Pense neste provérbio:
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
FAÇA SUA PARTE
Por Denir Daleffe
Sabemos muito bem que sozinho você não consegue mudar o mundo. Mas não desanime.
Faça sua parte e Você verá que alguma coisa ficou melhor.
Você não é responsável por tudo o que deve ser feito na face da terra, mas é responsável por tudo aquilo que você pode fazer.
O mal é que, por não poder fazer tudo, muita gente acaba não fazendo nada.
Pense neste provérbio:
Pense neste provérbio:
"Quando você não pode fazer tudo o que deve, deve fazer tudo o que pode".
De acordo com a lei divina que diz: "De acordo com o que plantares, assim também colherás" Cristo disse: Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua Justiça, e todas as outras coisas nos serão dadas por acréscimo.
Esse ensinamento extraordinário nos mostra claramente que a sabedoria e a felicidade consiste em buscar primeiramente o Reino de Deus. Ou melhor, a sabedoria já é o próprio REINO DE DEUS: Origem de todos os bens.
Infelizmente, a maior parte de nossa sociedade contemporânea vem buscando em primeiro lugar, e de forma frenética, as outras coisas e desprezando a sabedoria e a felicidade.
O resultado disso é a confusão e desordem que se instauraram em nosso planeta: o egoísmo, a ganância e a corrupção se sobrepondo à bondade à moderação e à honestidade.
O importante é enriquecer de qualquer maneira e cada vez mais, pouco importando com os meios utilizados para se atingir o objetivo.
Sem sabedoria os crimes e as injustiças se multiplicam, gerando insatisfações e revoltas, num círculo vicioso que tudo transforma em verdadeiro "caos".
Além disso, as doenças, as perturbações, os vícios as neuroses se proliferam, pois onde impera a ignorância, que é a ausência da SABEDORIA, jamais poderá haver harmonia justiça e FELICIDADE.
DISPERSA, A COMCAM NÃO DISPERTA
Quando o ser humano percebe que as circunstâncias são maiores, ele não se apequena (Gudé).
“A união é uma ligação entre perseverança, esforço e dedicação”.
Gabriel Bastos
Por José Eugênio Maciel
O presidente da COMCAM – Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão, Fábio Aparecido D' Alécio (foto ao lado) está prestes a concluir o mandato a frente da mencionada entidade. Embora deva chamar a atenção, ainda que não seja absolutamente novidade, Fábio D' Alécio, que é prefeito de Ubiratã e está no seu segundo mandato em gestão municipal, declarou o descontentamento por não ser ainda possível a união de todos em torno de postulações de interesse e necessidade da região. Intitulado “Região precisa unificar bandeira de luta, diz D'Alécio”, o Sítio Boca Santa noticiou o desabafo na edição da sexta passada, “aqui não tem essa de 'união faz a força'”, sintetizou a realidade política da região.
Então a COMCAM está mesmo longe de ocupar um lugar de relevo no sentido da representação dos interesses de toda a região, que não são os dos prefeitos em si mesmos, mas o interesse público capaz de aglutinar forças e promover o desenvolvimento econômico e social, por exemplo.
Quando ele recém tinha assumido a presidência da COMCAM, tive a oportunidade de dialogar com Fábio D'Alécio, ele fez várias observações muito pertinentes á nossa região, a começar pelo fato de os prefeitos em sua maioria estarem voltados praticamente para o âmbito administrativo local, a gerenciarem problemas e desafios de suas respectivas municipalidades.
O interessante no estatuto da Entidade, já no seu Artigo terceiro, inciso I, a COMCAM tem como objetivo “elaborar estudos e planejar obras e serviços que atendam aos interesses da região”, no inciso V ela deve “fomentar e sugerir a criação de consórcios intermunicipais... (…) e ainda cabe citar o inciso VII, ”conjugar recursos técnicos e financeiros da União, Estados e Municípios associados” Foram públicas e notórias as reuniões nas quais constatou-se poucas presenças e efetivo interesse em fortalecer a região, embora Fábio D'Alécio não tenha deixado de buscar a mobilização.a conclamar prefeitos e equipe, mas a vontade e responsabilidades deles tem deixado muito a desejar. De fato não é a COMCAM a que irá mudar mentalidades, é preciso que a mentalidade dos prefeitos seja maior e melhor. É evidente que prefeito algum deve se descuidar dos seus problemas municipais, mas é preciso enxergar que determinadas soluções, principalmente em termos macroestruturais não estão em suas cidades, nelas sim, ao mesmo tempo que nas demais. Infelizmente quando reúne maior número de prefeitos é porque alguma autoridade de maior peso comparece, e é comum o “oba oba” da bajulação, sem que revindicações sejam concreta e firmemente debatidas, assumidas e cobradas conforme o caso.
Outra constatação que Fábio faz, publicamente ou tomando por base outras conversas que tive com ele, é que a região Oeste sediada em Cascavel, lá a maturidade política é outra, a cobrança é feita por haver a definição de interesse comum clara e anteriormente definido. Em outras palavras, os paranaenses oestinos possuem maior e mais competência política, tem projetos definidos.
Fábio é um dos poucos que enxerga a necessidade de uma união regional, ele que, sem se descuidar de Ubiratã como prefeito, tentou fazer da COMCAM uma entidade forte, de respeito, local de debates e elaboração de projetos e planejamentos que representem o crescimento de toda a região. Teve até a inspiração do seu saudoso pai que, ao dirigir a COMCAM, conseguiu viabilizar o CISCOMCAM – Consórcio Intermunicipal de saúde da COMCAM que também foi uma luta, mas é fato que a visão político-administrativa do Valdir d'Alécio e da maioria dos prefeitos à época era clara, dinâmica e coerente, o que infelizmente falta hoje.
Se numericamente a região tem média densidade populacional e eleitoral, isso não pode nos acovardar em reivindicar que os poderes públicos federal e estadual deem a atenção devida às nossas demandas. Para isso é impostergável ter bons projetos, vontade e determinação de todos, incluindo a sociedade civil através das suas entidades de representação, como adverte Fábio.
Reminiscências em Preto e Branco
Perdas significativas em fevereiro que se estendem bem além das respectivas famílias e amigos, mas para os mourãoenses de uma maneira geral elas são sentidas..
Dia 16, aos 48 anos Paulo Cézar Fantinati prematuramente deixou o nosso convívio. Fotógrafo talentoso e dedicado, trabalhou nos mais importantes jornais, entre eles a Folha de Londrina e o Estado do Paraná. Ele foi dos tempos de existir todo o cuidado em colocar o filme e depois revelá-lo, além, é claro, do enquadramento e angulação, o que conseguia com acuidade. Fotografava como um poeta ou filósofo, aliás outra qualidade, a reflexão crítica a cerca da existência e sentido do homem no Universo.
Orovaldo Aparecido Colchon tinha 50 anos e morreu no último dia 17. A família Colchon é tradicional e muito querida em C. Mourão. Sorriso largo, sempre bem disposto, era peculiar nele a sinceridade ao realizar negócios como vendedor. Atencioso, tinha muitos amigos, sendo para com eles muito prestativo. Uma outra qualidade, não guardava rancor algum, procurava superar as adversidades olhando e caminhando para frente, se possível com muito bom humor.
A família Teodoro é numerosa e tão grande quanto a história dela em nossa região, desde os primeiros momentos deste lugar outrora inóspito. E tão grande era o coração dela, sempre ávido em estender a mão. Tinha um orgulho imenso pelos seus, assim como por esta terra. Adelaide Teodoro de Oliveira sabia apreciar uma boa prosa e era uma excelente contadora de causo e testemunha de fatos marcantes, dos tempos de meninice aos dias atuais. Deixou um legado rico, a simplicidade, para ela, a vida era bela. Aos 77 anos, dia 19.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
AMIGOS PARA SEMPRE
Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 27 de fevereiro de 2012.
Eu não tenho nada pra dizer
Você parece no momento até saber
O quanto eu estou sofrendo
Vem, veja através dos olhos meus
A emoção que sinto em estar aqui
Sentir seu coração me amando
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes, nos momentos de prazer
Amigos para sempre (...)
(Jane e Herondy - Amigos Para Sempre)
Projeto Desafiando o Rio-mar
Só se ama as coisas que se conhece e entende...
Só lutamos e defendemos o que amamos.
(Thiago de Mello – Poeta Amazonense)
Com o Projeto Desafiando o Rio-mar colhemos subsídios “in loco”, descendo os Rios da Bacia Amazônica de caiaque observando a fauna, flora, hidrografia, relevo, entrevistando autoridades locais, representantes dos povos da floresta e tentamos transformar cada uma dessas descidas em um livro. Graças ao General-de-Exército Luiz Gonzaga Shroeder Lessa conseguimos editar, pela Editora da PUC/RS, o primeiro livro que relata nossa descida pelo Rio Solimões. O objetivo final de todo este processo é despertar a juventude brasileira para que, com conhecimento de causa, no futuro próximo, sejam capazes de exercer uma pressão cidadã, no sentido de reverter o maior esbulho do patrimônio brasileiro, atualmente em curso em relação à nossa soberania. As inúmeras ações desencadeadas pelos três poderes da república demonstram sistemática e gabalmente como os brasileiros, em geral, desconhecem o povo, a história e as coisas de nossa vilipendiada Amazônia. Acho que a solução a médio e longo prazo deva ser a de trazer aos mais jovens o conhecimento daquela remota região para que mais tarde, ocupando posições de liderança no contexto político, possam deliberar corretamente sobre os destinos de nossa pátria.
Desde 2007, tentamos obter apoio de entidades públicas e privadas, mas em todas as oportunidades elas se esquivaram. Tentamos diversas organizações administradas por companheiros de farda achando que estes seriam capazes de entender nossos propósitos, mas, mais uma vez, as portas nos foram fechadas. Curiosamente a primeira descida, de Tabatinga a Manaus pelo Solimões, só aconteceu graças ao apoio de dez amigos, nove civis e um militar. Esta semana, ao voltar de minha última jornada, de 2.000 km, de Porto Velho, RO, a Santarém, PA, recebi um e-mail de um velho e querido amigo, contemporâneo da AMAN hipotecando apoio do Clube Militar de Campinas, do qual é atualmente o Presidente, ao Projeto.
Clube Militar do Rio de Janeiro
O Clube Militar do Rio de Janeiro, ao longo de sua trajetória, participou ativamente dos grandes momentos de nossa nacionalidade. Homenageando o Clube Militar do Rio de Janeiro estamos homenageando os Círculos Militares espalhados pelos quatro cantos de nosso imenso país.
Logo após a Guerra da Tríplice Aliança (1864 - 1870), o Brasil viveu um período muito conturbado. Marcaram essa quadra de nossa História, as campanhas abolicionista e republicana e as questões militares e religiosas, assinaladas por grande efervescência de idéias, por graves crises e pelo surgimento das instituições que abrigariam os grupos que então se debatiam.
A Classe Militar, afetada diretamente pela questão militar e indiretamente por todas as outras, não fugiria à regra. Fundou-se inicialmente o Clube Naval e em seguida, o Clube Militar (26 jun 1887).
Perlustrando a História desta instituição, constata-se, documentadamente, a ponderável contribuição do "Fórum de Debates" em que, a partir de então, se transformou, para a solução pacífica, sem graves comoções, de um sem número de magnos problemas nacionais.
Memoráveis e vibrantes assembléias nele realizadas marcaram fatos de grande significado para a vida nacional, como as Campanhas Abolicionista e Republicana, a instituição do Serviço Militar Obrigatório o Monopólio Estatal do Petróleo e as homenagens à FEB em seu regresso.
Mais recentemente, a Crise Energética, a Participação do Brasil no Continente Antártico, a Ocupação Racional dos Espaços Vazios Nacionais, além de outros, foram temas de grande repercussão nele estudados e discutidos.
Em seu primeiro século de existência, a par das atividades sociais, culturais, esportivas e assistenciais inerentes a entidades congêneres, soube o Clube Militar amalgamar uma estrutura sólida que permite, sem solução de continuidade, prosseguir sua trajetória marcante, mantendo-se fiel ao pensamento de seus fundadores e garantindo a firmeza de seus ideais.
E-mail do Cel Fábio, Presidente do Círculo Militar de Campinas, SP
Prezado companheiro Hiram.
Acompanho a sua jornada de aventuras e tenho a lhe dizer que aprecio muito seu trabalho. Sou o Coronel Eng R/1 Fábio Toledo Ferreira da turma de 76, não sei se você se lembra, fomos contemporâneos na AMAN.
No ano passado fui eleito para exercer o cargo de Presidente do Círculo Militar de Campinas para a gestão 2011 a 2014, na última reunião da diretoria apresentei seu Projeto Rio-Mar e gostaria de lhe informar que foi aprovada uma contribuição do Clube para o seu projeto no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).
Quando tiver concluído ou quando você desejar gostaríamos que viesse até Campinas para apresentá-lo aos associados do Clube, na mesma ocasião se possível poderíamos agendar também uma apresentação para os alunos da EsPCEx falarei na época com o Comandante, hoje é o Coronel Cav Fábio Benvenutti Castro que é gaúcho e muito entusiasta.
Na próxima semana será depositado o valor da contribuição do Clube na conta informada por você, se puder me confirme os dados dela. Grande abraço e parabéns pela empreitada de sucesso do Projeto Rio-Mar.
Fábio.
Resposta ao E-mail do Presidente do Clube Militar de Campinas
Caro amigo Fábio
Do alto de meus 61 anos fui às lágrimas, principalmente pelo fato de a notícia ter partido de um contemporâneo da AMAN. Há anos que tento mobilizar a Força Terrestre para o Projeto e nada. A ideia era que todos os Colégios Militares tratassem interdisciplinarmente dos temas reportados nas minhas jornadas.
Graças à colaboração de entusiastas, pasme, grande parte civis, tenho dado continuidade ao meu sonho.
Quanto à palestra o melhor período seria de 22 de junho a 22 de julho. Deixo a teu critério para depois negociar com o CMT CMPA. Além do Clube e da EsPCEx acho que deverias tentar envolver a Maçonaria de Campinas.
TFA do Hiram
Livro
O livro “Desafiando o Rio-Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS, na rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br) e na Livraria Dinamic – Colégio Militar de Porto Alegre.
Para visualizar, parcialmente, o livro acesse o link:
Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS); Vice- Presidente da Academia de História Militar Terrestre do Brasil - RS (AHIMTB - RS); Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS); Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional.
E-mail: hiramrs@terra.com.br
NO PRELO LIVRO DO PROFESSOR JOANI
Não mais será dia 20 de abril, mas sim, no dia 11 de maio próximo, que o amigo Professor Joani Teixeira estará promovendo o lançamento do livro que conta a história de sua vida, com a professora Dircélia Foltran Teixeira.
Narrativas, ilustradas com fotos, constituindo-se autobiografia do casal, residente há 41 anos em Campo Mourão, onde nasceram seus filhos, sempre dedicando-se pela educação e cultura, trabalhando pelo desenvolvimento social da cidade.
O lançamento se dará no SESC, a partir das 20h30m, no dia acima citado.
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