quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TERRA, UMA PEQUENA HISTÓRIA

Clóvis Ático é Geólogo, recifense, mora na cidade de Olinda, Pernambuco-Brasil, o trabalho que aqui apresentamos de sua autoria, cujo download poderá ser feito abaixo, como ele próprio diz, "é um projeto antigo que só agora tive coragem e tempo para executar pois exigiu uma longa pesquisa e coleta de dados. Também é diferente dos meus trabalhos anteriores, pois estarei contando uma História cujos registros são diferentes daqueles que todos estão acostumados.
É uma história que acho particularmente bela e comovente, onde a personagem é o próprio livro, cujas páginas são periodicamente apagadas para ser feito novos registros.
Tentei a todo custo contar a história de forma agradável, evitando ser demasiado técnico, mas sem perder de vista a ciência por trás de toda a beleza. Espero, enfim, realmente que gostem. Assistam quando estiverem com tempo".

É um trabalho explêndido que recebi por e-mail de minha amiga Bete Maciel, com a seguinte observação, cujas palavras faço minhas também, "Fantástico, maravilhoso, fora de série, repetindo o que disse o Arnaldo Temporal, não encontro palavras no nosso idioma que possam exprimir este trabalho feito pelo nosso amigo Clóvis Ático."
Impressionante, veja com calma que você está recebendo um documento fabuloso!"

Clique no botão abaixo para fazer download do arquivo:

download
Terra_byClovisAtico.pps

(5011968 bytes)

ORATÓRIAS HISTÓRICAS - NOVO LIVRO LANÇADO


1609_pedro_tureck_e_jair_eliass.jpg
Um total de 50 discursos, proferidos ao longo da história de Campo Mourão estão transcritos no livro “Oratórias
Históricas”, que foi lançado na noite desta segunda-feira, 14, durante o jantar de confraternização do Grupo de Pioneiros dos Anos 50. O livro de autoria dos pesquisadores Jair Elias dos Santos Júnior e Pedro da Veiga, conta com discursos dos ex-presidentes da República, Juscelino Kubitschek; João Figueiredo e Fernando Henrique Cardoso, bem como do ex-governador Bento Munhoz da Rocha Neto em solenidades no município.
Diversos discursos de posses de prefeitos também estão na coletânea.
O prefeito Nelson Tureck, que tem dois de seus discursos no livro, participou do lançamento quando falou da importância dos trabalhos de resgate histórico no município, lembrando ainda que Campo Mourão foi revelado recentemente como o município que mais investe no setor cultural no Estado do Paraná e o terceiro do Brasil.
Os vereadores Beto Voidelo e José Pochapski; a ex-deputada estadual Amélia de Almeida Hruschka e o presidente da Santa Casa, Elmo Linhares também participaram do evento conduzido pelo coordenador do Grupo dos Pioneiros dos Anos 50, Ephigênio José Carneiro.
Publicado pela Portal da Rádio Rural.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

CADERNETA DE POUPANÇA

Proposta é de taxar poupança acima de R$ 50 mil em 22,5%, diz Mantega. Projeto de lei deve ser enviado ao Congresso ainda nesta semana, diz ele. Segundo Fazenda, mudança vale para todas as contas, e não só as novas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala durante a reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira, após reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que a proposta do governo para taxação dos rendimentos da caderneta de poupança, com valores acima de R$ 50 mil a partir de 2010, contempla uma alíquota de Imposto de Renda (IR) única de 22,5%.

Inicialmente, Mantega informou que a alíquota incidiria no momento do saque dos recursos. Entretanto, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, esclareceu que a cobrança do IR se dará na fonte, ou seja, no momento em que o rendimento for depositado na conta-poupança. O limite de R$ 50 mil, porém, é por CPF. Se o contribuinte tiver aplicações superiores a este valor, dividas em duas contas-poupança, por exemplo, o imposto será pago na declaração anual do IR.

"Os pequenos poupadores não serão taxados", disse Mantega, acrescentando que, até o momento, ainda não foi registrada uma migração mais forte de recursos dos fundos de investimentos (que compram títulos do Tesouro Nacional) para a caderneta de poupança. A expectativa é que o projeto, que foi anunciado em maio deste ano, seja enviado ao Congresso Nacional ainda nesta semana. Para ter validade em 2010, tem de ser aprovado até o fim de dezembro.

(*) Leia a íntegrea no G1.

A PROPÓSITO

Peguei do Contra o Vento

DESAFIANDO O TEMPO


Resistência não tem limite de idade.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

MEMORIAL 1964

O clamor das manifestações públicas e sociais do início de 1964 desaguou no Movimento Democrático de 31 de março, marco imorredouro da evolução política nacional, quando as forças democráticas, lideradas pelas Forças Armadas e em defesa da nossa Soberania, impediram que o comunismo internacional tomasse o poder. Eterna homenagem aos que lutaram em prol da Democracia e da Liberdade.

Relação cronológica dos mortos pelas mãos de terroristas entre os anos de 1964 a 1974

VEJA clicando AQUI

A HISTÓRIA DAS COISAS


Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.

Dublagem: Nina Garcia

domingo, 13 de setembro de 2009

sábado, 12 de setembro de 2009

GERAÇÃO SANGUESSUGA

Por Olavo de Carvalho
Diário do Comércio

Quando François-Noël Babeuf (1760-1797) fundou a primeira organização comunista de massas, ele fixou algumas regras para identificar os militantes capacitados e distingui-los dos oportunistas e aproveitadores.
Essas regras foram absorvidas depois pela Primeira Internacional de Karl Marx e se tornaram parte integrante da tradição comunista.
São até hoje um dos fatores essenciais que dão força e consistência ao movimento revolucionário. Filippo Buonarrotti, no livro que consagrou à epopéia babeufista, resume algumas delas:

* Devoção aos princípios da organização e disposição de sacrificar a eles o interesse pessoal e os prazeres.
* Coragem, desprezo pelo perigo e pelas dificuldades.
* Paciência e perseverança.
* Respeito pela hierarquia.
* Inviolável respeito à palavra dada, à promessa e aos votos.
* Nenhum desejo de brilhar, de dar impressão ou de se impor.

São normas de senso comum, sem as quais nenhuma organização pode prosperar, nenhum movimento político pode crescer, nenhum grupo humano pode avançar um passo sem tropeçar em dificuldades invencíveis e assistir, impotente, à vitória do inimigo perseverante, devotado, disciplinado e organizado.
Se o PT chegou aonde chegou, não foi pelos ardis maquiavélicos dos ladrões que o lideram.
Foi graças ao esforço devotado de milhares de militantes anônimos que durante décadas ofereceram generosamente ao partido seu dinheiro e suas horas de trabalho, enfrentando toda sorte de riscos e dificuldades sem outra esperança senão a de que o socialismo petista pudesse dar a todos os brasileiros uma vida melhor.
Se querem saber por que a direita no Brasil é tão fraca, tão vacilante, tão incapaz de erguer a cabeça e enfrentar o adversário com algum sucesso, perguntem a si próprios quantos liberais e conservadores, no seu círculo de conhecidos, têm alguma daquelas virtudes mínimas requeridas de um militante comunista.
Quantos aceitam sacrificar mesmo um pouco de suas ambições capitalistas do presente para assegurar que a democracia capitalista continue existindo no futuro?
Quantos não tremem de pavor ante a mera possibilidade de ser, não digo assassinados, não digo surrados, não digo perseguidos, mas simplesmente xingados ou desprezados pelos esquerdistas?
Quantos não evitam a companhia de seus correligionários mais corajosos, só para não ser rotulados de extremistas junto com eles, mesmo sabendo que o rótulo é injusto?
Quantos entendem a diferença entre defender a liberdade de mercado e beneficiar-se dela deixando a outros menos beneficiados, ou não beneficiados de maneira alguma, o encargo de defendê-la?
Minha experiência, nesse sentido, foi bem decepcionante.
Durante muitos anos fui praticamente o único, na grande mídia, a defender os valores que a esquerda odeia – pelo menos o único a defendê-los com alguma eficiência, erguendo a discussão para um plano de exigência intelectual e de franqueza verbal em que meus adversários sentiam falta de ar e preferiam abandonar a luta.
Rompi a marteladas o manto de chumbo com que a ideologia dominante esmagava, ora sob insultos atemorizantes, ora sob afetações de desprezo olímpico, toda veleidade de oposição.
Contra tudo e contra todos, abri um espaço.
Quem veio ocupá-lo?
Um exército de militantes, de combatentes, de homens valentes dispostos a honrar o exemplo do antecessor?
Sim, vieram alguns com esse espírito, e muito me orgulho deles.
Mas em geral o que vi foi uma horda de oportunistas esfomeados, que na atmosfera mais respirável que se abria não viam um horizonte de luta, mas um mercado, uma promessa de lucros fáceis, uma oportunidade de subir na vida sem fazer força.
As palavras conservadorismo, liberalismo, democracia, não atingiam os seus corações como um chamamento ao dever: afagavam seus ouvidos como um sussurro sedutor, rebrilhavam em seus olhos como cifrões esculpidos em ouro.
Eles entravam, pois, em campo, decididos não a continuar o que eu havia começado, mas a explorá-lo em proveito próprio, vendendo logo a primeira colheita em vez de replantar as sementes.
Para isso, evidentemente, tinham de transmutar o fruto do meu trabalho em um produto menos ácido, mais palatável, próprio a ser consumido como divertimento intelectual em vez servir de combustível e munição.
Não vinham lutar ao meu lado, mas tentar ocupar o meu lugar o mais rápido possível, chutando para um canto o pioneiro incômodo e substituindo ao seu discurso exigente e implacável o estilo castrado e acomodatício dos oportunistas e dos sedutores.
Copiei do Resistência Democrática

MILHÕES DESVIADOS

PF prepara ação de busca e apreensão em empreiteiras

Justiça determina que polícia vasculhe sedes de empresas e casas de executivos.


A Polícia Federal prepara uma ação de busca e apreensão nas sedes de algumas das maiores empreiteiras do país e nas casas de seus executivos. A PF obteve, no último dia 2, autorização da Justiça para a operação, mas o pedido de prisão de suspeitos foi negado.As empresas são investigadas por suposta fraude a licitações, tráfico de influência, formação de quadrilha e corrupção ativa e passiva na execução de obras em aeroportos de todo o país -Guarulhos, Vitória e Campo Grande, entre outros.O total de desvios chegaria a R$ 500 milhões. As obras foram licitadas pela Infraero na gestão do ex-presidente da empresa Carlos Wilson (PT-PE), morto em abril deste ano.Entre os alvos principais do inquérito estão, entre outras, as empreiteiras OAS, Camargo Corrêa, Odebrecht, Nielsen, Queiroz Galvão e Gautama.A investigação já dura dois anos. Os suspeitos foram grampeados por cerca de um ano, conforme informações da seção judiciária do Distrito Federal que estão na internet.Nesta semana, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça souberam que informações sobre a operação da PF, que deveria ser sigilosa, vazaram para alguns investigados. Investigadores ligados ao caso dizem que o vazamento prejudica, mas não invalida a ação, que até ontem não tinha data para ser realizada.A operação implica convocação de centenas de policiais federais de todo o país - em casos complexos, juízes chegam a dar até 30 dias para que a polícia se organize e faça as buscas.A ação era considerada a "cereja do bolo" da investigação, com grandes expectativas do que poderia ser encontrado no trabalho policial em ano pré-eleitoral - as empreiteiras costumam ser grandes doadoras de campanhas. As buscas seriam feitas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Mato Grosso do Sul e Bahia.A investigação foi aberta como parte de um inquérito instaurado em 2007 com base em denúncia anônima. Por estratégia, decidiu-se esvaziar a investigação principal e pedir escutas telefônicas, quebras de sigilo e, como agora, prisões e buscas e apreensões por meio de medidas cautelares, às quais os advogados só têm acesso oficial depois de executadas.O delegado responsável pelo caso é Cesar Hubener. A Folha tentou localizá-lo, mas ele estava em viagem, incomunicável. O Ministério Público afirmou que não se manifestaria "por se tratar de uma medida que corre sob sigilo de Justiça".A juíza que deferiu a medida de busca e apreensão, Polyana Kelly, substituta da 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília, afirmou apenas que não pode comentar o caso "por estar sob sigilo". Advogados de réus apresentaram petição tentando ter acesso ao teor de seu despacho, mas ela indeferiu.
Fonte : Folha de São Paulo
Peguei esta do Resumo Político

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ENTRE RECUOS E TRAPALHADAS

O ufanismo desenfreado exibido pelo presidente da República nos últimos dias foi concebido por marketeiros com os olhos voltados para as eleições presidenciais do próximo ano. Um gesto "estudado" tentou transformar o pré-sal em panacéia. Os movimentos do governo repetem cacoetes por demais conhecidos.
O primeiro item da cartilha é demonizar as oposições ou qualquer segmento que ouse criticar decisões palacianas. Desde que assumiu o poder, o presidente Lula tem verdadeira ojeriza a qualquer tipo de questionamento. Seus auxiliares e fiéis escudeiros (com raríssimas exceções) seguem o mesmo padrão de comportamento.
Em cada passo fica patente a falta de compromisso da gestão petista com a verdade e a transparência. No ardor dos simulacros, as contradições se sucedem em diatribes dirigidas aos eventuais críticos.
A retirada do regime de urgência constitucional para a votação dos projetos do pré-sal demonstrou a malícia e a incoerência no modo de operar do governante. O arsenal de argumentos sacados de forma irresponsável, para justificar a pressa no encaminhamento da matéria, foi congelado em nome de uma harmonia estranha à cartilha oficial. Mas a aparente "capitulação" foi assinada no espírito de que a celeridade permanecerá intacta, com a votação nos próximos 60 dias. Assistimos a uma sátira cruel que proclama a antítese da lógica e do nexo.
A temporada de ‘recuos' fechou a semana com chave de ouro diante da trapalhada presidencial no episódio franco-brasileiro. O presidente Lula, no seu habitual açodamento, declarou a escolha do Caça Rafale e de submarinos da França. A pressa em antecipar o resultado de uma licitação não concluída colocou todo o processo licitatório sob suspeita. Se os franceses forem os vencedores, ganharão sob suspeita.
O presidente Lula conseguiu se superar nesse novo capítulo de sua administração. Mal transcorridas 24 horas do anúncio feito por Sua Excelência ao presidente Nicolas Sarkozy, o Ministério da Defesa divulgou nota afirmando que o processo de seleção ainda não havia sido concluído e, como se não bastasse o desmentido à palavra do presidente, fez crer que as negociações com outros países ainda estavam em marcha. Diante da imprudência do mandatário-mor, uma incógnita no ar: qual procedimento o governo deve adotar para sanar esse vício?
Os bilhões de euros reservados para a compra de sofisticados artefatos de guerra contrastam com as necessidades e carências assumidas por diversas instâncias do governo. A cruzada para ressuscitar a CPMF sob o argumento de socorrer a saúde pública e as frequentes alegações de falta de recursos para combater a pandemia de gripe A não inibem a sanha armamentista e os acordes "nacionalistas" sob encomenda eleitoreira.
É surreal preconizar investimentos vultosos em segurança por causa do pré-sal. A fábula escrita nos porões do governo de que inimigos ocultos e ameaças submarinas podem roubar nosso tesouro incrustado nas profundezas do oceano é a pantomima da hora.
A conjuntura econômica e social brasileira impõe prioridades mais prementes que a compra de material bélico numa licitação de contornos atípicos. O governo caminha entre marchas e contramarchas numa sequência de recuos e trapalhadas que parece não ter fim.
Senador Alvaro Dias

charge_08_09_09-455x279

DESTINO DE NOSSO PLANETA-CARTA TERRA

Neste momento em que a humanidade se prepara para novas discussões sobre o destino de nosso planeta, nada como relembrar a Carta da Terra:

"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. Á medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações".
Ética-Social

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

PARA NÃO RECLAMAR FAÇA JUS AO SEU VOTO!

Brasileiro sempre teve mania de reclamar dos seus governantes.
Reclamava dos administradores das Sesmarias e das Capitanias Hereditárias; dos governadores gerais e dos imperadores.
Reclamava dos presidentes da Velha República e da República Velha, dos militares, de Sarney, de Collor, de Itamar, de FHC, de Lula...
Não reclamaram de Tancredo Neves porque morreu antes da posse!
Nas próximas eleições, vamos ter novo presidente, novo governador, outros deputados...ou os mesmos!
Mas o povo vai continuar a reclamar.
Sabe por quê?
Porque o problema não está nos deputados, senadores, presidente, governador, prefeito, funcionário ...
O problema está naquele que reclama: você e eu, nós!
O problema está no brasileiro.
Afinal, o que se poderia esperar de um povo que sempre dá um
jeitinho? Um povo que valoriza o esperto e não o sábio?
Um povo que aplaude o vencedor do Big Brother, mas não sabe o nome de um escritor brasileiro?
Um povo que admira o pobre que fica rico da noite para o dia! Ri quando consegue puxar tv a cabo do vizinho! Sonega tudo o que pode e, quando pode, sonega até o que não pode!
O que esperar de um povo que não sabe o que é pontualidade? Joga lixo na rua e reclama pela sujeira?
O que esperar de um povo que finge dormir quando um idoso entra no ônibus? Prioriza o carro ao pedestre?

O que dizer de um povo que elege o Maluf de novo e tantos outros mesquinhos e corruptosl?
O problema do Brasil não são os políticos; são os brasileiros!
Os políticos não se elegeram; fomos nós que votamos neles.
Político não faz concurso, ganha votos: o seu e o meu!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

D I N H E I R O...

Essa é muito boa ...e real!!!
- O sujeito se chama Marc Faber e é Analista de Investimentos e empresário.
Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de
ajuda à economia americana, Marc Faber encerrava seu boletim mensal
com um comentário bem-humorado:
"O Governo Federal está concedendo a cada um
de nós uma bolsa de U$ 600,00."
Se gastarmos esse dinheiro no supermercado
Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China.
Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.
Se comprarmos um computador, vai para a Índia.
Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e
Guatemala.
Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão.
Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan...
E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana.
O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com
prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda
produzidos por aqui.
“Estou fazendo a minha parte...”

- Resposta de um brasileiro igualmente bem humorado:

"Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior."
Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi
comprada pela brasileira AmBev...
portanto, restaram apenas as prostitutas.
Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para
seus filhos, o dinheiro virá para Brasília .

O NACIONALISMO DE ESQUERDA É UMA FRAUDE



Foto: O Professor Olavo de Carvalho durante uma transmissão ao vivo do seu talk show: "TRUE OUTSPEAK".
LULA NA TV
por Reinaldo Azevedo

Lula falou ontem em rede nacional de rádio e TV. Fez campanha eleitoral desavergonhada. Não se limitou ao nacionalismo de ocasião, com as fantasias do pré-sal. Aproveitou para exaltar as virtudes do seu governo e, de modo nada discreto, insuflar a população contra o Congresso. Eu os convido a ler o que segue.

*
Os apóstolos do Estado nacional, que espumam de indignação patriótica à simples idéia de privatizar alguma empresa estatal, tornam-se de repente globalistas assanhados quando um poder supranacional vem defender os interesses deles contra os interesses da pátria.

Essa conduta é tão repetida e uniforme que só um perfeito idiota não perceberia nela um padrão, e por trás do padrão uma estratégia. Desde logo, "a pátria" que eles celebram se constitui exclusivamente de estatais, onde têm sua base de operações e de onde dominam não somente uma boa fatia do Estado, mas também os sindicatos de funcionários públicos e seus monumentais fundos de pensão.

Defendendo sua toca com a ferocidade de javalis acuados, desprezam tudo o mais que compõe a noção de "pátria" e não se inibem de colocar-se a serviço de ONGs e governos estrangeiros quando atacam as instituições nacionais, desmoralizam as Forças Armadas, desmembram o território brasileiro em "nações indígenas" independentes, impõem normas à educação de nossas crianças, fomentam conflitos raciais para destruir o senso de unidade nacional e, em suma, arrebentam com tudo o que constitui e define a essência mesma da nacionalidade. Da pátria, só uma coisa lhes interessa: o dinheiro e o poder que lhes vêm das estatais.

Em segundo lugar, o nacionalismo que ostentam é de um tipo peculiar, desde o ponto de vista ideológico. É um nacionalismo seletivo e negativo, que enfatiza menos o apego aos valores nacionais do que a ojeriza ao estrangeiro - e mesmo assim não ao estrangeiro em geral, como seria próprio da xenofobia ordinária, mas a um estrangeiro em particular: o americano.

Assim, por exemplo, não sentem a menor dor na consciência quando, sob o pretexto imbecil de que toda norma gramatical é imposição ideológica das classes dominantes, demolem a língua portuguesa e acabam suprimindo do idioma duas pessoas verbais (mutilação inédita na história lingüística do Ocidente); mas, ante o simples ingresso de palavras inglesas no vocabulário - um processo normal de assimilação que jamais prejudicou idioma nenhum, e que aliás é mais intenso no inglês do que no português -, saltam ao palanque, com os olhos vidrados de cólera, para denunciar o "imperialismo cultural". (v. AQUI )

Ser nacionalista, para essa gente, não é amar o que é brasileiro: é apenas odiar o americano um pouco mais do que se odeia o nacional. Mas, para cúmulo de hipocrisia, seu alegado antiamericanismo não os impede de celebrar o intervencionismo ianque quando lhes convém, por exemplo quando ajudam alegremente a desmoralizar a cultura miscigenada que constitui o cerne mesmo do estilo brasileiro de viver e lutam para impor entre nós a política americana das quotas raciais, em consonância com as campanhas milionárias subsidiadas pelas fundações Ford e Rockefeller.

Do mesmo modo, seu antiamericanismo fecha os olhos à entrada de novos códigos morais - feministas e abortistas, por exemplo - improvisados em laboratórios americanos de engenharia social com a finalidade precisa de destruir os obstáculos culturais ao advento da nova civilização globalista.

Redução do nacionalismo à defesa das estatais, substituição do antiamericanismo ao patriotismo positivo, adesão oportunista ao que é americano quando favorece a esquerda: desafio qualquer um a provar que a conduta constante e sistemática da chamada "esquerda nacionalista" não tem sido exatamente essa que aqui descrevo, definida por esses três pontos.

Nunca, na História, houve patriotas a quem se aplicasse tão exatamente, tão literalmente e com tanta justiça a observação de Samuel Johnson, de que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas.

(*)
Gostaram? O título do artigo é "O nacionalismo de esquerda é uma fraude" e foi escrito por Olavo de Carvalho em maio de 2001. Parece-me uma excelente análise da fala de Lula, feita com mais de oito anos de antecedência…

terça-feira, 8 de setembro de 2009

LÍNGUA BRASILEIRA!

"Assim como o Português saiu do Latim, pela corrupção popular desta língua,
o Brasileiro esta saindo do Português.
O processo formador é o mesmo: corrupção da língua mãe."

Monteiro Lobato

Monteiro Lobato (José Bento), escritor brasileiro (Taubaté SP 1882 - São Paulo SP 1948).
Em 1918 editou seu primeiro livro de contos, Urupês, com grande sucesso, e principiou sua atividade editorial fundando primeiro a empresa Monteiro Lobato & Cia., depois Companhia Gráfica-Editora Monteiro Lobato. Estreou em 1921 na literatura infantil com A menina do narizinho arrebitado (refundido depois como Reinações de Narizinho). Escreveu a seguir O Saci, O Marquês de Rabicó, Fábulas e Jeca Tatuzinho, com milhões de exemplares vendidos. Em 1924, a editora faliu. Posteriormente, com a venda de uma casa de loterias de que era sócio, arrematou o espólio da massa falida de sua própria editora, criando a Companhia Editora Nacional.
Ilustração de J. Lanzelotti

No Rio de janeiro, escreveu para O Jornal os "Diálogos de Mr. Slang" e para A Manhã um romance em folhetins, O choque das raças ou O presidente negro. Adido comercial do Brasil em Nova York, mostrou-se empolgado com o progresso dos EUA, publicando em 1930 o livro América. Em 1931, preocupado com o problema do petróleo, voltou ao Brasil, fundando a Companhia Petróleo do Brasil. Em 1933 chegou a extrair petróleo do seu poço em Araquá (BA) e no ano seguinte percorreu o Brasil, numa espécie de pregação cívica e econômica, em que denunciava manobras dos trustes petrolíferos. Em 1936, expôs em O escândalo do petróleo todas as suas idéias sobre o tema e traduziu e publicou A luta pelo petróleo, de Essad Bey. Em 1935, com as finanças novamente abaladas, voltou a escrever e traduzir. Publicou então Contos leves, Contos pesados, Geografia de Dona Benta, História das invenções, Memórias de Emília. Em 1937 publicou Serões de Dona Benta, Histórias de Tia Anastácia, O poço do Visconde e, em 1939, O minotauro, O Pica-Pau Amarelo além de contos. Em março de 1941, em pleno Estado Novo, esteve preso por haver endereçado a Getúlio Vargas uma carta de crítica à política brasileira de petróleo. Em 1946, fez a revisão das sua Obras completas, publicadas pela Editora Brasiliense em 13 volumes: Urupês (1918), Cidades mortas (1919), Idéias de Jeca Tatu (1919), Negrinha (1920), A onda verde (1921), Mundo da lua (1923), O macaco que se fez homem (1923), O choque das raças ou O presidente negro (1926), Mr. Slang e o Brasil (1929), Ferro (1931), América (1932), Na antevéspera (1933), O escândalo do petróleo (1936), além de Miscelânea, Prefácios e entrevistas, e um volume de correspondência, A barca de Gleyre. Além da literatura infantil de sua autoria, merece menção o notável trabalho de tradução e adaptação para crianças de clássicos como Dom Quixote, Gulliver, Robinson Crusoé e outros.

Grande Enciclopédia Larousse Cultural - São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda., 1988.

RESPOSTA BRILHANTE!


Millôr Fernandes lançou um desafio através de uma pergunta:
- Qual a diferença entre Político e Ladrão?
Chamou muita atenção a resposta enviada por um leitor:
- Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão:

a diferença entre o político e o ladrão é que um eu escolho, o outro me escolhe. Estou certo?
Fábio Viltrakis, Santos-SP.


Eis a réplica do Millôr:
- Puxa, Viltrakis, você é um gênio... Foi o único que conseguiu achar uma diferença!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

INDEPENDÊNCIA OU MORTE!!!


Oi Kinha - legal - gostei da ironia...

"Enfim, podemos comemorar a Independência. O Brasil que pagava tão altos tributos à Portugal, está livre. Agora temos um governo honesto e sem corrupção, onde pagamos impostos justos, tais como: IOF, COFINS, IPTU, IPVA, ICMF, IPI, I.R, entre outros. Neste país a saúde da população é prioritária. Os nossos aposentados, que por tantos anos contribuíram, tem um salário digno. Os nossos professores, estão entre os mais bem pagos do mundo. Nossas rodovias são as mais seguras e conservadas e nossas ferrovias comparáveis às da Europa. Aqui não temos favelas e nem problemas com drogas. Nossa polícia recebe salários similares aos da CIA, faz um trabalho seguro e honesto.
OOOPSSS!!! ACORDEI..."

sábado, 5 de setembro de 2009

ALCEU CHICHORRO -(1896-1977)

Bela ideia do pessoal da Casa da Memória de Curitiba. Como a Casa Romário Martins está em restauro, aproveitaram os tapumes e apresentaram Alceu Chichorro, saudoso chargista paranaense, enquanto não lançam uma publicação sobre a obra do autor. Ele usava também o pseudonimo Eloy em suas charges.

GRANDE SACADA

Blog do Planalto "clonado" pode receber comentários

Bastaram dois dias para que os internautas driblassem a decisão do governo de não permitir comentários no Blog do Planalto (http://blog.planalto.gov.br).
Na noite de anteontem, surgiu um "clone" do blog (http://planalto.blog.br), que reproduz os mesmos textos mas tem espaço para opiniões de usuários.
A ideia foi do consultor de internet Pedro Markun, 23, e da jornalista Daniela Silva, 23. Até ontem à noite, foram mais de 30 comentários.
Daniela define o "blog-clone" como "uma pequena provocação para discutir o papel das tecnologias no processo político". Sem filiação partidária, diz ser a favor do "governo aberto": menos relevância para partidos e mais para pessoas.
A assessoria de imprensa da Presidência da República disse que o novo site está agindo dentro das regras do Creative Commons e que a internet é "território livre".

(*) Da Folha de São Paulo (Assinantes)

RELIGIÃO E NÚMEROS

Pe. Zezinho proporciona um momento de ensinamento, paz e reflexão para você
Pensar Como Jesus Pensou.


Ícone do canal
tvaparecida

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MOURÃOENSES PUBLICAM NOVO LIVRO


Acontece no dia 14 (segunda-feira), o lançamento do livro “Oratórias Históricas” de autoria dos historiadores Pedro da Veiga e Jair Elias dos Santos Júnior. A noite de autógrafos acontece no encontro trimestral do Grupo de Pioneiros dos anos 50. O 37º Jantar do grupo será nas dependências da Churrascaria Minuano, às 20 horas.O livro “Oratórias Históricas” é um compêndio de discursos proferidos por personalidades que fizeram e marcaram a História de Campo Mourão. Presidentes da República, governadores, prefeitos, deputados, bispos, professores, homens e mulheres narrando, ao vivo, os momentos decisivos da história de Campo Mourão.

Segundo o historiador Jair Elias o livro “é um trabalho que faz um aprofundamento da nossa história. Nele podemos entender como as palavras agem sobre os indivíduos, compreendendo assim os sentidos e as ideologias que estes discursos transmitiram ao longo da história de Campo Mourão”.

Discursos – Constam no livro os discursos das seguintes personalidades: Moysés Lupion, Juscelino Kubitschek de Oliveira, Bento Munhoz da Rocha Netto, Milton Luiz Pereira, Ephigênio José Carneiro, Augustinho Vecchi, Horácio Amaral, Renato Fernandes Silva, Osvaldo Broza, José Carlos Cal Garcia, Dom Eliseus Simões Mendes, João Baptista de Oliveira Figueiredo, José Pochapski, Rubens Bueno, Tauillo Tezelli, Amélia de Almeida Hruschka, Rafael Greca de Macedo, Fernando Henrique Cardoso, Márcio Fernando Nunes, Nelson José Tureck, José Eugênio Maciel, Dilmar Daleffe, José Aroldo Gallassini, Pedro Viriato de Souza Filho, Nelson Bittencourt Prado, Darcy Deitos, Francisco Irineu Brzezinski, Egydio Martello, Osvaldo Mauro Filho, Marcos José Porto Soares e Vinicius Teodoro de Oliveira. O livro registra todos os discursos dos prefeitos eleitos de Campo Mourão, de 1963 a 2009.

Também os discursos de despedida dos prefeitos Horácio Amaral, Renato Fernandes Silva, José Pochapski, Rubens Bueno e Tauillo Tezelli. Destaque também para os pronunciamentos de três ex-presidentes da República em Campo Mourão: Juscelino Kubitschek, João Figueiredo e Fernando Henrique Cardoso.

CULTURA GASTRONÔMICA

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A FOTOGRAFIA DE CARL MYDANS

© Foto de Carl Mydans. Passageiros de um trem lêem os jornais com a manchete
"O presidente Kennedy está morto". 22 de Novembro de 1963.


O fotojornalista Carl Mydans, nascido a 20 de maio de 1907, na cidade de Boston, viajou pelo mundo em companhia de sua câmera e clicou momentos históricos, como a Grande Depressão e a II Guerra Mundial, a Guerra da Coréia e a do Vietnã. Mydans estudou na Boston University e trabalhou no jornal da universidade, no Boston Globe e no Boston Herald. Foi repórter fotográfico da revista Life e junto com uma equipe formada por grandes fotógrafos – como Alfred Eisenstaedt, Margaret Bourke-White, Thomas McAvoy e Peter Stackpole – foi um dos pioneiros do fotojornalismo. Sua mulher, Shelley Smith, era jornalista, e o casal costumava trabalhar – e se aventurar – junto. Mydans a conheceu em 1938 e, três anos depois, os dois foram escalados para cobrir a II Guerra, na China. Eles estavam em Manila, nas Filipinas, quando os EUA sofreram o ataque japonês em Pearl Harbor. Foram capturados pelos japoneses e passaram dois anos presos. O casal foi repatriado em uma troca de prisioneiros de guerra. Não satisfeito com a experiência, Mydans voltou à guerra, desta vez na Europa, onde cobriu as invasões dos Aliados na Itália e França. Voltou depois à China e Japão, onde testemunhou o fim do conflito e a Guerra da Coréia. No fim de tudo, continuou a cobrir a vida nos EUA e no resto do mundo para a Life. Ele morreu em 2004, aos 97 anos de idade. A foto acima é uma das mais conhecidas de Carl Mydans, que mostra os passageiros de um trem lendo os jornais com a manchete "O presidente Kennedy é morto". Veja mais fotos de Carl Mydans Aqui
Fonte de pesquisa: Observatório da Imprensa.
Publicado por: Images&Visions (para aqueles que gostam da arte fotográfica ótima dica).

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

ASSEMBLEIA DOS BISPOS EM IDAIATUBA

Bispo Dom Mauro Aparecido dos Santos
Arcebispo de Cascavel (PR)

Além dos trabalhos intensos, a equipe do Sistema Canção Nova de Comunicação responsável pela cobertura da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que está sendo realizada em Indaiatuba (SP), também conta com momentos de alegria e descontração.

.: Vejas a fotos

Durante os intervalos, com o bom humor próprio dos missionários e colaboradores dessa obra de evangelização, sobretudo quando algum bispo simpático visita o set da Canção Nova a equipe, mesmo em ritmo acelerado de atividade, não perde a alegria.

Dom Mauro Aparecido dos Santos, bispo de Cascavel (PR), após conceder uma entrevista, passou por essa agradável experiência divertindo-se com a equipe numa conversa bem humorada.


NOVA INDÚSTRIA DA COAMO É INAUGURADA

Foi inaugurada na tarde de ontem em Campo Mourão, a nova indústria de torrefação e moagem de café da Coamo Agroindustrial Cooperativa, que tem capacidade para 450 toneladas/mês.
Localizada no seu
parque industrial em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, junto com a nova indústria da Coamo aconteceu o lançamento de quatro novos produtos que integram o portfólio dos Alimentos Coamo: Café Sollus - Extra-forte, em embalagem tipo almofada de 250 e 500 gramas; Farinha de trigo Anniela - em pacotes de plástico de 1 quilo e de papel em 1 e 5 quilos; e Coamo Gordura Vegetal em sachê - de 500 gramas e a Margarina Coamo Familia em sachê - de 1 quilo, provenientes de soja não-transgênica.
Com a nova industria de Café, a Coamo pretende incrementar a sua participação no mercado, tendo em vista que fabricará o café com a marca Coamo, já consolidada no mercado e também com a marca Sollus, que é uma das novidades da linha alimentícia Coamo.
Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a industrializaç
ão dos produtos visa agregar valor à produção dos cooperados e aumentar o posicionamento dos Alimentos Coamo no mercado consumidor.
Texto do Blog do Ilivaldo Duarte

BRASIL COVARDE - (GUILHERME FIÚZA)

Foto sem crédito.
Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas palavras. Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou que teve medo. O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon achou que podia ter o mesmo fim trágico. Trágico mesmo nessa história é o medo do valente Pedro Simon. Acabaram-se os homens públicos, acabou-se o espírito público. Se um Collor babando de ódio é suficiente para calar um democrata, a democracia será regida pelos psicopatas. Collor disse a Simon que não se atrevesse a repetir o seu nome, nunca mais.

A intimidação fez efeito, e Simon não mais pronunciou o nome do colega. Se ainda existissem homens públicos, Pedro Simon, ou qualquer outro senador, deveria ter respondido imediatamente a Fernando Collor de Mello (este é o nome dele): o Senado é uma alta representação do povo, os que lá estão têm nomes, e no dia em que algum deles não puder ser pronunciado a democracia terá morrido. Vamos repetir o nome do senador que não quer ser mencionado, e que foi obedecido por Pedro Simon: Fernando Collor de Mello. É muito importante pronunciar este nome, para que ele não seja esquecido jamais.

Fernando Collor de Mello é o ex-presidente da República que acreditou poder governar na marra, com medidas truculentas como o confisco da poupança dos brasileiros, e que julgou poder usar o mandato popular como instrumento privado em benefício próprio. Ao lado de seu famoso tesoureiro, PC Farias, condenado por corrupção, Fernando Collor de Mello foi acusado em vários processos de lesar a administração pública, teve que renunciar, e foi condenado no Senado à perda de seus direitos políticos por oito anos.

Collor foi absolvido na Justiça, cumpriu a pena política e conseguiu voltar a se eleger. Estava no seu pleno direito. Era hora dos incomodados se calarem. Ao entrar no plenário do Senado bufando, tentando intimidar, ameaçando com chantagens e perseguições, este homem está dizendo ao país que ele não quer ser tratado como um democrata, quer ser tratado como bandido. Entre o medo de Pedro Simon e a apatia da opinião pública, Fernando Collor de Mello (este é o seu nome) saiu de cabeça erguida do Senado. O terror venceu. E no dia seguinte, foi recebido discretamente por ninguém menos que sua santidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O velho, o desclassificado, o inacreditável Collor canta de galo no Senado Federal, e o Brasil assiste. O Brasil é covarde. É por isso que José Sarney sobe à tribuna e mente à vontade. Não tem problema ele dizer que não tem nada a ver com Agaciel e a farra do tráfico de influência. O Brasil sabe de tudo. Mas a covardia abençoa os cínicos. Se Collor pode fazer discurso de bandido no Senado e ser recebido em seguida por Lula, por que implicar com as molecagens da família Sarney? O melhor é ligar a TV e assistir à marmelada no Conselho de Ética com pipoca e refrigerante.

PS: O nome do senador impronunciável é Fernando Collor de Mello.
publicado por Don Suelda

terça-feira, 1 de setembro de 2009

SE CORRER O BICHO PEGA

O que é mais difícil: dividir o oxigênio que resta no planeta com os fumantes ou com os senadores insepultos de Brasília?

publicado por Don Suelda