sábado, 17 de janeiro de 2009

Construir Amizade



O tempo não para e a tal impunidade também

O texto abaixo escrito há 50 anos, fala de um tema tão atual que surpreende lido meio século depois. A autoria é de David Nasser. Ao lado de Jean Manzon, repórter fotográfico e cineasta, ele foi o mais importante jornalista da revista O Cruzeiro. É impressionante e surpreendente - além da irretocável maneira como foi escrito - é saber que está tão atualíssimo. A questão da impunidade está a merecer uma análise mais profunda de todos nós, principalmente dos dirigentes do País tanto no Judiciário, Executivo quanto no Legislativo.

O Cruzeiro - 30 de maio de 1959
CRUZADA CONTRA A IMPUNIDADE
Por DAVID NASSER

Comece a luta dentro de sua casa. Chame as suas filhas, os seus filhos, tôda a família, para uma conversa, e diga-lhes que não esperem muito senão de si mesmos. Que a impunidade é a resposta que nesta terra se dá a tantos crimes contra a vida, contra a honra, contra o patrimônio. Mata-se no Rio de Janeiro, em um mês, duas vêzes mais que em Londres, em um ano. A vida de um ser humano, na Capital brasileira, é a única mercadoria deflacionária: vale apenas um pedaço de chumbo. Os bandidos cortam a barriga de um pobre chefe de família que volta para casa, roubam-lhe os embrulhos, e, sorrindo, deixam o infeliz estirado numa poça de sangue. Casais são assaltados e levam tiros no rosto. A violência, o latrocínio, a morte fria campeiam impunemente pela cidade - e não se vê uma atitude decisiva, um grito de advertência, como se estivésemos acostumados a isto, como se tudo fôsse natural. A impunidade forja os maus exemplos. Novos bandidos surgem. Novas quadrilhas de marginais se formam - e a impunidade continua. O Chefe de Polícia pode fazer justiça, fazer limpeza, livrar a cidade de assassinos irrecuperáveis - mas, apenas os assassinos que vieram dos morros, que vieram da sarjeta, que vieram do SAM desaparecem. Os abastados ficam.

Os mocinhos, filhos de pais ricos, que se divertem com a honra das meninas inexperientes, que se valem do dinheiro dos pais, do dinheiro que lhes dará a impunidade quando se tornar necessário. (E quase nunca se torna necessário, a não ser quando as coisas se agravam, como no caso Aída Cúri.)

Dedicamos esta reportagem, primeiro às mocinhas, mesmo às mais sensatas, lembrando que a virtude precisa ser protegida. Depois, aos pais de família, para que conheçam os perigos que suas filhas (e os seus filhos) correm todos os dias, tôdas as noites nesta cidade. Ao Presidente da República, que, afinal, também tem filhas, e sabe o que isto representa. Finalmente, aos juízes íntegros, para que não deixem impunes tais crimes, a fim de que, exausto, cada pai de família atingido não venha a fazer justiça com as suas próprias mãos.

O SILÊNCIO DOS LIVROS

Édouard Manet [ Émile Zola ] 1868

[ Orson Welles ] 1962

[ Mark Twain ]

[ Abraham Lincoln and Son ] 1864

[ Alfred Hitchcock ] 1965

[ Clark Gable reading ] 1940

[ Albert Einstein ]

[ Humphrey Bogart reading ] 1947

[ Ernest Hemingway ] 1954

Fonte

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

^^WINNETOU-MELODIE^^


RECORDANDO MINHA JUVENTUDE


Para muitos, nos anos 50 ou nos anos 60, Winnetou era um dos heróis favoritos. Baseado nas novelas escritas por Kar May diretores alemães Harald Reinl e produtor Horst Wendlandt produziram uma série de eurowesterns. As audiências européias fizeram com que em 1963, Harald Reinl, produtor americano, transformasse Winnetou - intitulando em inglês de "Apache o guerreiro" a primeira película sobre o herói imaginário do nativo americano.
Lex Barker no papel de Shatterhand e o ator francês Pierre Brice como o Apache-chefe Winnetou. No eleno de Winnetou participaram Marie Versini, Mario Adorf, Chris Howland, Ralf Wolter, Mavid Popovic e Dunja Rajter. A música do compositor alemão Martin Böttcher permanece uma das melhores composiçoes sonoras até hoje. Em 1962 o tema de Winnetou permaneceu no auge das paradas alemãs por mais de 17 semanas. A banda sonora de Böttcher com sua melodia famosa do título interpretada na harmônica por René Giessen é ainda excitante e funciona bem com a paisagem romântica
KARL MAY

Karl Friedrich May ou simplesmente Karl May (Hohenstein-Ernsthal, 25 de fevereiro de 1842 - Radebeul, 30 de Março de 1921), foi um escritor alemão.
Ele era o quinto entre quatorze filhos de um pobre tecelão, e conheceu a miséria e o sofrimento nos primeiros anos de vida. Foi mestre-escola perto de Dresden. Encontrou depois a sua vocação escrevendo livros de viagens e aventuras no Oriente e na América do Norte e América do Sul, inspirados em Cooper, Júlio Verne e outros autores. Estudara diversas línguas orientais e dialetos dos índios americanos, o que, aliado aos seus amplos conhecimentos de geografia e ao abundante material colhido nas viagens que realizou, lhe permitiu dar o colorido próprio às peripécias e incidentes que sua fértil imaginação criava. Em seus últimos anos, o romancista se viu envolvido em vários processos. Muita gente recusava-se a crer que Karl May não tivesse vivido realmente os sucessos que narrou com tanto vigor e verdade em suas obras, donde a idéia de que o autor fosse realmente salteador, bandoleiro, embusteiro, etc. Ao morrer, deixou instituida por testamento a "Fundação Karl May", destinada a auxiliar escritores e jornalistas pobres ou doentes. Não esquecera a miséria, as privações que havia sofrido na infância e na juventude e, num gesto de altruísmo, quis empregar parte dos haveres que ganhara com sua pena para livrar dos mesmos sofrimentos os homens das letras. Vendeu 75 milhões de livros somente na Alemanha, e foi traduzido para quase 100 países.
É um dos mais vendidos escritores alemães da história. Vendeu somente na Alemanha 75 milhões (era o autor preferido de Hitler [1]), sendo que 200 milhões foram vendidos em todo o mundo. Hoje suas obras não são tão procuradas, mas no Brasil ainda existe um pequeno grupo de admiradores da obra de Karl May.

Winnetou
Da introdução do livro:

Sempre que me lembro do índio, vem-me à mente o turco. Ainda que pareça singular, as duas raças se assemelham. Consideramos o último como representante de uma raça em decadência; o primeiro é o símbolo de um povo que está a extinguir-se.
Realmente, a nação vermelha repousa no leito de morte! Desde a Terra do Fogo até além dos mares americanos, o gigante jaz no solo, abatido por um destino cruel que dele não se compadece! Lutou com todas as forças contra esse destino, mas em vão; suas forças foram-se esvaindo pouco a pouco; hoje, só lhe resta uma lenta respiração e as convulsões que, de vez em quando, agitam seu corpo nu e anunciam o fim próximo da vida.
Será ele culpado dessa morte prematura? Mereceu tal sorte?
Se é verdadeiro o axioma “todo ser animado tem direito à vida”, não só para as criaturas consideradas isoladamente como para a coletividade, a raça vermelha não tem menos direito à existência que a branca e deve, pois, exigir que lhe permitam o desenvolvimento político e social. Dizem que o índio não possui qualidades que lhe permitem desenvolver-se. É verdadeira essa afirmativa? Não! A raça branca encontrou meios, deram-lhe tempo para progredir; pouco a pouco, o branco passou de caçador a pastor; de pastor a guerreiro; depois se fez agricultor e, mais tarde, industrial. Muitos séculos se passaram até que se civilizasse. À raça vermelha, porém, não concederam tempo, nem proporcionaram meios. Exigem que o índio, num salto gigantesco, atinja o supremo grau de civilização!

Se você está curioso e quer conhecer a história - então baixe os 3 volumes do livro clicando abaixo:

Peguei daqui

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

GAZA por SARAMAGO

José de Sousa Saramago (Azinhaga, 16 de Novembro de 1922) é um escritor, roteirista, jornalista, dramaturgo e poeta português, galardoado em 1998 com o Nobel da Literatura. Também ganhou o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago é considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.

Nasceu na província do Ribatejo, no dia 16 de novembro, embora o registo oficial apresente o dia 18 como o do seu nascimento. Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, é membro do Partido Comunista Português e foi director do Diário de Notícias. Juntamente com Luiz Francisco Rebello, Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado com a espanhola Pilar del Río, Saramago vive actualmente em Lanzarote, nas Ilhas Canárias.

22/12/2008

A sigla ONU, toda a gente o sabe, significa Organização das Nações Unidas, isto é, à luz da realidade, nada ou muito pouco. Que o digam os palestinos de Gaza a quem se lhes estão esgotando os alimentos, ou que se esgotaram já, porque assim o impôs o bloqueio israelita, decidido, pelos vistos, a condenar à fome as 750 mil pessoas ali registadas como refugiados.

Nem pão têm já, a farinha acabou, e o azeite, as lentilhas e o açúcar vão pelo mesmo caminho. Desde o dia 9 de Dezembro os camiões da agência das Nações Unidas, carregados de alimentos, aguardam que o exército israelita lhes permita a entrada na faixa de Gaza, uma autorização uma vez mais negada ou que será retardada até ao último desespero e à última exasperação dos palestinos famintos. Nações Unidas? Unidas? Contando com a cumplicidade ou a cobardia internacional, Israel ri-se de recomendações, decisões e protestos, faz o que entende, quando o entende e como o entende. Vai ao ponto de impedir a entrada de livros e instrumentos musicais como se se tratasse de produtos que iriam pôr em risco a segurança de Israel. Se o ridículo matasse não restaria de pé um único político ou um único soldado israelita, esses especialistas em crueldade, esses doutorados em desprezo que olham o mundo do alto da insolência que é a base da sua educação. Compreendemos melhor o deus bíblico quando conhecemos os seus seguidores. Jeová, ou Javé, ou como se lhe chame, é um deus rancoroso e feroz que os israelitas mantêm permanentemente actualizado.

ISRAEL
31/12/2008

Não é do melhor augúrio que o futuro presidente dos Estados Unidos venha repetindo uma e outra vez, sem lhe tremer a voz, que manterá com Israel a “relação especial” que liga os dois países, em particular o apoio incondicional que a Casa Branca tem dispensado à política repressiva (repressiva é dizer pouco) com que os governantes (e porque não também os governados?) israelitas não têm feito outra coisa senão martirizar por todos os modos e meios o povo palestino.

Se a Barack Obama não lhe repugna tomar o seu chá com verdugos e criminosos de guerra, bom proveito lhe faça, mas não conte com a aprovação da gente honesta. Outros presidentes colegas seus o fizeram antes sem precisarem de outra justificação que a tal “relação especial” com a qual se deu cobertura a quantas ignomínias foram tramadas pelos dois países contra os direitos nacionais dos palestinos.

Ao longo da campanha eleitoral Barack Obama, fosse por vivência pessoal ou por estratégia política, soube dar de si mesmo a imagem de um pai estremoso. Isso me leva a sugerir-lhe que conte esta noite uma história às suas filhas antes de adormecerem, a história de um barco que transportava quatro toneladas de medicamentos para acudir à terrível situação sanitária da população de Gaza e que esse barco, Dignidade era o seu nome, foi destruído por um ataque de forças navais israelitas sob o pretexto de que não tinha autorização para atracar nas suas costas (julgava eu, afinal ignorante, que as costas de Gaza eram palestinas…) E não se surpreenda se uma das suas filhas, ou as duas em coro, lhe disserem: “Não te canses, papá, já sabemos o que é uma relação especial, chama-se cumplicidade no crime”.

INTERNET - CUIDADO...

Internet
cuidado com o que você põe nela.


Você toma cuidado com o que publica na Internet? O vídeo acima faz parte da campanha do 'National Center for Missing & Exploited Children' (Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas) e faz um alerta sobre o perigo de subir na rede informações pessoais, sobretudo fotos e imagens

O inferno são os outros (Sartre)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Distraídos venceremos - Leminski


[Leminski 1944-1989]

PARADA CARDÍACA

......Essa minha secura
essa falta de sentimento
......não tem ninguém que segure
vem de dentro

......Vem da zona escura
donde vem o que sinto
......sinto muito
sentir é muito lento

[LEMINSKI, Paulo. Distraídos venceremos.
1. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 56]
Veja este e outros poemas AKI

Reforma ortográfica e unificação

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

A luta continua?

Foto sem crédito.

Os comunistas de hoje, velhos e diabéticos, não podem mais comer criancinhas porque elas são doces criaturas.
Colei do Solda.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Religião é Problema Seu

Administre a sua fé, seu credo ou a sua crença em regime particular, íntimo. Não tente me converter, me tornar igual a você. Católico, evangélico, muçulmano ou judeu, tanto faz; para mim é tudo igual. Há alguns segmentos religiosos que mais parecem bancos. Odeio ser abordado como se estivesse diante de alguém que parece seguir um regime de metas...”Tenho que converter X pessoas”, “Tenho que atingir Y de arrecadação de dízimos” (sabe-se lá para onde esse dinheiro irá). Será que perdemos a capacidade crítica? Ou será que nunca a tivemos? Aos governantes não interessa levar educação ao povo e sim considerá-lo como “massa de manobra”. Esse povo que entrega as suas poucas posses a seus orientadores espirituais em troca da salvação eterna é incapaz de enxergar um palmo adiante do próprio nariz. É capaz de acreditar em qualquer um e em qualquer coisa. É justamente nesse segmento que a ameaça do “fogo do inferno” mais produz resultados.
Uma vergonha...

Essa peguei do
Blog do Gilson

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Bento Munhoz, o unificador do Estado.

Horácio Amaral, prefeito de Campo Mourão,
ao lado de Bento Munhoz, inauguram o prédio
da Fundescam. Símbolo de uma nova etapa da
história do "Município Modelo" e sonho
persistente do ex-prefeito
No último domingo (21/12/2008) uma pesquisa inédita, realizada pelo jornal Gazeta do Povo e publicada com um júri de cem pessoas selecionadas, apontou Bento Munhoz da Rocha Netto como a figura mais importante do Paraná em todos os tempos.
Bento Munhoz teve fortes ligações com Campo Mourão. No exercício do cargo de Governador esteve na cidade por duas vezes. Recebeu, no Palácio São Francisco, comitiva de vereadores e posseiros que buscavam uma solução para a constante questão das terras.
Motivado com aquilo que considerava como "resumo de uma herança", denunciou o drama da não legalização das terras em Campo Mourão, na tribuna da Câmara dos Deputados em 27 de setembro de 1961. Exercia o segundo mandato de deputado federal, e também o seu último cargo eletivo.
Em 1964 foi convidado para realizar uma palestra no Instituto Santa Cruz. Nesta época estava sendo vitima de uma espécie de 'rolo compressor' montado por seus adversários. Bento Munhoz deixou de atender convite de seus correligionários de Londrina para estar em Campo Mourão.
Assistiram a palestra o prefeito Milton Luiz Pereira e o bispo Dom Eliseu Simões Mendes. Milton já o conhecia, quando estudante de direito em Curitiba, fez um discurso de saudação ao então governador Munhoz da Rocha. O baiano Dom Eliseu Simões Mendes, que estava em Campo Mourão, há menos de quatro anos, ficou impressionado com a oratória e intelectualidade de Bento Munhoz, contam os organizadores da palestra.
Depois da conferência, Munhoz da Rocha fez questão de conhecer as obras da Usina Mourão, que foi iniciada no governo do seu antecessor Moysés Lupion (1947-1951). Para ele, obra pública, independente da questão política partidária, deveria ter início, meio e fim.
Em Campo Mourão teve expressivo número de admiradores, entre eles, o advogado Horácio Amaral, que quase teve 'vetada' sua candidatura a prefeito em 1968 pelo fato de ter apoiado o ex-governador em 1965. Nesta eleição, o vereador Augustinho Vecchi rompeu com seu grupo político, (que apoiava Paulo Pimentel), para fazer campanha para Bento Munhoz. O apoio do então vereador chegou a gerar uma discussão no plenário do Legislativo Municipal em outubro daquele ano.
Nesta eleição Bento Munhoz foi derrotado por Paulo Pimentel, expoente secretário da agricultura de Ney Braga. Nos dois últimos anos de sua vida, Bento Munhoz lia semanalmente o jornal Tribuna do Interior. Recebia-os na sua residência. Todos os exemplares foram guardados no seu arquivo pessoal. Hoje sob a guarda do Círculo de Estudos Bandeirantes.
Em janeiro de 1973, esteve pela última vez em Campo Mourão e possivelmente no interior do Paraná. Bento Munhoz foi convidado para a inauguração do prédio da Fundescam. O ato solene ocorreu em 28 de janeiro de 1973, três dias antes do término do mandato de Horácio Amaral.
Proferiu a conferência inaugural da maior conquista de Campo Mourão. Sem dúvida alguma, a consolidação do ensino superior foi à conquista mais batalhada até hoje na história de Campo Mourão.
O escritor Pedro da Veiga na sua obra "Campo Mourão – Centro do Progresso" considera o 28 de janeiro de 1973 como um "(...) dos momentos históricos mais importantes da vida mourãoense". Foi na gestão de Horácio Amaral, considerado o "prefeito-escola", que Campo Mourão montou sua infra-estrutura educacional, voltada principalmente para a zona rural. A prioridade nesta área levou o município, na época, a ser conhecido como o que mais construiu escolas no Paraná.
O prédio central da atual Fecilcam erguido pela Codusa, foi construído sem um centavo do governo estadual e federal. Bastou somente a garra persistente de Horácio Amaral e os investimentos próprios do município.
Bento Munhoz e Horácio Amaral no ato histórico hastearam os pavilhões, desataram a fita inaugural, fizeram discursos eloqüentes para a ocasião histórica e abriram uma exposição de fotografias, montada pela Assessoria de Relações Públicas do Município, com obras da gestão que se findava.
Ao trazer Bento Munhoz para a conferencia inaugural, Horácio Amaral, sem saber, estava dando um peso maior para o grande feito da sua administração.
Foi com as palavras: "... o homem que vence é aquele que caiu no denominador comum do êxito econômico, mas que fabuloso exemplo nos dá o espírito pioneiro de Campo Mourão, encontrando outros caminhos com êxito, que é o caminho da cultura, que é o caminho da conquista do espírito, esta sim, que é uma conquista eterna", que Bento Munhoz marcou a inauguração do prédio da faculdade.
Meses depois, em 12 de novembro daquele mesmo ano, o Paraná perdia um dos maiores homens da sua história. 35 anos depois da sua ausência, é eleito o "unificador do estado" e "o maior paranaense da História". A sua maior e merecida eleição.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Você sabia que a introdução do Hino Nacional tinha letra?



Você sabia que o Hino Nacional Brasileiro tinha uma letra cantada naquela parte instrumental da introdução? Não é brincadeira.
A letra é atribuída a Américo de Moura, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880.
Não se sabe ao certo o motivo da retirada da letra na versão oficial, mas agora você tem a chance de ouvir pela primeira vez uma gravação desta parte oculta do Hino Nacional.
Abaixo os versos para acompanhamento.

Espera o Brasil
Que todos cumprai
Com vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Gravai com buril
Os pátrios anais
Do vosso poder
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Servi o Brasil
Sem esmorecer
Com ânimo audaz
Cumprir o dever
Na guerra ou na paz

À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil,
Eia SUS, oh SUS!

E pensar que a vida inteira você ouviu esta bela melodia e não sabia que havia uma letra para ela
.
Essa achei AQUI de um e-mail do amigo Munir Barakat

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Desejo de ANO NOVO

formule seu desejo e jogue a moeda na fonte



Qual é o seu desejo de Ano Novo? Que tal marcá-lo para sempre na blogosfera? A gente descobriu uma fonte dos desejos virtual.
Ela foi criada pelo Banco do Brasil. Nela, você digita seu desejo para o ano novo e ele se transforma numa moeda que é lançada na fonte.

Língua Portuguesa - mudança ortográfica

Adeus português velho!




Ilustração da Folha