da sala do presidente da República. A presente reportagem relata as tentativas ousadas de petistas de alto coturno de conspurcar um dos mais antigos e venerandos ministérios da República, o da Justiça.

“Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados.”

(Pedro Abramovay - secretário nacional de Justiça)

VEJA teve acesso a conversas entre autoridades da pasta que revelam a dimensão do desprezo petista pelas instituições. Os diálogos mostram essas autoridades incomodadas com a natureza dos pedidos que vinham recebendo do Palácio do Planalto. Pelo que é falado, não se pode deduzir que o Ministério da Justiça, ao qual se subordina a Polícia Federal, cedeu integralmente às descabidas investidas palacianas. “Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados”, disse Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça, em conversa com seu antecessor, Romeu Tuma Júnior. Abramovay é considerado um servidor público exemplar, um “diamante da República”, como a ele se referiu um ex-ministro. Aos 30 anos, chegou ao Ministério da Justiça no início do governo Lula pelas mãos do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. A frase dele pode confirmar essa boa reputação, caso sua “canseira” tenha se limitado a receber pedidos e não a atender a eles. De toda forma, deveria ter denunciado as ordens impertinentes e nada republicanas de “produzir dossiês”.

Mesmo um alto funcionário com excelente imagem não pode ficar ao mesmo tempo com a esmola e o santo. Em algumas passagens da conversa, Abramovay se mostra assustado diante das pressões externas e diz que pensa em deixar o governo. Não deixou. Existem momentos em que é preciso escolher. Antes de chegar ao ministério, ele trabalhou no gabinete da ex-prefeita Marta Suplicy, na liderança do PT no Senado e com o senador Aloizio Mercadante. Vem dessa etapa da carreira a explicação para a parte da frase em que ele diz “quase fui preso como um dos aloprados”. A frase nos leva de volta à campanha eleitoral de 2006, quando petistas foram presos em um hotel ao tentar comprar um dossiê falso contra José Serra. A seu interlocutor, Abramovay sugere ter participado do episódio e se arrependido, a ponto de temer pedidos semelhantes vindos agora do Palácio do Planalto. Ele disse que quase foi preso na época do escândalo e que, por isso, teve de se esconder para evitar problemas. “Deu ‘bolo’ a história do dossiê”, comenta. Em pelo menos três ocasiões, Abramovay afirma que não está disposto a novamente agir de forma oficiosa. E justificou: “... os caras são irresponsáveis”.

Os diálogos aos quais a reportagem teve acesso foram gravados legalmente e periciados para afastar a hipótese de manipulação. As ordens emanam do coração do governo — do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, e da candidata a presidente, Dilma Rousseff. A conversa mais longa durou cinquenta minutos e aconteceu em janeiro deste ano, no gabinete do então secretário nacional de Justiça e antecessor de Abramovay no cargo, Romeu Tuma Júnior. Os interlocutores discutem a sucessão do ex-ministro Tarso Genro. Ao comentar sobre o próprio futuro, Abramovay revela o desejo de trabalhar na ONU. Em tom de desabafo, o advogado afirmava que já não conseguia conviver com a pressão. Segundo ele, a situação só ia piorar com a nomeação para o cargo de Luiz Paulo Barreto, então secretário executivo, pela falta de força política do novo ministro, funcionário de carreira da pasta, em que também angariou excelente reputação. “Isso (o cargo de ministro) é maior que o Luiz Paulo. (...) Agora eles vão pedir... para mim... pedir para a Polícia (Federal)”, desabafou.

“O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele realmente me disse que recebia pedidos da Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo”.

(Romeu Tuma Junior - ex-secretário nacional de Justiça)

Procurado por VEJA, Abramovay disse: “Nunca recebi pedido algum para fazer dossiês, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da campanha da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder — ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas”. Romeu Tuma Júnior, seu interlocutor, porém, confirmou integralmente o teor das conversas: “O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele me disse que recebia pedidos de Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo”. Acrescentou Tuma: “Há um jogo pesado de interesses escusos. Para atingir determinados alvos, lança-se mão, inclusive, de métodos ilegais de investigação. Ou você faz o que lhe é pedido sem questionar, ou passa a ser perseguido. Foi o que aconteceu comigo”, afirma o ex-secretário, que deixou a pasta em junho, depois que vieram a público denúncias de que teria relacionamento com a máfia chinesa. Tuma Júnior atribui a investigação contra si — formalmente arquivada por falta de provas — a uma tentativa de intimidação por parte de pessoas que tiveram seus interesses contrariados. Ele não quis revelar quais seriam esses interesses: “Mas posso assegurar que está tudo devidamente documentado”.

Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, o diretor da PF, Luiz Fernando Corrêa (à dir.), se valeu do aparato policial para monitorar autoridades. O ministro suspeitou que ele próprio houvesse sido vítima de grampos ilegais e que até o presidente Lula tivesse sido constrangido por Corrêa

O clima de desconfiança no Ministério da Justiça contaminou até o mais alto escalão. A certa altura das conversas, o chefe da pasta, Luiz Paulo Barreto, manifesta suspeita de que seu subordinado Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da Polícia Federal, o espione. Em inúmeras ocasiões, Barreto revelou a seus assessores não ter ascendência sobre Corrêa. O ministro chega a expressar em voz alta sua desconfiança de que o diretor da PF tem tanto poder que se dá ao luxo de decidir sobre inquéritos envolvendo pessoas da antessala do presidente da República. Um desses casos é relatado por Barreto em conversa no seu próprio gabinete, ocorrida em meados de maio. A sua chefe de gabinete, Gláucia de Paula, Barreto fala sobre o possível indiciamento de Gilberto Carvalho, braço direito do presidente Lula. Em 2008, a PF interceptou telefonemas em que o chefe de gabinete da Presidência conversava com o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, um dos investigados na Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas.

Em um dos diálogos, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, sua chefe de gabinete, Gláucia de Paula, e o então secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior conversam sobre a origem do poder do diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa — que teria conseguido, entre outras coisas, evitar o indiciamento de Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Lula.

Gláucia de Paula:- O Gilberto (Carvalho, chefe de gabinete da Presidência) foi indiciado?

Ministro Luiz Paulo Barreto:- O processo foi travado. Deu m... (...) O negócio do grampo. O Luiz Fernando falou pra não se preocupar.

Gláucia de Paula:- Tem certeza disso?

Ministro Luiz Paulo Barreto:- O ministro Márcio (Thomaz Bastos) que me contou isso. O Gilberto (Carvalho) me contou isso.

Tuma:- Esse cara tem alguma coisa, não é possível (...).

O ministro, que diz ter tido conhecimento do indiciamento pelo próprio Gilberto Carvalho, revela que o diretor da PF promoveu uma encenação para iludi-lo, numa manobra para mostrar que seu poder emanava de fora da hierarquia do Ministério da Justiça. A conversa toma um rumo inesperado. Um dos interlocutores fica curioso para saber a fonte real de poder de Luiz Fernando, que lhe dá cobertura até para desafiar seu próprio chefe sem temor de represálias. “Ele deve ter alguma coisa...”, afirma. Procurado, Luiz Paulo Barreto informou que não comentaria nada antes de ter acesso ao áudio da conversa. Gilberto Carvalho negou que já tenha feito algum pedido a Pedro Abramovay, a mesma resposta de Dilma Rousseff. As conversas e sua vinda a público funcionam como o poder de limpeza da luz do sol sobre os porões. Elas são reveladoras da triste realidade vivida por instituições respeitadas quando passam a ser aparelhadas por integrantes de um projeto de poder.

O quartel-general da pré-campanha de Dilma Rousseff foi usado para espionar adversários. A mando de Luiz Lanzetta, o ex-jornalista Amaury Ribeiro Jr. comprou a quebra do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de aliados de José Serra

Outra demonstração disso surgiu na semana passada, quando a Polícia Federal forneceu a mais recente prova de quanto pode ser perniciosa a simbiose entre partido e governo. Na quarta-feira, depois de revelado que o ex-jornalista Amaury Ribeiro Jr., integrante do “grupo de inteligência” da campanha de Dilma, foi o responsável pela violação do sigilo fiscal de Eduardo Jorge e de outros integrantes do PSDB, o militante petista Lula, atualmente ocupando a Presidência da República, anunciou ao país que a PF faria revelações sobre o caso — antegozando o fato de que um delegado, devidamente brifado sobre o que deveria dizer, jogaria suspeitas das patifarias de Amaury Ribeiro sobre os ombros do PSDB. Mais uma vez, a feitiçaria dos petistas resultou em um tiro no próprio pé. Nunca aprendem que, uma vez aberta a caixa de Pandora, os fantasmas escapam e voam sem controle.

Em junho passado, VEJA revelou que o comitê de campanha de Dilma Rousseff arregimentou um grupo de arapongas para espionar o candidato José Serra, seus familiares e amigos. A tropa começou os trabalhos com o que considerava um grande trunfo, um dossiê intitulado “Operação Caribe”, produzido por Amaury e que narrava supostas transações financeiras de pessoas ligadas ao PSDB. As únicas peças do dossiê fajuto que não podiam ser lidas no Google haviam sido obtidas de forma preguiçosa e venal, compradas de bandidos com acesso a funcionários da Receita Federal — e pagas com dinheiro vivo. Os dados fiscais violados serviram de subsídio para o tal relatório que circulou no comitê de campanha. Como “previu” o militante petista que ora ocupa a Presidência da República, horas depois de sua entrevista apareceram as tais “novidades”. Um delegado anunciou que, com a identificação de Amaury, o caso estava encerrado, já que o ex-jornalista, ao violar o sigilo, ainda era funcionário do jornal O Estado de Minas, portanto não haveria nenhuma ligação com a campanha do PT. O delegado Alessandro Moretti foi o escolhido apenas para comunicar à nação as graves revelações obtidas pelo trabalho policial — formalmente ele não participou do inquérito. A lealdade no caso era mais vital do que o profissionalismo policial. Número dois na diretoria de Inteligência da PF, Moretti é produto direto do aparelhamento na Polícia Federal.

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS); Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB); Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS); Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional.

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E–mail: hiramrs@terra.com.br

ENTREVISTA COM O PADRE PAULO RICARDO: MARXISMO CULTURAL

CANÇÃO NOVA-Padre Paulo Ricardo

Um alerta contra a instrumentalização da Igreja face aos interesses dos comunistas.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo, consultor da Congregação do Clero, em assuntos de catequese junto à Santa Sé, professor de Filosofia e Teologia, e reitor do Seminário Cristo Rei de Cuiabá (MT) denuncia as influências materialistas do marxismo cultural no mundo Ocidental com o objetivo de "descristianizar" a sociedade. Alerta para o perigo de uma leitura sociológica da Bíblia em função dos interesses do comunismo.



cancaonova.com: O que é o marxismo cultural?

Padre Paulo Ricardo: Marxismo cultural é um movimento ideológico que pretende implantar a revolução marxista. Não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental. Na verdade, o Ocidente é uma cultura que está toda baseada, desde o tempo dos antigos filósofos gregos, principalmente depois do Cristianismo, na espiritualidade.

cancaonova.com: Por que muitos pensam que o comunismo desapareceu totalmente, após a queda da União Soviética?

Padre Paulo Ricardo: O que desapareceu foi o comunismo real, no entanto, os ideais marxistas continuam de pé e muito vivos, basta lermos os programas dos partidos políticos no Brasil e veremos que aquilo que se pretende com o marxismo continua sendo o ideal de toda uma movimentação política. Só que esses adeptos da cultura marxista estão convencidos de que não conseguirão implantá-la aqui se antes não destruírem a cultura, que há no país, toda baseada na espiritualidade, o que é típico do Ocidente como já foi dito. Trocando em miúdos, o marxismo é materialista e para implantá-lo é necessário que as pessoas estejam convencidas do materialismo. Então, eles, aos poucos, vãos desmontando a cultura ocidental, que é espiritual, cristã, filosófica e metafísica, e implantando o materialismo pagão, que é contra a metafísica e que só é a favor daquilo que é experimental, que se pode palpar, aquilo que podemos experimentar no dia-a-dia.

cancaonova.com: Como esta ideologia comunista mais afeta nossa vida de Igreja e influencia nosso pensamento?

Padre Paulo Ricardo: Ela afeta justamente pelo fato de que a teologia da libertação, aqui no Brasil e na América Latina, tem como ideal a implantação de uma sociedade parecida com aquela que os socialistas e comunistas esperavam, ou seja, uma sociedade igualitária, em que as pessoas sejam todas iguais. Por meio dessa teologia, esse tipo de leitura da Bíblia e da realidade bastante socializante e materialista foram entrando aos poucos em nossa maneira de ver o mundo e da visão da Igreja.

cancaonova.com: Como combatê-la e se dar conta de que se trata de uma 'ideologia marxista', mesmo que disfarçada?

Padre Paulo Ricardo: A primeira coisa é compreendermos que, através da ideologia marxista, se tende a ler tudo a partir da sociologia. Então, quando, por exemplo, encontramos uma pessoa que começa ler a Bíblia e em todas as suas passagens tira alguma aplicação social, esse é um indício, um sinal bastante claro de que, talvez, ela esteja seguindo esse tipo de pensamento marxista. Sabemos que a Sagrada Escritura tem uma lição social, mas nós não podemos extrair dela apenas uma mensagem social.

cancaonova.com: Quais os principais meios utilizados pelos militantes do marxismo cultural para difundir suas idéias?

Padre Paulo Ricardo: O primeiro ponto é que eles agem em dois campos muito distintos. O primeiro campo mais importante para eles são as universidades, onde, basicamente, quase todos os professores, de alguma forma, foram influenciados por esse tipo de pensamento materialista e socializante. Já o segundo são os meios de comunicação. Através das novelas e noticiários, eles vão influenciando e montando a mentalidade do povo de uma forma contraria à do Cristianismo e à visão espiritual da realidade.

cancaonova.com: Como padre, na sua história de vida, o senhor percebe que foi alguma vez instrumentalizado pelos pensadores do marxismo cultural?

Padre Paulo Ricardo: Sem dúvida nenhuma. Quando eu era um jovem estudante de Filosofia, eu seguia aquilo que os professores ensinavam em sala de aula, dentro da universidade. E, sem perceber, ia escorregando para esse tipo de leitura sociológica, uma leitura socializante da Bíblia. Mas graças a Deus e pela providência divina, eu fui encontrando livros que, aos poucos, foram me abrindo os olhos e é por isso que, hoje, quero prestar esse serviço para as pessoas, ajudando-as também a encontrar o caminho de saída desse tipo de pensamento que esvazia o Evangelho.

cancaonova.com: Em qual aspecto os católicos devem ficar mais atentos para não serem 'inocentes úteis' nas mãos dos intelectuais do comunismo?

Padre Paulo Ricardo: A primeira coisa que nós temos de notar é que somos a maioria, só que, infelizmente, somos uma maioria inconsciente, ou seja, nós não temos consciência daquilo que deveríamos fazer. Enquanto eles são uma minoria muita bem treinada. Por exemplo: no jornal Folha de São Paulo foi veiculada uma pesquisa afirmando que 47% dos eleitores brasileiros, portanto, a esmagadora maioria de acordo com a pesquisa, são bastante conservadores em termos de moralidade, portanto, os brasileiros são contra o aborto, o casamento homossexual e todo esse tipo de coisa.
Mas os adeptos da cultura marxista procuram passar toda uma programação a favor do aborto e do casamento gay, porque pretendem desmontar a moral cristã para implantar uma mentalidade materialista.

Pois bem, se nós somos a maioria, por que é que eles conseguem nos dominar? Porque eles dominaram os meios de comunicação. Existe, na verdade, uma minoria falante que está dominando uma maioria muda. A primeira coisa que nós devemos fazer é parar de ser mudos e começar a falar, a protestar e a dizer: "Não, eu não estou de acordo com isso! Não é assim!" E se formos chamados de conservadores, não importa.

A primeira coisa que um católico precisa realmente ter consciência – diante do fenômeno do marxismo cultural – é de que nós iremos ser policiados por eles, naquilo que eles chamam de "patrulhamento ideológico", mas não temos de nos importar com isso, porque assim como os primeiros cristãos sofreram perseguições, nós também as sofreremos, mas estas serão de forma ideológica. Devemos lutar para levar a verdade do Evangelho para frente! Não podemos ceder e "barateá-lo" a uma nova agenda cultural que está nos sendo imposta.

cancaonova.com: O que o Papa Bento XVI significa em todo esse contexto?

Padre Paulo Ricardo: O Papa Bento XVI, quando era professor na Alemanha, sofreu bastante com esse tipo de movimentação do marxismo cultural, porque este movimento não está presente apenas na Igreja do Brasil, mas também na Alemanha. E muitos teólogos tentavam adaptar o Evangelho ao marxismo, de modo que foram eles que mais criaram problemas para ele. Quando ele foi eleito cardeal em Roma, logo começou a combater a teologia da libertação marxista, tentando mostrar justamente que se tratava de um desequilíbrio e de uma traição ao Evangelho. Agora que é papa, nós vemos claramente que Deus se manifestou ao escolher este homem para ajudar a Igreja do Brasil e do mundo inteiro a sair desta situação de querer ler o Evangelho através de uma visão sociológica e de uma agenda política que não tem nada a ver com o Cristianismo. Então, podemos dizer que a eleição de Bento XVI é a virada. Ele é, de alguma forma, o homem da providência e nós agradecemos a Deus por ter nos dado esse homem providencial.

cancaonova.com: Teremos uma sociedade ideal, harmônica, igualitária, neste mundo um dia, ou nossa meta de vida perfeita é para a 'pátria celeste'?

Padre Paulo Ricardo: Sem dúvida nenhuma, nós temos de ser realistas. Somos imperfeitos, por isso não somos capazes de gerar, nesse mundo, uma sociedade perfeita. Todos aqueles que quiseram implantar um paraíso, aqui, na terra, a única coisa que conseguiram produzir foi o inferno. Todas as ideologias do século XX, que propunham fazer um paraíso na terra, foram as que causaram mais mortes. Nós não podemos agir assim, temos de tentar melhorar a sociedade sim, lutar para a justiça, mas o próprio Papa Bento XVI nos recorda na encíclica "Deus Caritas Est": "Não é possível implantar o paraíso aqui na terra, o que nós devemos esperar é que tenhamos forças morais aqui na terra, suficientes para lutar contra o mal", mas essa luta irá durar enquanto o mundo for mundo. Somente no final dos tempos é que nós veremos o reino dos céus vir como um dom de Deus e não como a realização de uma obra humana. Entraremos na Jerusalém celeste, sim, mas como diz o livro do Apocalipse: "Ela é a esposa que desce do alto e não aquela que sobe da terra, porque quem sobe da terra, é a prostituta".

Contato: www.padrepauloricardo.org
Do blog Cavaleiro do Templo