sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MARTA ADMOESTOU SUPLICY: DOR DE COTOVELO FORA DE HORA?

Editado por Andréa Haddad

(Giulio Sanmartini) A senhora Marta Tereza Smith de Vasconcelos não prima pela lisura em sua conduta. Casou-se com Eduardo Matarazzo Suplicy, acrescentando a seu sobrenome o do marido e suprimindo o de sua família, ficando conhecida como Marta Suplicy.

Não sei porque, mas Smith de Vasconcellos, sempre me pareceu nome de loja de ferragens e logo imagino a situação do carpinteiro dizendo ao seu ajudante: “Ô Mane, vai lá no ‘Chimite de Vasconcelos’ e me compra meio quilo de prego 13×18”.

Marta Suplicy era conhecida como sexóloga, isso é professora de altas sacanagens, mas aí resolveu em 1981 entrar na política, convenhamos que não é muito fora de sua anterior ocupação. Pendurada como rabo de cometa ao marido, filiou-se ao PT sendo eleita deputada federal (1995) e, em 2000, prefeita de São Paulo. Aí a fama subiu-lhe à cabeça e resolveu trocar o marido por um argentino, com cara de gigolô cantor de tangos em cabarés de terceira categoria, chamado Luiz Favre, anos mais jovem que ela. Fez um casamento de noivinha deslumbrada em que o convidado mais ilustre foi o na época presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou ao “garden party” junto com a “primeira patroa” num helicóptero, como sempre pago pelo contribuinte, eles foram também padrinhos da noiva.

O pobre ex-marido sofreu com o golpe e a prefeita, por interesses políticos, continuou com o nome do marido abandonado. O castigo como sempre veio a cavalo. Passados oito anos o argentino deu-lhe um pé no devido lugar. Pior ainda: Eduardo Suplicy, passada a primeira dor, superou tudo e arrumou uma jovem namorada.

Mas antes de ser dispensada pelo marido, Marta foi uma colecionadora de derrotas eleitorais, ficou desempregada, mas o padrinho lhe arrumou uma “boquinha” de ministra do Turismo, de onde saiu para se eleger senadora.

Nessa onda de puxa-saquismo ao feminismo de opereta bufa interpretado por Dilma Rousseff, Marta foi eleita primeira vice-presidente do Senado, convenhamos que ser vice de Sarney em qualquer coisa que seja, é uma merda, não é mesmo?

Nessa quinta (3), Marta estreou no comando de uma sessão plenária da Casa e teve postura rigorosa para controlar o tempo destinado a cada senador durante seus discursos, revelando-se especialmente dacroniana com o ex-marido, Eduardo Suplicy (PT-SP) que excedeu-se no tempo. Marta admoestou-o uma, duas, três vezes e simplesmente cortou-lhe o microfone. Um observador menos atento poderia até pensar que tenha sido uma dor de cotovelo, meio diferente e fora de hora.

Alguém devia dizer-lhe: “Calma dona Menina, relaxa e goza”.

Fonte com o título: "Acá la Vice-Presidenta soy yo, carajo" - Prosa & Política.

Imagens da Internet - fotoformatação (PVeiga).

Um comentário:

Juma Durski disse...

Essa mulher é doente, vingativa, e inconscientemente tem ciúmes das qualidades de seu ex-marido.
Em suma, ela é uma perdedora, fraca!