
Essa característica já é usada na Europa, onde a cédula do euro tem tamanho crescente, conforme o valor. No Brasil, essa característica será igual, com células maiores para valores maiores. A nova família do real, no entanto, manterá as cores e os temas das notas atuais.
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Também serão mantidos os animais impressos no verso, como a onça pintada na nota de R$ 50 e a garoupa na cédula de R$ 100. As notas terão novas características de segurança e continuarão com elementos para identificação de deficientes visuais.


As novas cédulas do real tentam combater um dos principais problemas do dinheiro no Brasil: a falsificação. Dados do Banco Central mostram que, atualmente, existem 143 notas falsas para cada 1 milhão de cédulas em circulação. A média de dinheiro ilegal no Brasil é cerca de três vezes superior à observada na Europa, já que a média da região do euro é de 53 cédulas falsas a cada milhão.
Em 2009, as apreensões de dinheiro falso feitas pelo BC retiraram 408 mil cédulas de circulação, que juntas representavam R$ 23,5 milhões. Em número de notas falsas, houve redução na comparação com 2008, quando foram apreendidas cerca de 528 mil. Mas o valor em dinheiro que os falsificadores conseguiram colocar nas ruas aumentou, já que em 2008 as apreensões somaram R$ 22 milhões.
Para a impressão das novas notas, foi preciso trocar todo o parque gráfico da Casa da Moeda do Brasil, no Rio de Janeiro. Foram gastos R$ 400 milhões na modernização da empresa, sendo que um valor entre R$ 200 milhões e R$ 230 milhões foi destinado apenas à compra de novos equipamentos para impressão das cédulas.
Fonte: Agência Estado.
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