sábado, 13 de fevereiro de 2010

NUNCA SUBESTIMEM A ESTUPIDEZ HUMANA

HAJA GRAMSCI...
Na montagem, Marco Aurélio Garcia e o elenco do seriado Lost: "Nunca subestimem a estupidez humana"
Excelente a matéria de Veja que foi às bancas neste sábado e que segue na íntegra após este prólogo. Denuncia a investida do conhecido Top, Top, Garcia, o aspone de Lula para assuntos internacionais e chefe da campanha de Dilma Rousseff, contra a TV a cabo. Trata-se de mais uma tentativa de Lula e seus sequazes amordaçar a imprensa. Top, Top Garcia continua lendo muito manual marxista. É um sujeito ridículo sobre todos os aspectos, um dinossauro comunista com os pés plantados firmemente na primeira metade do século passado. Daria para morrer de rir dessa comédia petralha. Entretanto, Top, Top Garcia é o chefão da campanha de Dilma Rousseff. Não é à toa que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso adverte (veja post abaixo), que se Dilma conseguir se eleger se juntará a Hugo Chávez.
Por tudo isso os brasileiros têm de acordar desse pesadelo petralha e varrer do poder para sempre a bandalha do PT. Na revista, o título da matéria é Na ilha de Lost. Leiam:
No seriado Lost, sobreviventes da queda de um avião descobrem-se em uma ilha esquisita, onde o próprio tempo parece ter parado. Assessor especial da Presidência e coordenador do programa de governo da ministra Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia habita um mundo semelhante. Seu relógio ideológico parou lá pelos anos 70, quando críticos culturais esquerdistas denunciavam a suposta pregação capitalista de programas de TV americanos como Vila Sésamo ou das páginas do Pato Donald.
Num discurso na sede do PT em Brasília, no sábado 6, Garcia acusou a ameaça aos interesses do Brasil representada pelos pouco mais de cinquenta canais por assinatura que exibem produções estrangeiras. "Os canais de televisão a cabo realizam, de forma indolor, um processo de dominação muito eficiente. Despejam esterco cultural", afirmou o ideólogo petista.

"Garcia precisa atualizar seu arsenal teórico. A última vez que eu ouvi essa bobagem falada a sério foi na década de 70", diz o sociólogo Demétrio Magnoli, que identifica duas matrizes para a paranoia do "imperialismo cultural".
A primeira viria do líder bolchevique Vladimir Lenin, que falava do imperialismo como um "estado avançado do capitalismo", no qual as disputas entre nações reproduziriam em escala internacional a luta de classes. A contribuição mais recente viria do marxista francês Louis Althusser, influente nos anos 60 e 70, que caracterizava o estado e as instituições públicas e privadas de comunicação como um sistema coordenado de dominação cultural. Suas teorias foram diluídas em um libelo que já foi popular em faculdades de comunicação: Para Ler o Pato Donald, lançado em 1971 pelo chileno Ariel Dorfman e pelo belga Armand Mattelart.
Agora as esquerdas seguem a cartilha de esterilização cultural proposta pelo italiano Antonio Gramsci, um revolucionário comunista que ordenou à militância que trocasse as armas pelo lento, silencioso e constante envenenamento do manancial de ideias livres da nação que se tenta subjugar. A luta gramsciana não é travada contra as ideias passadas por produções culturais de gosto duvidoso ou de baixa qualidade. Não. A luta é contra ideias que fujam do controle do partido.
Isso explica a raiva de "Lost Garcia" contra a TV a cabo, pois nem nos Estados Unidos a televisão é um veículo de propaganda do capitalismo. Criativa, plural, independente, a produção de televisão americana em seus melhores momentos faz a demolição constante e impiedosa de tudo o que "Lost Garcia" odeia, como bem sabe quem já assistiu a Os Sopranos ou Os Simpsons (que, apesar de seu claro alinhamento com a esquerda, já foi censurado na Venezuela de Hugo Chávez, patrono espiritual de Garcia).
Qualificá-la em bloco como "esterco cultural" revelaria preconceito e desinformação – mas é apenas cálculo político. Está-se diante da tentativa de abrir uma nova frente de combate no objetivo marxista permanente de dominação, controle e vigilância da mente dos brasileiros. Essa ideia fixa petista vem sendo tentada de diversas maneiras há sete anos – sempre rechaçada pelas pessoas bem-intencionadas de todos os matizes ideológicos.
Agora se tenta via controle da TV a cabo. Se não funcionar – e tudo indica que não vai funcionar –, um novo ataque virá com o objetivo de esterilizar outro quadrante da atividade pensante. O certo é que virá. Sem a supressão da capacidade de indignação, do poder de crítica e da liberdade de expressão, o projeto bolivariano chavista não tem como avançar. Tente Caracas, senhor "Lost Garcia".
aluizioamorim.blogspot.com/

Um comentário:

Lord disse...

Veja isto amigo:
História - Marcha da família com Deus pela Liberdade - http://ccc-br.blogs.sapo.pt/